Gustavo Henrique Ruffo, que já escreveu para o AS, tenta mostrar que ser roda-presa não está com nada em seu segundo livro

livro_ruffoO jornalista Gustavo Henrique Ruffo, que vira e mexe colabora aqui com a gente (seu último texto foi no lançamento do Renault Sandero), lançou nesta semana o livro “O Colesterol do Trânsito”. O objetivo do trabalho foi chamar a atenção, de um jeito bem humorado, para um problema dos grandes em nossas ruas e estradas: o roda-presa. Seja por ser espaçoso, inseguro, distraído ou outro raio que o parta, o mau motorista atrapalha a fluidez do tráfego e rouba de todos que tenham o azar de cruzar com ele preciosos minutos. Isso quando ele não causa coisa pior por meio dos acidentes em que se envolve. Ele entope as vias assim como o LDL entope vasos sanguíneos. Daí veio a alcunha lisonjeira, originalmente criada em artigos escritos para o site Jalopnik Brasil, que foi fechado e deu lugar ao FlatOut. “Os textos tiveram uma repercussão tão bacana que eu resolvi transformá-los em um livro. Chamei o Walter Junior, com quem eu já havia trabalhado na revista Oficina Mecânica, para que ele fosse meu sócio na empreitada e ilustrasse o livro. Pedi para ele criar um personagem baseado nos textos e apareceu esse que está na capa. Ele seria seboso se não fosse o sebo em pessoa!”, diz Ruffo.

livro_ruffo_1Composto de nove capítulos e 45 páginas, “O Colesterol do Trânsito” é impresso em papel couché de 150 g, em cores. Custa R$ 40,38. Também será vendido em versão ebook, a R$ 13,99, tudo pelo site do Clube de Autores, por meio do qual Ruffo publicou o livro de modo independente.

Além de se divertir com as situações descritas no livro, os fãs de carros podem usá-lo para sacanear os amigos que mandam mal ao volante, para aquele presente especial de “Amigo da Onça” ou só para mandar o recado a quem precisa saber que está atrapalhando o trânsito. “Se o livro servir de reflexão para o problema, já sinto que terá sido missão cumprida. Muita gente não se dá conta do mal que faz ao não se antecipar, não usar seta, estacionar em lugar proibido e por aí afora. É muita gente pensando apenas no próprio umbigo. Se todo mundo se ajudar, as coisas vão fluir muito melhor. No trânsito e na vida”, diz Ruffo.

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