Para iniciar o treinamento de seus concessionários, montadoras costumam enviar unidades pré-série a unidades do Senai e outras instituições de ensino. Desta forma, tive a oportunidade de ficar cara-a-cara com o modelo, e ver a parte que me deixava mais intrigado por conta das alterações que recebeu pelo mundo: o interior.



Tratava-se de uma unidade da versão topo de linha, LTZ, que se difere visualmente das demais pela barra cromada na traseira e sensores de estacionamento. As rodas tem um desenho diferente. Mas é o interior o destaque do modelo, e mesmo que a unidade tivesse com película das mais escuras nos vidros, é possível os bancos em couro bege, cor que também se repete em apliques no painel e nas portas.
O câmbio é o automático de seis marchas e a sua frente está o freio de estacionamento, do lado “errado”, como em carros projetados em países de mão inglesa, o que não é o caso do Cruze. Em alguns outros mercados o elemento fica no lado “certo”, ao lado de um porta-trecos.

Os insertos de aço escovado – ou imitação – caem bem, mas não tiram o destaque da tela de 7 polegadas do sistema multimídia, grande destaque da versão. Visualmente o acabamento é incomparável ao do Vectra. E, falando no Vectra, em comparação com uma unidade do Vectra GT que estava próxima, o Cruze parece ser muito mais largo do que realmente é: apenas 4 cm. A impressão pode ser causada pelo capô mais alto e pronunciado.

Fotos | Henrique Rodriguez/Autos Segredos

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