SsangYong retornará ao Brasil representado por grupo empresarial brasileiro

Depois de quase dois anos longe do mercado nacional, a coreana SsangYong deverá anunciar seu retorno ao Brasil no próximo mês. A marca coreana será representada por um grupo empresarial brasileiro. Alguns modelos da marca já estão em testes de homologação no Brasil. O leitor Carlos Eduardo flagrou um protótipo do SsangYong Tivoli rodando na capital paulista.

Vendas

O retorno já é certo e deverá ser anunciado em setembro. Apesar dos modelos estarem em testes. As vendas serão iniciadas somente em 2018. Data que coincidirá com fim da sobretaxa do InovarAuto.

SsangYong Tivoli

O SsangYong Tivoli foi apresentado em janeiro de 2016. Ele é construído na plataforma X100. As linhas do Tivoli foram inspiradas nos conceitos XIV (Air e Adventure) apresentados no Salão de Paris de 2014.

O Tivoli tem 4,19 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1.59 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. A capacidade do porta-malas é de 423 litros.

Em outros mercados, o SUV é equipado com um motor 1.6 16v e-XGi a gasolina que rende 127cv de potência e torque de 16 kgfm. O câmbio pode ser manual ou automático sempre com seis velocidades.

Segurança

Entre os equipamentos de série, o SsangYong Tivoli vem equipado com sete airbags, luzes diurnas de LEDs, ar-condicionado automático dual-zone, câmera de ré e sistema multimída com tela sensível ao toque. No quesito segurança, o SUV ainda vem equipado com controles de estabilidade e tração.

Fotos | Carlos Eduardo

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  • Pedro Mello

    É grave a crise!

  • Handlay P.B.

    Acho ruim a volta da SSangyong porque os carros atuais da marca não estarão + abandonados no Brasil.

  • Marcelo Cordeiro

    Não gosto deste comportamento oportunista de algumas marcas como a SsangYong, Gely etc que entraram no país na época em que o Brasil estava bombando e depois, durante a crise, deram uma banana para o consumidor e caíram fora. Que credibilidade estas empresas têm? O que garante que não voltarão a fazer a mesma coisa no futuro? A Suzuki fez exatamente isto e hoje colhe os frutos da desconfiança dos consumidores. Engraçado é que falam tão mal da Cherry e da JAC, mas elas chegaram durante o boom e continuam aqui, mesmo durante a crise e na vigência do estapafúrdio INOVAR AUTO. A Cherry, inclusive, construiu fábrica no país e produz seus veículos aqui! Enfim, SsangYong, Gely, Suzuki podem trazer milhões de modelos, não compro de forma alguma!

    • A SSangYong chegou ao Brasil em 1992, e desde então ficou aqui até a falência da Districar em 2015. Não demorou nada para ela retornar novamente, lembrando que a Mahindra (dona da fabricante), não deixou nosso mercado sem peças, as importando por meio de sua fábrica local de tratores. Agora, ao que parece, um novo grupo empresarial conseguirá trazer a marca de volta, em momento oportuno,com o fim do inovar Auto, e se fizer sucesso, justificará a volta das intenções de montar unidade montadora local por parte da matriz.

      • Luccas Villela

        Também não acho que foram oportunistas, pelo contrário, tentaram de tudo e a crise os tirou do Brasil.

        • Thiago

          Nem só a crise, o oligopolio da anfavea e seu inovar auto barrou a vinda de muitos carros importados a preços competitivos

        • A crise tem nome: PT.

          • leonardo

            Enquanto acharmos que a crise tem somente essa sigla, continuaremos na lama, o mar de corrupção é muito maior e não vem só de agora. Obs: Sou anti PT.

          • Temer era vice/cúmplice do PT, por isso não faço acepção entre as quadrilhas que agora estão brigando.

          • Não é nem uma Sigla, é uma Ideologia defendida a ferro e fogo por Hipócritas, sem falar na doutrinação que os mesmos fazem nos cabeças fracas.

          • Anderson

            O PT é o boi de piranha da classe política. Matam um sócio para preservar os demais.

          • Paulo

            Pior que é verdade.

          • Na verdade é uma guerra de quadrilhas.

          • pedro

            Se fosse só o PT o Brasil seria um lugar maravilhoso.

          • Temer era vice/cúmplice do PT, por isso não faço acepção entre quadrilhas aliadas que agora estão brigando.

          • pedro

            Sim e o Brasil tem só 14 anos. Os outros 500 foi o PT que administrou. Povinho brasileiro tem uma memória de ameba. E pelo teu avatar, dá pra ter uma ideia do quão ignorante é a tua pessoa. O PT é do mesmo saco que sai os demais, só com a embalagem diferente. Tudo podre.

          • Esquerdista frustrado detectado: blocked.

          • pedro

            Não cara, temos que lutar para tornar o Brasil um lugar bom, não importa quem esteja roubando. O ataque a eles tem que ser geral e irrestrito. É isso que eu defendo. Este discurso vazio de esquerda e direita, acabou lá nos anos 1990. O mundo é outro, as ideias tem que sair do passado. Defender militar no poder é coisa do arco da velha.
            Beleza, o PT saiu do poder. Agora ficará tudo bem?! infelizmente não é isso. Só não enxerga quem não quer.

          • Frederico Chaves

            Como o Sr. Joesley mesmo disse, o Pt institucionalizou a corrupção!
            Mas como dito acima, mataram um sócio e deixaram os outros.
            E hoje em dia conseguem ser piores que o PT, pois estão tirando da população e levando aos seus bolsos!
            Vide Reforma Trabalhista (modificada para atender os anseios dos mega empresários), aumento nos combustíveis, reforma previdenciária (quando não cobram dos grandes devedores) , e ainda cogitaram aumentar IR (atingindo a classe média, gente muito rica geralmente não paga imposto corretamente).
            Fica difícil apoiar e concordar com um governo desse!

        • Ⓜ️arcelo

          monstros sa parte 2

      • Marcelo Cordeiro

        A manutenção do fornecimento das peças é obrigação legal. Tenha certeza que se não houvesse, ela teria deixado todos a ver navios. Repare que seus argumentos são repletos de condicionais: “se” isto, “se aquilo”. Eu, como consumidor jamais gastaria meu dinheiro num produto repleto de condicionantes assim. Sinceramente, acho que o consumidor precisa dar valor às empresas que dão valor a nosso mercado. Por isso fico na torcida pelas chinesas Cherry e JAC, pois elas continuam insistindo no mercado local e tem melhorado a qualidade dos seus produtos.

        • O único “SE” em minha argumentação foi referente a fazer sucesso, vindo assim a consolidar uma fábrica no país, afinal, pois praticamente não faz sentido ter fábrica aqui e não vender nada, como tem acontecido com a Chery, em especial se os carros que a marca vende são de nível superior, como é o caso da SsangYong.

          Ninguém gosta de investir em um mercado para perder. A própria JAC só não foi embora, pois o Sérgio Habib quis continuar os importando de forma independente, pois a matriz chinesa foi a primeira a sair, antes mesmo da conterrânea Geely e da coreana SsangYong saírem.

        • João

          Me sinto seguro de na minha família estarmos indo para o terceiro JAC agora com o T40. Quando conheci o Tivolli no salão de Pequim achei ele maior… mas tem as mesmas medidas de um T49… será que vai praticar o preço parecido, ou na faixa de um Vitarinha que não vende, é sem graça e apelo de marca?

      • EDU

        Bem colocada suas informaçoes.

    • Hater x Haters

      E vc queria que eles ficassem tomando prejuízo até quando? Acha que empresa é instituição de caridade? Empresa quer lucro. Se não tem, fecha! Simples assim, e isso funciona pra uma padaria até uma gigafactory.

      • Marcelo Cordeiro

        Caridade? É por isso que as empresas fazem o que fazem aqui no Brasil! Meu caro, quando você compra um carro, a empresa tem obrigação legal de garantir o fornecimento de peças e assistência técnica autorizada por uma década. Assim, ninguém aqui está falando em “caridade”. O que se imagina é que antes de entrar num determinado mercado, se façam estudos e projeções de mercado que possibilitem a tomada de decisões estratégicas pelas empresas. Assim, presumo que se SsangYong, Suzuki e Gely entraram no país é porque tinham condições de dar este passo. O que não dá é criar esta expectativa no consumidor e depois abandoná-lo com um carro super desvalorizado e falta de assistência técnica. Se você realmente acredita naquilo que escreveu das duas uma: Você é um péssimo empresário ou é extremamente ingênuo.

        • Hater x Haters

          E quem disse que essas empresas não oferecem fornecimento e assistência? A Mazda mesmo ofereceu por muitos anos após a saída dela no Brasil, tinha até site e oficinas credenciadas. O mesmo para a Lifan no curto tempo que ela saiu. Todas até onde eu sei ofereceram por um bom tempo, é só procurar. Ou vc quer que elas abram uma oficina em cada esquina do Brasil sendo que as operações não deram certo?
          E não fique crucificando montadoras e importadoras que não deram certo no Brasil. Muitas não deram certo nos EUA: francesas, a recém saída Suzuki, a Fiat no passado, Pontiac, Saturn etc. Europa: Chevrolet, Qoros, Lancia, etc. Não vi nenhuma empresa abandonar de uma vez os consumidores, deram assistência por um bom tempo. A maioria tomou decisões estratégicas, mas por diversos fatores fecharam, isso aconteceu e sempre vai acontecer!

          • Marcelo Cordeiro

            Por um mundo com mais interpretação de texto…

          • Hater x Haters

            “O significado da sua comunicação é a reação que você obtém.”
            Por um mundo por uma comunicação mais clara.

        • Se considerares que nenhuma das três marcas que citaste acima, entrou com suas próprias pernas, mas sim através de importadores que firmaram contrato de representação da marca, entendemos o motivo de elas saírem. Das novatas, apenas Lifan e Chery seguem com operações próprias no Brasil (deixaram seus representantes e assumiram as atividades locais), ambas com fábrica no nosso continente, e mesmo assim possuem participação tímida em nosso país, sendo dentre elas, Lifan a mais lucrativa, justamente por não ter investido em fábrica no Brasil.

          SsangYong esteve aqui representada pelo Grupo Tricos, através da Districar, e operou no país desde 1992, como uma marca de nicho, com participação tímida, porém consistente no nosso mercado. Infelizmente veio um desgoverno que mudou as regras do jogo, de forma que inviabilizou as atividades da marca, pois o baixo volume de vendas não justificava a fábrica e a tímida participação não justificaria o aumento de preços que viria pelos 30% a mais na alíquota fiscal, logo, o Inovar Auto tornou a operação da marca insustentável. Nesse meio tempo, para somar, a Districar importava a Changan, marca de veículos comerciais, que ajudava a dar volume, ainda que pouco lucro, consistindo em sustentabilidade as operações da importadora, todavia, meses antes do Inovar Auto, a Changan informou que não renovaria o contrato e assumiria as operações da marca por aqui, se tornando a importadora da marca, todavia, desobrigada de continuar dando assistência aos veículos que haviam sido comercializados pela Districar (sob a marca Chana), cabendo a esta tal responsabilidade. A chinesa Haima, que seria sua terceira marca, acabou tendo que ser engavetada, A Districar se viu sem marca de volume para dar corpo as atividades, sem capital suficiente para colocar uma fábrica ou investir em publicidade de forma a tentar viabilizar a expansão da coreana, que até então tinha apenas o Korando como modelo atraente, e o Tivoli ainda estava em fase de lançamento no exterior, logo seria custoso e demorado para esperar o tempo de homologação do modelo em nosso mercado, então a única saída foi interromper tudo, de forma a minimizar os prejuízos e conseguir cumprir com as responsabilidades legais que permaneceriam mesmo com o fim das atividades. Ao menos, diante de sua grave situação econômica, conseguiu que a indiana Mahindra, detentora da Ssangyong, por meio da Bramont, assumisse a importação de peças para os modelos da marca coreana no Brasil, uma vez que já o fazia para seus modelos que haviam sido fabricados no país e pela pouca relevância de mercado, não tiveram como continuar por aqui.

          • Marcelo Cordeiro

            Acho que a Lifan não tem fábrica no Brasil. O país é abastecido pelo Uruguay.

          • Lifan tem operações próprias no Brasil, chefiadas pela matriz, com Centro de Distribuição, Centro de Armazenamento de peças e fábrica aqui no Mercosul, no caso Uruguai.
            Ter operações próprias, não necessariamente significa ter fábrica. Até pouco tempo tínhamos BMW, Volvo e Mercedes-Benz com operações próprias no país e sem fábrica, tal qual a Lifan hoje.

  • Luccas Villela

    Que traseira linda. Achei sensacional.

  • CA

    Bem-vindo de volta!

  • Fabio Correa

    Roubada

  • Cristiano Arruda

    O bichinho é largo.

    • Talvez o carro mais honesto da SSangyong. Não se espera muito dele, ele não oferece muito mesmo, mas tem mecânica Diesel e é relativamente confiável. Aqui no Chile tem a rodo.

      • mjprio

        Exato. Eles adoram o modelo. Fora que quando estive no Chile vi o modelo zero a diesel na faixa de 60 mil

    • Luciano Lopes

      Parece q a Toro está 2 gerações à frente …

    • Meu vizinho tem uma, como não troco ideia nem nada com o mesmo, não sei dizer o problema. Só sei que o dia dia é botar e tirar da garagem, parece que esta bichada.
      Vai ali, compra pão e volta, para, abre o capô e fica mexendo no sei lá o que.

  • leonardo

    Não existe chance alguma de entrar na minha garagem. Empresa mequetrefe.

  • Wally

    O Tivoli parece um creta chines.

    • wagner

      O creta já me parece mais chinês que coreano.

    • VINÍCIUS FREITAS DE SOUZA

      O Tivoli é pelo menos 2 anos mais velho do que o Creta.

  • Dreidecker

    Parece que os coreanos da Ssangyong ainda não se entenderam com os designers…

  • Mr. Car

    Só este nomezinho horroroso já desestimula a ter um, he, he!

  • Milton Tavares

    Até que é um carro interessante.

  • Ramasther Docssa

    Achei a traseira desse SUV muito bem definida. Se o preço for bom, será legal, tendo em vista a concorrência dentro desse segmento.

  • Done Bardam

    Quem vai ser o aventureiro que vai acreditar nesta empresa de novo ??

    Vem aqui para o Brasil e quando a coisa aperta fazem as malas, e agora querem retornar como se nada tivesse acontecido !!!

  • Frederico Chaves

    Lembra os traços da Suzuki Vitara 2017, só que ela é ais bonita…