O habitat natural dos carros compactos costuma ser a cidade. As dimensões externas reduzidas ajudam na hora de enfrentar o trânsito caótico ou a estacionar em vagas apertadas. Na hora de viajar, contudo, nem todos se mostram tão à vontade, por falta de fôlego ou sensibilidade aos deslocamentos de ar (há também a questão do espaço interno, que trataremos depois). O Sonic, por outro lado, demonstrou boa dirigibilidade em trechos rodoviários, tornando mais prazerosa aquela esticada no fim de semana.

Nossos trajetos, como de praxe, incluíram rodovias sinuosas em meio às montanhas de Minas Gerais, com muitas subidas e descidas, passando por cidades do interior. O Sonic encarou o relevo acidentado com disposição: embora não torne o modelo um foguete, o motor 1.6 16V se mostra bem dimensionado, proporcionando fôlego suficiente para vencer os aclives sem grandes esforços.

O câmbio manual tem cinco marchas, enquanto o automático dispõe de seis. Apesar da desvantagem numérica, o conjunto de transmissão caiu muito bem para o Sonic, com engates precisos.  A suspensão jogou no mesmo time, proporcionando bastante firmeza nas curvas.

Ao dirigir o Sonic em pista livre, a impressão é de que a Chevrolet poderia lançar ruma versão esportiva fazendo poucas alterações, pois suspensão e câmbio já tem comportamento mais nervoso que o usual. Bastaria adotar o propulsor 1.8 16V Ecotec do Cruze, ou ainda o 1.4 16V turbo disponível em outros países. A configuração mais performática poderia também ganhar um reforço no sistema de freio:  o hatch para com segurança, mas passa longe de impressionar.

Continue acompanhando nossas impressões sobre o Chevrolet Sonic hatch. Ao final, como sempre, publicaremos a avaliação completa.

Veja também: Chevrolet Sonic Hatch: iluminação

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Fotos | Alexandre Soares/Autos Segredos

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