Com as isenções fiscais o Jeep Renegade PcD é vendido por R$ 54.655

No lançamento do Jeep Renegade com o novo motor 1.8 E.torQ EVO a marca afirmou que a versão PcD também receberia o propulsor atualizado. Desde então, centenas de leitores enviam e-mails questionado quando chegaria a versão. Consultamos novamente o fabricante e enfim a versão PcD fará sua estreia. “O Renegade para PcD passará a contar com o motor atualizado nas próximas semanas”, afirma a Jeep.

Motor

O Jeep Renegade PcD com o novo propulsor flex rende 135 cv de potência com gasolina a 5.750 rpm e 18,8 kgfm de torque a 3.750rpm. Com etanol, os números sobem para 139 cv a 5.750 rpm e 19,3kgfm a 3.750 rpm. Nesta opção o SUV, conta com o câmbio automático de seis velocidades.

Itens de série

Entre os itens de série o Jeep Renegade PcD vem equipada com ajuste de volante de altura e profundidade; apoia-braço com porta-objetos; ar-condicionado; banco do motorista com regulagem de altura; controles de tração e estabilidade; hill Start Assist; piloto automático; retrovisores elétricos, vidros e travas elétricas nas quatro portas; quatro alto-falantes; entre outros itens.

Foto | Jeep/Divulgação

  • Paulo Trigo

    Ainda assim é subdimensionado para o peso desse veículo.

  • C. A. Oliveira

    A Jeep anda fazendo uma campanha bem significativa para as vendas do Renegade na versão “PcD”, com direito a cartazes imensos nas fachadas dos concessionários e tudo o mais.

    …será esta uma tentativa de angariar clientes do Corolla ou será uma forma de tentar fomentar vendas em baixa…?

  • Vitor Meireles

    Qual preço da criança?

  • Acacor

    A Fiat já deveria ter concluído que esse motor somente deve continuar na versão de entrada (e olhe lá) porque o peso do veículo é incompatível com o rendimento, em especial o torque. Fica aceitável no cambio manual, mas aquém do limite na versão automática. Aumenta o consumo e o faz ficar fora demais da média do segmento, justamente porque o peso é maior. Com todas as melhorias recentes o consumo ainda é ruim. Por isso somente um turbo 1.3 ou 1.4 com injeção direta pode contornar essa deficiência e a fábrica já deveria ter resolvido isso. Mas a Fiat é assim mesmo, lerda e atrasada.