Quer saber o que o Chevrolet Cobalt oferece de melhor? Então relaxe e curta a viagem

Por Renato Passos

“É um Corolla de quem não tem cem mil reais em caixa para comprar um zero-quilômetro”. Se, para alguns, tal afirmação pode soar de forma negativa, para o Chevrolet Cobalt Elite isso é uma virtude. Já oferecido no ano-modelo 2018, o Cobalt da marca americana trás como novidades apenas a luz de neblina no para-choque traseiro e o sistema de fixação Top Tether para cadeiras de uso infantil no assento de trás.

De resto, é o mesmo Cobalt avaliado pelo Autos Segredos em janeiro de 2017. A falta de novidades, entretanto, é jogada ensaiada: com virtudes bem visíveis, o sedã confia no seu taco para auxiliar na manutenção da marca da General Motors no topo no ranking de vendas do mercado doméstico.

Viagem

Procurando entender de forma mais profunda a “filosofia de vida” do sedã, não nos aprofundamos nos números frios e nos dados engessados – estes estão muito bem dispostos na avaliação do Cobalt ’17, acessível pelo link acima. Fomos, então, para uma jornada de quase 500 quilômetros de estrada pelo interior de Minas Gerais e buscamos o que o modelo tem de melhor. Eventualmente, seus pontos fracos também foram aparecendo aos poucos.

Seja feliz andando tranquilo

Nossos primeiros quilômetros a bordo transmitiram, logo de cara, aquela que seria uma sensação pertinente durante toda a avaliação: se você procura um carro para andar rápido, com dinâmica cortante e reações apimentadas, eis aqui uma opção equivocada. A palavra de ordem aqui é “suavidade”.

O câmbio automático de seis velocidades, conhecido pelo código GF6 e de série na versão topo de linha, troca as marchas com suavidade e com lógica adequada. Não tem a rapidez de trocas de uma caixa automatizada de dupla embreagem e nem sequer precisa, já que cumpre seu papel com extremo louvor.

O item só não leva nota 10 graças ao comando manual de mudanças de velocidades: os botões na alavanca passam longe da ergonomia ideal e desestimulam o uso da opção em uma subida de serra, por exemplo.

Motor

O motor de 1,8 litro e código N18XFH é de um anacronismo sensível, mas que luta contra sua concepção antiga. Uma das muitas evoluções do propulsor que, desde 2003, equipou produtos Chevrolet e Fiat, a unidade de força chegou ao seu ápice na redução de vibrações, ruído e aspereza.

Os anos fizeram bem para o veterano Família I. Sua relação r/l (ângulo entre biela e pistão, ideal que seja menor que 0,3 para mais suavidade de funcionamento) de 0,33 trazia uma vibração e ruídos desagradáveis nas primeiras versões desse motor. Entretanto, o trabalho de isolamento mecânico realizado pela engenharia da GM é digno de aplausos: o motor não é intromissivo em excesso no habitáculo, seja por meio de vibrações ou barulhos.

Torque

Se junta a isso uma artimanha inteligente pela equipe de desenvolvimento do fabricante: com um torque aprazível oferecido a baixas rotações (17,7mkgf a 2.600rpm com etanol, 16,8/2.800 com gasolina), o câmbio troca as marchas em baixos regimes: mudanças de velocidades ascendentes em altas rotações só mesmo quando o pedal do acelerador é pressionado próximo ao fim do curso.

Potência

Uma vez que potência não é o forte do Cobalt (111/106cv a 5.200rpm, com etanol e gasolina respectivamente), a tônica de sua rodagem é esta: deixe que o câmbio mantenha os giros no mais baixo regime possível, sem ter um carro de respostas lerdas, e aproveite o conforto acústico proporcionado pelo baixo regime de funcionamento.

A 110km/h e pouco curso de acelerador, o câmbio está em sexta marcha e o motor opera pouco acima das 2.000rpm. Com um silêncio superior ao encontrado no Nissan Versa Unique, que é um de seus concorrentes diretos, por exemplo. O controle de velocidade de cruzeiro, equipamento de série nesta versão, é um auxílio digno para este estilo de vida tranquilão e sem pressa.

Para ir e vir sem sobressaltos

Nas curvas, novamente o Cobalt demonstra que seu foco é o conforto dos passageiros e não devorar as curvas de forma seguida. Equipado com pneus Michelin 195/65 R15 de composto macio para um pneu “verde”, o Cobalt se segura bem nas curvas e é comunicativo através da direção elétrica de ótima assistência.

Entretanto, o limite não é dos mais altos: o aviso de que o limite da aderência é claro, mas em velocidades nada astronômicas. Se forçado para além, sua tendência de sobreesterço vem à tona, com recuperação da rota de forma segura e intuitiva. Mesmo copiando em demasia algumas imperfeições de nosso solo lunar, o Cobalt oferece conforto de rodagem a seus ocupantes como se fosse em um carro maior.

Visando o bem-estar de motorista e ocupantes, despretensioso frente ao tempo de trajeto, é mais que digna a comparação com o Toyota Corolla feita por alguns dos interlocutores ouvidos ao longo do teste. Como um bom “people mover”, a tranquilidade e o conforte se sobressaem a qualquer demanda de desempenho ou de capacidade dinâmica assombrosa.

Passageiros

Os passageiros do banco de trás contam com bom espaço para as pernas, enquanto os bancos dianteiros oferecem acomodação adequada para o corpo – seguram bem em curvas, mas o assento é curto para as coxas de motoristas e passageiros de estatura mediana e para além. Exclusivo desta versão, o revestimento marrom-escuro chama a atenção de quem vê e trás uma sensação de bem estar ao interior do veículo.

Em sua segunda geração, a central multimídia MyLink é sucesso de alcance no mercado brasileiro e mantém sua boa forma oferecendo, dentre outras opções, pareamento com Android Auto e Apple CarPlay. O interessante recurso OnStar, de auxílio remoto por comando de voz e atendimento telefônico via satélite, também é item de série na versão Elite, bem como sensor de chuva, de acendimento de faróis e monitoramento de pressão dos pneus.

Acabamento

Os acabamentos são adequados e condizentes com um carro dessa categoria, e o painel com funções digitais oferece uma benvinda regulagem de intensidade para melhor adequação visual em deslocamentos noturnos. Ainda se tratando de escuridão, os faróis biparabólicos cumprem bem sua função, com manuseio simplificado. O mesmo vale para os comandos de som e Cruise Control no volante, ar condicionado e central multimídia no console central.

Espaço, de uma forma geral, é uma virtude do Cobalt: o já indicado bom espaço para os passageiros é complementado por diversos porta-objetos e por um vasto porta-malas de 563 litros. Com rebatimento do encosto do banco traseiro na proporção de 1/3 ou 2/3, o Cobalt foi capaz de transportar um contra-baixo em uma caixa de acomodação especial sem grandes esforços.

Brilho ofuscado

De resto, é o bom e velho Cobalt. Com preço sugerido de R$ 71.490, ele vale a pena? Em um primeiro momento, não: baseado na plataforma GSV, de veículos compactos do grupo GM, e com um motor ultrapassado apesar dos esforços, é um valor alto a se pagar quando se tem em mente que é um veículo de concepção simples por mais de setenta mil reais.

Entretanto, qualquer sedã médio em sua configuração básica ultrapassa os R$ 80 mil nos dias atuais. Não obstante, o Cobalt oferece um vasto pacote de equipamentos de série, manutenção a bons preços e é bem quisto pelo mercado de usados pela robustez e por não oferecer problemas crônicos. Coincidentemente, as virtudes encontradas no…Corolla!

Concorrentes

O problema volta a aparecer quando se compara o Cobalt com dois de seus concorrentes diretos. Sabe esse papo de ser um mini-Corolla, carro tranquilo de se lidar e tudo mais? Os japoneses Nissan Versa Unique (R$ 68.840) e Toyota Etios Platinum (R$ 69.430) oferecem as mesmas virtudes nesse aspecto com melhor desempenho.

Eventualmente, a falta de um equipamento ou virtude exclusiva do sedã da fabricante norte-americada pode ser compensada com pontos positivos dos concorrentes orientais. Não obstante, o Ford Fiesta Sedan SEL 1.6 AT é um forte candidato a ocultar o brilho do Cobalt. Por R$ 72.290, é uma opção válida desde que o câmbio PowerShift demonstre ser confiável e o pós-venda da Ford se recomponha da queda sem fim da qualidade de seus serviços.

Eis o golpe de misericórdia do Cobalt: um bom carro, sem dúvidas. Mas como explicá-lo frente a concorrentes tão bons quanto e a preços mais baixos – ou frente a carros mais bem construídos pelo mesmo preço? O custo-benefício, aparentemente, é o grande Calcanhar de Aquiles do modelo avaliado. Por menos R$ 5.000 o jogo mudaria a seu favor.

Ok, dinheiro não compra tranquilidade. Mas não há tranquilidade que justifique pagar por um custo-benefício tão desvantajoso.

Ficha técnica

MOTOR

Dianteiro, transversal, a gasolina e etanol, com quatro cilindros em linha, com diâmetro de 80,5 mm e curso de 88,2 mm, 1.796 cm³ de cilindrada, 8 válvulas, potência máxima de 106cv (g)/111cv (e) a 5.200  rpm, torque máximo de 16,8 kgfm a 2.800 rpm (g)/17,7 kgfm a 2.600 rpm (e)

TRANSMISSÃO
Tração dianteira, câmbio automático de seis marchas

ACELERAÇÃO  ATÉ 100 km/h
Não informada pelo fabricante

VELOCIDADE MÁXIMA
Não informada pelo fabricante

DIREÇÃO
Pinhão e cremalheira, com assistência elétrica.

FREIOS
Discos ventilados na dianteira, tambores na traseira, com ABS e EBD

SUSPENSÃO
Dianteira, independente, McPherson; traseira, semi-independente, eixo de torção

RODAS E PNEUS
Rodas em liga de alumínio 6×15, pneus 195/65 R15

DIMENSÕES
Comprimento: 4,481; largura, 1,735; altura: 1,508; distância entre-eixos: 2,620; altura em relação ao solo: 124,9 mm; peso: 1.129 quilos.

CAPACIDADES
Tanque de combustível: 54 litros; porta malas: 563 litros; carga útil (passageiros e bagagem): 385 quilos.

Fotos | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

  • Luciano Lopes

    O motor é antigo , mas muito suave , resistente, com bom torque , silencioso e até econômico nessa última atualização e de manutenção fácil e barata .
    Cumprindo seu objetivo com louvor , não vejo porque deveria ou poderia ser outra opção. ( 1.6 16v etc…) Quem fala mal desses GM 1.8 / 2.0 é porque nunca teve um . Quem teve , como eu , sabe que é ótimo !
    No mais , tive um Cobalt 1.4 ltz em casa . Excelente carro , no meu o 1.4 tinha desempenho médio e bebia , nisso foi resolvido .

    • Caio Cartaxo

      Quem fala mal não é porque não teve um, mas porque teve um melhor mesmo. Posso até citar nomes como os motores VVT-i e V-TEC que são motores antigos mas MUITO superiores aos motor GM de familia I.

      • Luciano Lopes

        Eu tenho um Sandero SCe 1.6 16v , e um Cobalt , 1.8 antes dessa última atualização . Não vejo vantagem no 16v . Nem desempenho , nem consumo . O velho 1.8 GM é mto acertado , coisas que o tempo fazem com motores . Outro :mta gente pergunta pq a VW insiste no 1.6 8v frente ao 1.6 16v . O 8v passou pelos mesmos ajustes e é sim mais suave e retoma melhor que os 16v . São coisas que não estão em ficha técnica. Olha que o Sandero tem 120cv e o Cobalt 106cv e mais pesado .

        • ViniciusVS

          Alguns comentários acima você falou que tinha um Versa, agora você tem um Sandero?

          Sentindo cheiro de caô…

          Em todo caso, não sente vantagem no 16v do Sandero com bloco de alumínio, corrente, comando variável e maior potência contra o velho motor F1 datado? como que um 1.8 com menor potência e menor tecnologia é melhor que um 1.6 moderno e mais forte?

          Essa conversa é o mesmo que voltar 30 anos na década de 80 e o dono de um fusquinha falar que não existe diferença entre o fusca dele 0km e um Golzinho 0km com motor AP…

          • Luciano Lopes

            Sandero com motor de Versa .. isso q quis escrever . Placa QAF 6397. Não tem porque ter Cao . Nem t conheço .
            Poize .. tudo muito bonito . Na pratica , o 1.8 do Cobalt anda mais e gasta menos .

          • ViniciusVS

            Como um motor com maior litragem, menor potência e menor tecnologia é mais econômico que um motor mais leve, moderno, com menor litragem e maior potência? no caso ainda aliado a um câmbio CVT que mantém o carro em marcha lenta quase o tempo todo…

            Me diz qual é a lógica? é matematicamente impossível o motor da GM ser mais econômico. Você está se enganando

          • Paulo Lustosa

            Sandero 1.6 SCe não tem CVT meu caro, é manual mesmo. E o 1.8 da GM mesmo datado, ele tem mais torque, e é um motor amansado em relação ao da Montana 1.8 e Palio 1.8 (por sinal andava mais que o E-Torq 1.6 16V), que só com a troca do comando de válvulas pelo do VHC E 1.0 ou do SPE/4 1.0 e remapeamento, ele chega a render perto de 140 cv aspirado, porém bebe que uma beleza se liberar o potencial do bloco.

          • ViniciusVS

            Um 1.8 moderno como o do Corolla rende 140 com margem…

            O 1.8 F1 rende 140 tirando leite de pedra… Não tem como defender esse motor, ele é defasado e com pouca tecnologia.

          • Paulo Lustosa

            1.8 F1 16V rende 144 cv e com mais torque que o Corolla cara

          • Luciano Lopes

            O meu Sandero SCE é o automatizado Easyr
            Sim , é uma bosta !
            O câmbio apaga o brilho de um excelente motor

          • Luciano Lopes

            Testes
            inmetro ( olha as fichas )
            Proprietário ( eu )
            Não é impossível . É fato. É sim mais econômico que o SAndero 1.6 Sce
            Tenho os 2 em casa ! Que saco …

        • Caio Cartaxo

          Rapaz, se você não vê diferença vou te recomendar uma coisa, pega um carro 1.8 8v e um 1.8 16v bota lado a lado e acelera. Ai depois dos 3000rpm tu me diz se o 16v andou junto do 8v ou deu bengada 😉

        • Caio Cartaxo

          É obvio que a vantagem do 8v consiste em toque em baixa (coisa resolvida com o comando variado de válvula) , porém depois que enche amigo, sai da frente kkkkk, tem que no minimo não ter formação mecanica para comparar um 8v com 16v. Já já ta dizendo que um 1.8 16v anda junto de um 1.4 turbo, ai eu me mato.

          • Luciano Lopes

            Falei q gosto do comportamento geral . Tem um funcionamento suave até 5000rpm.. o SCE 1.6 é áspero , mas dispara depois das 3500rpm.
            O 1.8 GM é muito acertado . Por isso quem tem ou teve gosta . Como o testador acima gostou .
            Não se mata não . Não precisa .
            Eu só não deito em ficha técnica , amigo . Enquanto o Sandero “grita” a 140km/h , o Cobalt tá Suave na nave …

  • souza89

    Acho que o maior problema do cobalt, para mim é a estabilidade, de resto, é um carro como qualquer outro….. não tem luxo, não tem tecnologias inovadoras( não considero tecnologia uma porra de multimídia)…..

    Enfim, sem concorrente, já que o City eu acho lindo e tudo mais mas muito pobre no tato com o seu domador.

  • Marco A

    Sinceramente ele é mais bonito que Versa e Etios.
    5.000 reais, nessa faixa de preço, não tornam uma compra melhor ou pior.

    • Pedro Mello

      Cara, competição difícil! Mas seria melhor dizer menos feio.

    • Rafael Lima

      Entre eles eu preferia o Versa, mas a falta do apoio de cabeça central no versa é uma vergonha

  • Denis

    Mesmo sendo uma versão “Elite”, o Cobalt não vale o custa em termos de equipamentos de conforto e segurança. Deve muito por ser um projeto subdesenvolvido, e pelo fato de usar o chassi compartilhado com demais modelos GM, seu custo de produção o torna barato, o que acaba impedido de receber alguns itens meramente essenciais a sua categoria. Basta olhar atentamente no interior e vejamos algumas dessas ausências que carece ao carro…..

    – apoio de cabeça central traseiro…..
    https://i.wheelsage.org/pictures/c/chevrolet/cobalt_elite/chevrolet_cobalt_elite_14.jpeg

    – ar-condicionado digital…..
    http://www.campinas.com.br/sites/default/files/20_105.JPG

    – airbags laterais…..
    http://carsale.uol.com.br2016.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2015/12/FGD_8783.jpg?x73612

    – luz de LEDs…..
    http://proximocarro.com/wp-content/uploads/2017/06/farol-dianteiro-cobalt.jpg

    – rodas aro 16…..
    http://www.chevrolet.com.br/content/dam/Chevrolet/lat-am/Brazil/nscwebsite/pt/Home/Cars/Cobalt%202017/Model%20Overview/01_images/chevrolet-cobalt-2017-rodas-aluminio-15-design-exclusivo-978×552-03.jpg

    (seria bom demais pra ser verdade como o do conceito de 2011…..)
    http://drivenews.com.ua/wp-content/uploads/2011/06/ChevroletCobalt-12.jpg

    • Luciano Lopes

      Acho muito importante os airbags laterais, item que deveria já ser obrigatório, mas rodas grandes dispenso , o público desse carro é do conforto .

      • Ducar Carros

        Concordo, acrescentando o apoio de cabeça central traseiro. Aro 16 já é mais que suficiente para o público a que se propõe.

        Outra grande ausência, para um carro que se propõe familiar, e na versão “Elite”, são os controles de tração e estabilidade. Os mesmos que a GM retira do Tracker mexicano para ser vendido aqui.

    • Paulo Lustosa

      Como proprietário de um Cobalt LTZ 2013, queria apenas que ele viesse com cabeçote 16V, ESP, 4 airbags e o apoio central de cabeça. O resto deixa como está, até porque não tem veículo baseado em Gamma II com ar digital. Rodas grandes eu dispenso, as que estão nele são coerentes para conforto, que é o alvo dele.

      • ViniciusVS

        Cabeçote 16V com correia dentada? mais uma gambiarra?

        Chevrolet tem que criar vergonha na cara e desenvolver algo novo e moderno do zero, chega de remendar motor velho.

        • Paulo Lustosa

          Recomendo você pesquisar sobre o Z18XE, é o velho 1.8 com cabeçote 16V, VVT na admissão e coletor de admissão variável. É produto de prateleira e com fabricação nacional, fora a atualização N18XFF, que equipou o Cruze, e todos usam correia dentada, sendo o N18XFF, rendendo mais que o 1.8 Dual VVT-i do Corolla tanto em potência quanto em torque.

    • Irlan

      Repito o que já disse aqui há alguns meses: Esse Cobalt Elite é uma ofensa a verdadeira versão Elite dos Chevrolets da década passada, e por quê? Por não ter rodas aro 16, freios traseiros a disco, banco traseiro completo, iluminação traseira no teto, ar digital e automático, regulagem de profundidade do volante, iluminação nos espelhos dos tapa-sóis… se tivesse esses itens, aí sim justificaria os 71 mil, mas do jeito que ele é, deveria custar o mesmo que o Versa e estar por uns 5 mil a menos.
      E a comparação com o Corolla foi perfeita: dois carros com mecânica de confiança mas com preços absurdos frente a lista de acessórios que tem

  • bedotRJ

    O Cobalt é um ótimo carro. Minha mãe está no segundo, ambos LTZ 1.4. Muito confortável, bom de dirigir e de andar. Mas precisa ter preço. Esse segundo custou 45k e foi adquirido na mudança de design – é uma unidade da versão antiga, ainda com a frente de caminhão, e saiu pelo preço que custaria um Onix LTZ na época. Por 70k, mesmo sendo automático, 1.8 e com banco de couro, eu acho que não vale (prefiro o tecido aveludado da versão LTZ a esse couro marrom do Elite). A jogada com esse carro é negociar desconto. A se lamentar a decisão da GM de matar as versões LT para não colidir com o Prisma, pois o Cobalt tem melhores atributos do que seu irmão menor.

    • ViniciusVS

      Tecido aveludado?

      No começo do ano fiz o TD e olhei as versões do Cobalt pois o Elite seria uma opção de compra. Eu não vi nada aveludado na LTZ e sim um tecido misto com couro marrom nas bordas e tecido simples no centro.

      Em todo caso o Cobalt é um ótimo carro, o que mata é o conjunto mecânico, se esse carro tivesse um 1.6 16v moderno seria disparado a melhor opção.

      • Luciano Lopes

        Amigo , esse motor é ótimo . Escrevi abaixo . Suave , econômico , muito resistente e barato de manter . Bom torque em baixa . Pra que 1.6 16v ? Não iria ter vantagem . Versa anda igual , gasta mais e mais fraco d retomada . P.s. Tenho um Versa , viajei com um Cobalt , fiquei encantado

        • ViniciusVS

          É um motor datado sem tecnologia nenhuma, esse 1.8 de 111cv deveria equipar o Onix/Prisma para pelo menos ficar equivalente com os concorrentes 1.6 16v e matar o 1.0 VHC deixando o 1.4 para pelo menos justificar um 4 cilindros 8V com bloco de ferro e correia dentada.

          Joy 1.4 Manual
          LT 1.8 Manual
          LT 1.8 Automático
          LTZ 1.8 automático

          Se é para usar motor do século passado então que seja algo compatível com a falta de tecnologia. Esse 1.8 tem menos potencia que o 1.8 Flex de 10 anos atrás e a Chevrolet só entrou no PBE agora com selo “E” no inmetro que foi uma vergonha, sendo necessário usar óleo 0w20 e outras gambiarras para conseguir nota C no teste…

          Esse motor pode ser barato de manter, mas para um carro 2017 está bem longe de ser “ótimo”

          • Luciano Lopes

            Eu tenho um Sandero com o “moderno” 1.6 16v SCe . E um Cobalt LTZ 2014 1.8, ou seja , sem essa última atualização . O Cobalt anda melhor , mais suave e econômico . Além de funcionamento mais silencioso . Muitos esquecem q motor é uma arquitetura só , o resto são melhorias , mais do que avanço tem o acerto .
            As melhorias do óleo são gambiarras ??? Sério q tá dizendo isso ?? Para usar um óleo tão fino , tem q ter alguma engenharia aí amigo .
            Tem um testador acima experiente falando q é ótimo , eu sou o proprietário dizendo o mesmo e vc q nunca andou falando q é ruim .. faça um test q vai mudar sua opinião .
            Motor é acerto , amigo . Não importa o quão antigo seja .

          • ViniciusVS

            Já andei sim e não foi pouco, inclusive já tive um Chevrolet que comprei 0km com motor 1.4 Econoflex e rodei 82.000km.

            Conheço muito bem esse motor VHC tanto o 1.8 quanto o 1.4 e fiz o Test Drive em um Elite pois era uma opção de compra agora no começo do ano e o comportamento desse motor não nega a idade, a única coisa que realmente melhorou foi a direção elétrica.

            O Cobalt é um ótimo carro, tem bom isolamento acústico, é macio… mas infelizmente o motor estraga o carro, ele não rende nada para um 1.8 isso é acerto? um Etios 1.5 anda mais que ele e tem o motor menor além de ser mais econômico… não adianta defender o indefensável esse motor tem muita litragem para pouco rendimento.

          • Edson Fernandes

            E o Versa tbm anda mais… com muita facilidade.

          • Paulo Lustosa

            O Versa anda mais e bebe menos se comparar o 1.8 antigo todos os dois com câmbio manual, porém não possui o mesmo espaço interno do Cobalt, não possui o mesmo conforto de suspensão, e o acabamento é digno de Celta, bem ruinzinho por sinal, e o câmbio não é preciso e ainda tem um ruido de primeira marcha que é bastante incômodo, parecendo que o câmbio tá roncando. Por questão de espaço interno e confiabilidade, prefiro o Cobalt, mesmo eu preferindo câmbio manual ao automático, porém, se viesse o motor 1.8 adotado no Malibu Eco, aí sim, ele mesmo rendendo apenas 122 cv colocaria o Versa e companhia no bolso em desempenho e economia por ser ciclo Miller.

          • ViniciusVS

            A Nissan tinha o 1.8 da Livina que poderia ser aliado ao câmbio CVT, apesar que seria um exagero pois o 1.6 16V já tem motor sobrando e é mais econômico…

            1.8 em carro compacto é coisa do passado.

          • Calferr

            Kkkkk motor 1.8 híbrido do Malibu com SIDI e VVT, só pode estar brincando, vc acha que este motor é barato?

          • Paulo Lustosa

            Tem motor de prateleira sem ser o híbrido do Malibu baseado em F1. F1 N18XFF Dual CVVT do Cruze ou o Z18XE da Meriva 16V estão aí se a GM quiser fazer algo mais potente sem gastar muito combustível pro tipo da cilindrada do motor

          • Marcos Silva

            O problema do Versa é o barulho na cabine que depois vc se acostuma, kkk. Meu colega entrou no meu carro e perguntou que barulho é esse, teu carro tá com defeito, eu disse não, é o barulho do motor mesmo, kkkk ele tem um Mercedes, kkkk

          • Edson Fernandes

            kkkkkkkkkkkk

            Aí é sacanagem. Comparr um Mercedes. Mas a Nissan precisa melhorar esse aspecto. Meu pai tem um Versa e sim, se ouve com facilidade o motor. Eu particularmente pagaria para colocarem um revestimento acustico para baixar o ruido do motor.

          • Paulo Lustosa

            O 1.8 é taxa de compressão média, VHC só 1.0 e 1.4

          • Calferr

            É lógico que é melhor ter um motor de concepção moderna, mas sinceramente o que faz a diferença para o motorista (não o engenheiro) é torque, potência, economia e nível de ruído.

      • bedotRJ

        Pode ser que a GM tenha descontinuado o tecido de veludo nas novas versões LTZ, substituindo-as por esse misto de tear com courito – uma péssima escolha, a meu ver (mas o mercado adooooora essa porcaria imitando couro). As Spin LTZ mais recentes e o Prisma LTZ não têm tecido aveludado, só tear mesmo. Parece que o público não está mais dando valor a esse tecido de veludo, que era o diferencial nos carros dos anos 80 e 90. Uma pena.

        • ViniciusVS

          Achei o “couro” do Elite agradável… Hoje não usam mais veludo, ou é aquele tecido grotesco de carro popular ou couro sintético/misto.

          • Edson Fernandes

            Que terrivel! porque os primeiros LTZ eram veludo! Digno de lembrança direta ao Monza ! (e é um elogio)

            Quando ele veio ao mercado, eu enchi o saco do meu pai para ao menos conhecer. E ele hoje tem um Versa felizmente se mudando da Fiat (que considerou e eu considero o Grand Siena inferior).

      • Paulo Lustosa

        Meu LTZ 13/13 pra uso diário tem bancos de veludo de fábrica

    • Mineirim

      É isso que eu queria entender. O Prisma e o Cobalt, para eu que não entendo de Chevrolet: diferença é o tamanho?

      • bedotRJ

        Há uma série de pequenas diferenças perceptíveis apenas para quem convive com os dois frequentemente. Comprei um Onix de uma amiga para revender e estou andando esporadicamente com ele. Além dos materiais, há alguma diferença em termos de dirigibilidade. O Cobalt tem uma rodagem mais “aveludada”, enfrenta melhor o asfalto. É mais amplo, mais espaçoso, mais silencioso, mais confortável. Seria uma espécie de versão ‘premium’ do Prisma. E, a despeito disso, o Prisma costuma ser mais caro quando em versões equivalentes. Mostrando como o design é essencial para o sucesso de um modelo.

      • Paulo Lustosa

        Não só o tamanho, mas o acabamento do Cobalt é melhor, a suspensão é mais reforçada, pneus de medidas maiores, câmbio diferente do Prisma mesmo na versão 1.4, sendo de relações longas no Prisma, herdado do Prisma antigo, e no Cobalt adotado o de relações curtas pra compensar o maior peso.

        • Mineirim

          Não sabia. Pensava justamente o contrário: que o Prisma era superior. Nunca entendi esses dois sedãs na mesma marca. Valeu!

          • Paulo Lustosa

            O Cobalt realmente é superior, e bem mais silencioso. Você nem escuta o ronco de Celta dentro do carro, enquanto no Prisma dá pra escutar o ronquinho de Celta. E a diferença de 30kg de peso do Prisma com o Cobalt, o Cobalt compensa com um câmbio de relações curtas e mais reforçado (Prisma é F15-5 WR, o mesmo do antigo Prisma derivado do Celta, enquanto o Cobalt é F17-5 CR tanto no 1.4 quanto no 1.8, mudando entre eles apenas a relação de diferencial), fora também o espaço interno maior por ser 10cm maior de entre-eixos e porta-malas 63l maior. Pela diferença de preços em versões, compensa mais o Cobalt ao Prisma

        • Cristiano Arruda

          Suspensão mais reforçada ainda? Temo que isso signifique “mais dura.”

          • Paulo Lustosa

            As bieletas de suspensão, barras estabilizadoras, amortecedores e molas são diferentes do Onix e Prisma por causa do peso maior do carro. Se por no Prisma, ele fica mais duro, porém no Cobalt o ajuste fica macio por conta da carga maior, que é mais apta a lidar com o maior peso dele.

  • Pedro Mello

    De alguma forma me lembra o Logan Era horroroso, fez uma plástica ficou feio.

  • HugoCT

    E o consumo ?

    • Luciano Lopes

      Ficou bom nesse 1.8 atualizado .10/14km l , cidade estrada .

  • Danilo

    Sou suspeito pra falar desses motores Família 1 da GM pois gosto muito deles, só que esse carro, ainda mais depois da reestilização, merecia pelo menos o ecotec 1.6 que era do Sonic ou 1.8 que era do Cruze geração antiga, ou até mesmo, se tudo isso não fosse possível, esse mesmo 1.8 só que com cabeçote 16v igual do Stilo, que com gasolina rendia 122cv, sendo Flex, geraria mais força e representaria um aumento muito pequeno no custo de produção desse motor. Ou seja, resumindo, o bom 1.8 8v ficou pequeno pra esse novo Cobalt que merecia algo um pouquinho melhor ao se tratar de motor.

  • Luke

    Gostei dos pneus de perfil alto. São coerentes com a proposta de uso familiar e tranquilo e totalmente adequados à buraqueira nacional. Vejo muitos carros por aí com rodas aro 16 ou 17 e até mesmo 18 sem necessidade de tê-las. Além de subir o preço na hora da compra e na manutenção, deixam o carro muito sensível e vulnerável.

    • Luciano Lopes

      Penso igual , gosto de pneus perfil alto

  • Joaquim Grillo

    na boa prefiro ele do que um corolla não por marca, desenho e udo mais pelo absurdo de preço do corolla

  • Anderson SP®

    A GM mexeu em lugares onde não deveria ter mexido como a traseira dele, a do modelo antigo era muito mais bonita que essa atual, os pontos fracos dele sempre foram a frente desproporcional e o motor de concepção antiga, na traseira bastava manter a mesma lanterna e talvez mudar a disposição interna dela que bastaria, no mais parece ser um bom carro, pelo menos taxista gosta bastante dele.

  • Licergico

    1.8 de 106 cv . em 2017 . passo.

    • Luciano Lopes

      Torque ?? Retiradas rápidas , aceleração tb .. Eu gostei

      • Licergico

        16,8 kgf. ( 0-100 em 13,2s … segundo 4r) .
        É um motor moderníssimo pro ano de 1994 .

        • Paulo Lustosa

          17,7 kgfm e 0-100 em 11s se for câmbio manual.

          • Licergico

            moro no rio então o torque é 16,8 kgf.m e o carro avaliado na matéria é at . 0-100 em 13,2s . ( medidas com gasolina )

          • Paulo Lustosa

            Estranho, eu vi 0-100 em 11,6s justamente o automático. Eu não ligo pra 0-100, ligo mais pra retomadas, que é onde o torque impera. Pra ter ideia, o Cobalt arranca mais rápido que o Old Cruze com 140 cv devido ao torque ser bem mais cedo que o do Cruze e o carro ser bem mais leve (Elite pesa 1130 kg e o Prisma 1.4 LTZ, esse sim, que faz em 13,2s pesa 1100 kg). Porém, ultrapassagem é outros 500 e nisso, vou citar um veículo fora de linha, que é a F-250 4.2 MWM, que em linha reta a partir da imobilidade, tomava vara da Ranger 2.8PS, mas nas retomadas, chegava a varar até carro esportivo como Golf GTI, e em retomada, só quem retoma mais rápido que o Cobalt é o Versa por ser bem leve, isso por experiência própria, já o City é manco e precisa de várias reduções pra poder compensar, fora o carro ser bem pelado e com acabamento fraco pro peso. Questão de acabamento nem preciso falar que o Cobalt tem acabamento melhor que os dois, principalmente os primeiros que até bancos em veludo possuíam.

  • Whering Alberto

    Onde fica o botão/alavanca da recirculação do ar?

    • Whering Alberto

      Já achei. kkkkk

      • Whering Alberto

        Falando do carro em si, vejo um sedã emergente com preço de global, com um visual desarmônico, excelente espaço interno e confiabilidade mecânica. Para vendas diretas é ótimo.

  • Dreidecker

    Realmente haja tranquilidade com este jurássico motor OHC da década de 80.

  • wagner

    A reestilização fez bem a dianteira do carro. Porém, a traseiro ficou com jeito e forma de Gambiarra.

  • Jean Soares

    Esse carro não tem apoio de cabeça central no banco de trás? Oi??????

    Quem compra esse carro pode levar junto um atestado de insanidade!

  • João Guilherme Tuhu

    Um ótimo veículo, exatamente para desfrutar sem pressa. Compará-lo com o Fiesta Sedan é bobagem – o ‘Onixzão’ é bem maior e mais confortável, mesmo ultrapassado tecnicamente. O Cobalt é cumpridor, robusto, e, devo dizer como proprietário de um Onix: como a GM melhorou os motores e câmbios! A transmissão manual ficou uma beleza. E digo mais: se a fábrica oferecesse ao público a versão LT 1,4, ia vender muito mais.

    • João Guilherme Tuhu

      Ah, é mais confortável e espaçoso que o Corolla. É com manutenção bem mais barata.

  • dogmarley

    deus me livre

  • Eduardo Sad

    Tive um Cobalt 12/12 1.4 Rodei 100mil km com ele. Fui de MG à Argentina, Paraguai, Gramado-RS, Nordeste, Goiás… Sem sobressaltos. Excelente carro pra viajar. Porém, não vi vantagens em desembolsar tanto dinheiro pela nova unidade 0km. Some-se a isso o fato que apareceu um Corolla 14 novinho, câmbio manual de 6 marchas, motor melhor… Enfim, do jeito que eu queria… E 15mil a menos que o Cobalt LTZ 1.8 Manual que me atendia. Peguei o Corolla… Enfim, concordo com o que a reportagem diz, que existem semelhanças no Cobalt e no Corolla.

    • O motor 1.4 deu conta do recado? Pergunto no que diz respeito à desempenho na estrada (aceleração, retomadas etc.).

      • Eduardo Sad

        Olha, considerava o desempenho bastante satisfatório. O veiculo tem generosas medidas mas não pesa tanto. O motor, apesar de concepção antiga, tem um desempenho honesto. Perdia-se rendimento com o ar ligado, de forma bem perceptível. Porém, como moro em clima ameno, não fazia falta boa parte do ano. Existia apenas uma situação que considerava crítica: andar com lotação máxima e ar ligado: nesta condição, há de se ter bastante paciência… Mas não era meu perfil de uso, em nenhuma condição. Pra quem anda nesta característica, há de se considerar o modelo 1.8

  • luiz antonio vieira souza

    Ótimo carro! Espaçoso (e bote espaço nisso) e até econômico. Só era feio pra dedéu!
    O problema principal desse carro se chama Custo x Benefício!
    Quando lançado no início, tinha um excelente preço. Depois do facelift, corrigiram o visual estranho mas aplicaram a lei da oferta e da procura e encareceram o carro bastante.
    Merece um motor melhor que o 1.4. Mas é um ótimo carro.

    • Paulo Lustosa

      Cobalt atualmente só o 1.8, e o 1.4 antigo anda igual ao Prisma devido a transmissão ser outra e ter apenas 30kg a mais no peso do carro.

      • luiz antonio vieira souza

        Corrigindo o que escrevi errado: 1.8.

  • Mr. Pug

    É muita cara de pau da GM usar em pleno 2017 um motor tão jurássico em um carro que custa mais de 70k.

  • leonardo

    Dinossauro.

  • Cristian Dorneles

    Elite….

    RISOS

  • Eskarmory .

    Cara como esse design é infeliz, fico impressionado.

  • Marco

    É um bom carro, mas que mesmo com o “tapa no visual” não deixa de esconder que tem um design horroroso de perfil, a despeito do que era sua frente medonha e sua traseira insossa. O que desanima é saber que o México tem o Chevrolet Cavalier, equivalente em preço, tamanho e equipamentos e nós contamos com essa marmota. Melhorou muito, mas está muito longe de ser bem concebido estilisticamente. Teria que voltar prá prancheta e começar do zero, muito embora se comenta na fábrica e nos sites especializados que não terá uma nova geração. Virá um novo produto entre o Cruze e o Prisma. Provavelmente, o novo Cavalier mesmo.

    • Paulo Lustosa

      Acredito que não será o Cavalier, pois como é derivado do Cruze e foi desenvolvido pro mercado chinês, imagino que seja tão apertado quanto.

    • ViniciusVS

      Levando em consideração a postura da marca, é bem provável chegar o atual Cavalier ( que até lá estará defasado…) como “New Cobalt”

  • “É um Corolla de quem não tem cem mil reais em caixa para comprar um zero-quilômetro”.

    Ou seja, é um sedan médio de pobre. =D

  • Calferr

    Pois eu já acho o contrário. É lógico que não dá pra comprar o Cobalt com os sedans médios, mas nem é esta a pretensão dele. Então por 71 mil, um carro deste porte e com este nível de equipamentos? Se pensarmos em um sedan familiar, pra alguém que precise de espaço, a diferença de espaço para seus pretensos concorrentes (Versa, Etios sedan etc) é grande. Acho sim uma boa compra, e considerando a realidade do mercado, muito boa relação custo x benefício.

  • Cristiano Arruda

    Freios a tambor na traseira.

    TODO MUNDO ESQUECEU DO PEUGEOT 408 1.6 THP?

  • Igor Guimasi

    “O item só não leva nota 10 graças”… rsssssss