taxi_eletrico_nissan_leafA Nissan comemora dois anos do programa táxi elétrico no Rio de Janeiro. Segundo a marca as 15 unidades do Leaf 100% elétrico formam a maior frota de táxis elétricos da América do Sul. Juntas as unidades rodaram cerca de 900 mil quilômetros sem emissões de poluentes nos dois primeiros anos do projeto. Em comparação com um automóvel de porte médio com motor a gasolina rodando a mesma quilometragem, cada táxi elétrico evitou que fosse despejado na atmosfera nove toneladas de CO2.

Ainda segundo a Nissan, se somada toda a frota de LEAF que roda atendendo a população e turistas no Rio, em apenas um ano, foi evitada a emissão de mais de 135 toneladas de CO2. Uma prova de que, além de atender com conforto e qualidade os usuários, podendo ser usado normalmente no dia a dia, o carro 100% elétrico é uma solução real para a mobilidade sustentável.

De acordo com a marca japonesa o Leaf foi projetado para atender às necessidades da mobilidade urbana moderna. O modelo conta com espaço, conforto e potência dos veículos à combustão. O elétrico chegou comercialmente nos Estados Unidos e no Japão em dezembro de 2010, e em 2011 na Europa. Atualmente, o modelo já tem mais de 150 mil unidades vendidas em todo o mundo. O módulo de 48 baterias de íon-lítio tem autonomia de cerca de 160 km e pode ser recarregado em carregadores caseiros em até quatro  horas, ou em apenas 30 minutos com os ‘Quick Chargers’ (carregadores rápidos), como os utilizados para abastecer os táxis dos programas do Rio.

Além da contribuição ecológica o táxi elétrico também proporciona uma significativa redução das despesas com abastecimento. Em relação a um carro do mesmo porte abastecido com etanol, levando-se em consideração uma média anual de 30 mil quilômetros rodados em ambiente urbano, a economia de cada LEAF táxi, sendo recarregado usando a rede elétrica, ultrapassa os R$ 10 mil por ano se comparado com um carro a gasolina. O condutor ainda faz outras economias com um carro elétrico proporciona outros ganhos aos motoristas. Por exemplo, não há manutenção de componentes como filtro de óleo, óleo do motor e outros pelo fato do motor não ser a combustão.

Foto | Bruno Mendes/Nissan/Divulgação