Câmbio automatizado mostra evolução no Fiat Mobi GSR; porém, não consegue deixar de lado todas as características da época em que ainda se chamava Dualogic 

Por Alexandre Soares

Nem parece, mas já faz 10 anos que a Fiat utiliza o câmbio Dualogic no Brasil: o Stilo foi o primeiro a recebê-lo, em 2007, quando sua linha 2008 chegou ao mercado. Curiosamente, só em 2017 a empresa o associou a um motor 1.0, na versão Drive do Mobi. Junto com essa nova aplicação e com o aniversário de uma década, veio uma troca de nome: a transmissão agora se chama GSR, sigla de Gear Smart Ride. Porém, não se engane com essa mudança de identidade: apesar da nova denominação, o sistema mantém todo o conceito básico, com uma embreagem acionada por um atuador hidráulico, de funcionamento automático, e cinco marchas.

Câmbio GSR

Apesar de permanecer com toda a arquitetura básica de 10 anos atrás, o câmbio Dualogic – ops, GSR – traz algumas novidades. A maior delas é a utilização de atuadores de menor inércia, para produzir menos ruídos. Também há mais funções, decorrentes da eletrônica: as trocas ascendentes só ocorrer quando a central julga necessário, para evitar que ocorram mudanças de marcha em momentos inoportunos, que tenham que ser sucedidas por reduções. A programação inclui ainda uma espécie de punta-tacco, que eleva a rotação durante algumas trocas, e aumento de rotação em arrancadas em subidas, ambas para melhorar as respostas e reduzir trancos. As funções anteriores, como a creeping, que põe o veículo em movimento ao se tirar o é do freio, e a auto-up shift abort, que inibe mudanças ascendentes em momentos de súbita aceleração, foram mantidas.

Se, em sua plenitude, a transmissão está longe de ser nova, ao menos o motor 1.0 ao qual ela está acoplada é muito atual: trata-se do três cilindros da família Firefly, com seis válvulas acionadas por corrente e variador de fase. O bloco e o cabeçote são de alumínio, e o sistema de partida a frio se dá por aquecimento dos bicos injetores, sistema que dispensa o subtanque de gasolina. Esse propulsor, que é o único associado ao câmbio GSR (o Fire continua equipando outras versões do Mobi, mas apenas com caixa manual), desenvolve 77 cv de potência com etanol e 72 cv com gasolina, sempre a 6.250 rpm, além de 10,9 kgfm de torque com o combustível vegetal e de 10,4 kgfm com o derivado do petróleo, a 3.250 rpm.

Câmbio evoluído, mas ainda limitado

Após dirigir o Mobi GSR, chegamos a duas conclusões: uma delas, boa, é de que entre todos os carros automatizados da Fiat que já experimentamos (e olha que foram muitos), o subcompacto é, provavelmente, aquele no qual o casamento entre câmbio e motor foi mais acertado. Isso é notável, principalmente em uma transmissão que trabalha junto a um propulsor de baixa cilindrada. Os trancos diminuíram, assim como a indecisão da central eletrônica em fazer as trocas. A outra conclusão, ruim, é de que, apesar dos avanços, os inconvenientes citados não sumiram, apenas foram atenuados. Assim, em determinadas situações, como na mudança da primeira para a segunda marcha ou naquelas que ocorrem quando o motorista está acelerando mais forte, os ocupantes ainda sentem solavancos provenientes da atuação da transmissão. E, em alguns momentos, como em subidas, a central eletrônica ainda faz trocas inoportunas. Para fugir desses precalços, só mesmo optando por um sistema automático ou automatizado de dupla embreagem, que tem funcionamento muitíssimo mais suave (ou mesmo  pelo manual e usá-lo corretamente). No mais, o escalonamento das marchas é correto, e, a 120 km/h, em quinta, o propulsor gira a 3.600 rpm, valor baixo para a cilindrada.

A direção com assistência elétrica, que chegou junto com o motor FireFly, é leve, mas poderia entregar maior progressividade, ao passo que a suspensão, que se vale da tradicional combinação de conjuntos do tipo McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira tem calibragem macia e filtra bem as imperfeições do solo, mas deixa a carroceria rolar em curvas. Esse comportamento é muito parecido com o do Uno, mas deslocamentos de ar na estrada e ondulações no asfalto são mais sentidos, devido ao entre-eixos menor.

Desempenho e consumo satisfatórios

No mais, em relação à dirigibilidade, o Mobi Drive mantém as características da versão manual. A agilidade no trânsito urbano é ótima para um hatch 1.0, em virtude do baixo peso do veículo (965 kg) e da boa performance do motor em baixas rotações, apesar de ocorrer perda de rendimento a partir de 4.000 rpm, o que não chega a surpreender por causa da arquitetura com duas válvulas por cilindro. O que destoa do conjunto é o sistema de freios simples, com discos sólidos na frente e tambores atrás. Também beneficiadas pela leveza do hatch, as frenagens não chegam a ser ruins, mas a utilização de discos ventilados, além de permitir melhores resultados, ainda tornaria o sistema menos suscetível à fadiga.

Em consumo, o Mobi se saiu bem, mas não chegou a apresentar vantagem perceptível em relação à concorrência. A unidade avaliada pelo Autos Segredos cravou 12 km/l no ciclo urbano e 15,3 km/l no rodoviário, com gasolina. Esses números estão na média de outros hatches com motor 1.0 de três cilindros que foram submetidos às nossas aferições. A autonomia, levando em conta esses resultados, chega a 734 km. Nossos números foram mais baixos que os do programa de Etiquetagem Veicular do Inmetro, que são de 14 km/l na cidade e 15,9 na estrada, com o mesmo combustível, enquanto, com etanol, as médias são de 9,8 e de 11,1 km/l, respectivamente. As notas, como sempre, foram dadas com base em nossas medições; as no padrão do órgão foram citadas como informações complementares.

Pequeno por dentro e por fora

O câmbio GSR, surpreendentemente, acaba trazendo um pequeno prejuízo ao espaço interno: enquanto nas versões manuais há dois porta-copos na frente da alavanca de marchas, na automatizada essa área é toda ocupada pelos botões que acionam a transmissão. Esses nichos fazem falta, pois há poucos outros locais para acomodar não apenas recipientes de bebidas, mas também pequenos objetos: não há nada além de porta-mapas nas duas portas dianteiras. No mais, o espaço interno é o mesmo de sempre: ou seja, bastante limitado, mesmo para um subcompacto: no banco traseiro, até adultos de média estatura não escapam de esbarrar os joelhos nas poltronas dianteiras. Em tese, cabem três pessoas ali, mas o melhor é rodar com, no máximo, duas, tanto por causa da falta de área útil quanto devido à ausência de cinto de três pontos e encosto de cabeça para o passageiro central.

O porta-malas, de  235 litros, é o menor entre todos os automóveis nacionais, mas ao menos o banco traseiro, além de rebatível, é bipartido. Ainda por cima, o Cargo Box, caixa oferecida como opcional para compartimentar o volume, mais atrapalha do que ajuda: além de reduzir a capacidade do bagageiro, ainda é difícil de ser retirada e recolocada. O acabamento, por outro lado, não faz feio, com bons encaixes e plásticos de diferentes texturas. Esses materiais são todos rígidos e não há sequer enxertos de tecidos nas portas, mas isso não chega a destoar na categoria do Mobi.

Ergonomia

O motorista goza de uma posição razoavelmente ergonômica, que deixa a desejar pelos pedais muito próximos e levemente deslocados para a direita, assim como ocorre no Uno. O banco, que tem espuma de baixa densidade, apoia bem a coluna, mas o assento curto não acomoda as inteiramente coxas. Além disso, o ajuste de altura é item opcional. Já o volante traz essa regulagem de série, mas não oferece a do tipo telescópico nem mesmo como item pago à parte. Ao menos esse componente tem boa pegada. Outro ponto negativo é o painel com conta-giros muito pequeno, que dificulta a leitura e sem termômetro do fluido de arrefecimento, ainda que o display digital no centro do velocímetro tenha boa visualização.

Conectividade

O veículo testado pelo Autos Segredos estava equipado com o Kit Live On. Durante o período de avaliação, o aplicativo da Fiat (necessário para comandar todas as funcionalidades) foi instalado em celulares com sistema Android (mas ele também está disponível para iOS), e tudo funcionou bem.  Basta encaixar o aparelho no local destinado a ele para operar via Bluetooth, de modo bastante intuitivo, os comandos do sistema de som. O dispositivo tem ainda outras funções, como a ferramenta Eco Coaching, que “ensina” o motorista a dirigir de modo econômico (como em uma central multimídia convencional) e compatibilidade com apps de geolocalização e de streaming de músicas.

Porém, ainda há alguns pontos a evoluir: faltam comandos por voz para fazer ligações e conectividade com o WhatsApp.  Outro inconveniente é a necessidade de utilização do telefone para ver as funções do aparelho de áudio: o rádio funciona e pode ser operado pelos botões no volante, mas o motorista não vê qual estação está escutando ou qual faixa do pen-drive está sendo tocada – há entrada USB que pode ser utilizada, inclusive, para carregamento de baterias. Não chega a ser uma falha grave, mas essas informações poderiam ser exibidas na janela digital no centro do velocímetro, junto com as telas do computador de bordo. Apesar  de um ou outro ponto negativo, o  mecanismo é bastante interessante.

Itens de série e opcionais

Além do Kit Live On, há outros opcionais como o pacote batizado de Kit tech, que custa R$ 3.770 e reúne chave canivete, faróis de neblina, rodas de liga leve, alarme, sensores de estacionamento e retrovisores elétricos, entre outros pormenores. Para quem prefere um sistema de áudio mais convencional, há o Connect, com rádio com Bluetooth, audio streaming e entradas USB e Aux, por R$ 1.370.

De série, o Mobi drive traz apenas o essencial em termos de conforto para os ocupantes: há ar-condicionado, direção elétrica, vidros elétricos nas portas dianteiras, travas elétricas, comando interno de abertura do porta-malas e da tampa do tanque de combustível, computador de bordo (com medições de distância, consumo médio,consumo instantâneo e autonomia). Os equipamentos de segurança se resumem aos obrigatórios por lei freios ABS e airbags frontais, além de sinalização de frenagem de emergência (que aciona o pisca-alerta em desacelerações bruscas). Básica, a versão Drive GSR custa R$ 44.780, mas pode chegar a R$ 51.390 com todo o conteúdo extra, inclusive a pintura metálica.

No segmento, automatizado é única opção ao manual

Quem quer um carro 1.0 sem pedal de embreagem tem um leque limitado de opções: os poucos modelos disponíveis adotam câmbios automatizados de  uma embreagem (a exceção é o Kia Picanto, que contudo tem preço e padrão de construção superiores). Nesse universo, o Mobi GSR mostra-se uma opção válida, graças ao bom casamento, na medida do possível, entre o câmbio GSR e o propulsor FireFly. Porém, as expectativas devem ser realistas. Afinal, apesar da notável evolução ao longo desses 10 anos, a transmissão automatizada da Fiat ainda mantém certos desconfortos decorrentes do funcionamento, já descritos no texto, conhecidos desde quando a primeira geração do Dualogic chegou ao mercado, 10 anos atrás. Isso não chega a ser surpresa, pois elas são inerentes à arquitetura do  sistema; para evitá-las, só mesmo adquirindo um modelo equipado com caixa automática, mas isso requer um upgrade de segmento.

AVALIAÇÃO Alexandre Marlos
Desempenho (acelerações e retomadas) 8 9
Consumo (cidade e estrada) 9 9
Estabilidade 6 7
Freios 6 7
Posição de dirigir/ergonomia 7 7
Espaço interno 5 5
Porta-malas (espaço, acessibilidade e versatilidade) 5 5
Acabamento 6 6
Itens de segurança (de série e opcionais) 6 7
Itens de conveniência (de série e opcionais) 7 7
Conjunto mecânico (acerto de motor, câmbio, suspensão e direção) 7 7
Relação custo/benefício 7 7

Ficha técnica

 »MOTOR
Dianteiro, transversal, três cilindros em linha, 6 válvulas, gasolina/etanol, 999 cm³ de cilindrada, 72 cv (g)/77 cv (e) de potência máxima a 6.250, 10,4 kgfm (g)/10,9mkgf (e) de torque máximo a 3.250 rpm

»TRANSMISSÃO
Tração dianteira, câmbio automatizado de uma embreagem e cinco marchas

»ACELERAÇÃO ATÉ 100 km/h (dado de fábrica)
14,8 segundos com gasolina e 13,9 segundos com etanol

»VELOCIDADE MÁXIMA (dado de fábrica)
161 km/h com gasolina e 164 km/h com etanol

»DIREÇÃO
Pinhão e cremalheira, com assistência elétrica

»FREIOS
Discos na dianteira e tambores na traseira, com ABS

»SUSPENSÃO
Dianteira, independente, McPherson; traseira,  traseira, semi-independente, barra de torção

»RODAS E PNEUS
Rodas em aço, 5,5 x 14 polegadas, pneus 175/65 R14

»DIMENSÕES 
Comprimento, 3,560 metros; largura, 1,636 m; altura, 1,480 m; distância entre-eixos, 2,376 m; peso: 965 quilos.

»CAPACIDADES
Tanque de combustível: 48 litros; porta-malas: 215 litros; carga útil (passageiros e carga): 400 quilos.

 Fotos | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

  • Jad Bal Ja

    Subcompacto para 5 pessoas só existe na cabeça de brasileiro. Mobi, Up, Picanto etc… são carros para 4 pessoas.

    • Pior do que isso apenas a Pampa, que absurdamente teve versão para 3 ocupantes homologada.

      Digo absurdo por experiência própria, pois já viajei com meus 2 irmãos numa Pampa e a parte do banco referente ao passageiro do meio simplesmente não possui espaço para as pernas!

    • Ducar Carros

      Na verdade, subcompacto é para até duas pessoas, e, mais do que isso, só eventualmente. Se a pessoa quer levar três ou mais pessoas com frequência, é melhor pular para os compactos (no mínimo).

      • DiMais

        é um conceito difícil de se colocar na cabeça de um povo que compra carro por metro, na Europa citycars e superminis tem faixas de preços intercaladas (a Fiat se dá ao luxo de vender o 500 mais caro que o Panda).

    • souza89

      2 pessoas vão com conforto… ou crianças… nova demanda mundial, carros pequenos, para famílias pequenas…

      • DiMais

        city car sempre existiu na Europa, mas lá entende-se que é um carro prático para ser usado no dia-a-dia e não um carro que sirva para todos os propósitos.
        se for pesquisar as faixas de preços de pares europeus (108/208, up/Polo, 500/Panda, Twingo/Clio, Adam/Corsa, C1/C3) eles não se distanciam muito, deixando para o consumidor a escolha pelo produto que melhor atende as necessidades.

    • Luciano

      Não só os subcompactos, os compactos também só acomodam dignamente dois adultos no banco traseiro, e olhe lá. Mesmo alguns médios são deficientes em conforto para o passageiro do meio.

    • festivaldoJapãoemSP

      kei car

    • Miguel

      Carro de 4 pessoas pra vc dar uma carona para o trabalho ou levar filho pequeno pra escola. Juntar 4 pessoas e viajar com isso deve ser penoso, além de arriscado.
      O conceito deveria ser mesmo city car, mas sabe como é, nem todo mundo pode ter 2 carros na garagem…

      • Zigfrietz Tazogh

        Nem toda garagem cabe 2 carros.

    • 1945_DE

      No UP cabem as cinco e ainda tem um porta-mala descente. 51.400,00 em um carro desse com consumo muito aquém ao do UP TSI. Não vale a pena.

  • Artur

    Ótima avaliação, imparcial e com várias informações que normalmente não são trazidas em avaliações análogas.
    Não obstante as limitações, achei interessante o sistema Live On. A Fiat deverá oferecê-lo no lugar do rádio Connect, sem estar vinculado a um pacote de opcionais.

    • Pedro Mello

      Concordo com você , só discordo da reportagem quanto a importância da conectividade com Whats App. Carro e esses tipos de aplicativos não combinam.

      • Franco da Silva

        Esse aplicativo, em especial, tem um magnetismo nas pessoas. É impressionante!
        TODOS os dias tem alguém completamente alheio ao mundo, “trafegando” bem abaixo da velocidade que deveria, trancando todo mundo. Aí, ao fazer a ultrapassagem, nota-se o “ser” olhando para a tela do telefone, ou segurando o aparelho daquela forma idiota (para gravar áudio)… isso se não for durante a noite, quando é possível ver, mesmo antes da ultrapassagem, a luz do telefone!

        • Alexandre Carneiro Soares

          Meu caro, penso que é exatamente por causa desse magnetismo que o sistema deveria ter compatibilidade com o Whatsapp. A tendência é de que as pessoas continuem usando o aplicativo enquanto dirigem, e como não não é possível fazê-lo da maneira correta, por meio do sistema multimídia, elas acabam manuseando o próprio aparelho, o que é bem mais perigoso para quem dirige.

      • Artur

        Concordo. A limitação principal seria na questão de não aparecer o nome da música no computador de bordo. De qualquer forma não é um defeito muito grave.

    • Luconces

      Somos 2!

      Dos blogs que tenho seguido ultimamente o AutosSegredos e o NA são os mais imparciais.

    • marc

      breve os rádios somem, quando me falaram que iam tirar os CDs player dos carros não acreditei, agora só USB e bluetooth, em breve só esses tipos live on e as centrais multimídia

  • Mardem

    O trem de força é ótimo, o câmbio é meia boca, mas mesmo que fosse um automático convencional, não tem como engolir a feiura do Mobi. No quesito design, ele briga de foice com o Etios na disputa pelo título de carro mais feio feito no país!

    • Luciano Lopes

      Mas isso é subjetivo né ? Não vejo toda essa feiura no Etios não … Não gosto do estilo rebuscado do HB20, por exemplo. Acho o Gol muito bem resolvido .

      • Mardem

        Sim! Gostar é subjetivo. Eu o acho horrendo, mas tem quem o ame. Passei na css pra conhecer o Argo e o vendedor quis me apresentar o Mobi. Já disse de cara: nem gaste sua saliva. Pra mim, é um carro muito errado em todos os sentidos.
        Mas o problema é que essa questão extravasa o campo da subjetividade. No que tange o design propriamente dito, ele é mal resolvido. Ele tem proporções erradas, mal aproveitamento de espaço, linhas controversas e falta de harmonia geral.
        É uma dicotomia complicada, porque o campo do design abraça o lado “estético” e o lado “projetual” da coisa. Eles teriam de andar juntos. No Mobi aconteceu isso, mas ambos foram pelo caminho errado.

        • Luciano Lopes

          Vc tem razão .. rsss …Pra mim a VW , Audi e BMW provam q menos é mais , não precisa de muito para fazer um carro bonito ! E custa o mesmo q um carro feio …O Jetta , por exemplo, com seu estilo convencional me agrada mais que o Cruze .

        • NORDSK

          É por aí mesmo,

    • marc

      O Etios é horroroso

    • Hater x Haters

      Up, Etios e Mobi: o 3 monstrinhos.

  • Luciano Lopes

    Opinião de quem tem automatizado( easyr) Funciona perfeitamente, no modo manual . Contraditório, mas é verdade . Um toque , troca rápido , responde bem reduções, melhor que manual . No auto , um desastre! Só com pé muito leve e sem pressa pra funcionar a contendo.

    • Verdades sobre o mercado

      Os Dualogic a partir da versão PLus funcionam bem, tirando a passagem da primeira para segunda marcha(um pouco menos confortável), as demais trocas são próximas à de um AT “de verdade”, agora obviamente que é para quem está saindo de um manual, pois os AT “de verdade” é superior em conforto e agilidade, porém cobra o preço no consumo urbano.

      • Raimundo A.

        Caro, vamos parar com essa de automático de verdade, pois não existe o de mentira. Se há má fé ao dizer que um sistema automatizado simples entrega as mesmas condições de um que usa conversor de torque por exemplo, o contexto é outro.
        Colocar entre aspas a palavra verdade também não ajuda, até para quem tem um nick chamado Verdades sobre o mercado.
        Se é para falar em verdade, então vamos usar as palavras apropriadamente e não nas mentiras, vícios, do mercado.

        • Verdades sobre o mercado

          Prezado Raimundo, creio que vocÊ não entendeu o sentido de eu colocar entre aspas. Uma das funções das aspas é o de ironizar, outra é a de destacar, e eu utilizei as aspas para destacar e ironizar, pois como você, penso que o uso da expressão câmbio automático de verdade não é correta. Normalmente em meus comentários utilizo o termo automático com conversor de torque, mas desta vez quis fazer diferente, mas creio que não ficou claro.

  • RKK

    “A programação inclui ainda uma espécie de punta-tacco, que eleva a rotação durante algumas trocas” -> Isto só faz sentido se for em redução de marchas.

  • Milton-GT

    Os números de Aceleração divulgados pelo Auto Segredos são da versão com motor Fire. Os números da Fábrica para a versão Drive, com motor Firefly, no 0 a 100 Kl/h é de 12 s. no Etanol e de 12,8 s. na Gasolina

    • Mineirim

      Um foguete! kkk

      • Milton-GT

        Não é um foguete mas pelo menos vence o Onix 1.4

  • Victor

    Mobi é um projeto muito porco. Pode encher de coisa, mas nada justifica esse carro.

    • Luciano Lopes

      Dirige um . Talvez mude sua opinião. Mudou a minha , muito bom de guiar , esperto no trânsito , acerto de suspensão perfeito ! P.S.: Não tenho Fiat

      • Victor

        Já dirigi quilos de Mobi, trabalhava na Fiat durante o lançamento do carro. Ninguém na concessionária gostou do carro.

      • NORDSK

        Nunca andei nesses carro, apenas vi por fora e tentei sentar no banco traseiro, mas quem tem fala que é desconfortável para uso intensivo, pois os bancos são ruins; inclusive a própria matéria fala que são curtos e não apoiam as pernas, além disso,os encostos dianteiros provocarem dores nas costas.

    • marc

      Exato, um frankzinho, o uno com essa frente aí faria melhor, mas não, tinham que fazer um carro mais apertado ainda, e para elevar todo o preço da gama Fiat

  • R.C.B.
    • tiago

      Pelo menos aqui falam mal dos carros, quando julgam necessário.

      • R.C.B.

        Sim, por isso e outras coisas acesso quase diariamente.

  • HugoCT

    Acho que muito pegam pesado com o Mobi, um carro que para duas pessoas atende perfeitamente, com ocasionalmente duas pessoas atras. O GSR é um dos melhores automatizados do mercado, tem varias funções- creeping por exemplo – coisa que os outros não tem. O que as pessoas tem que entender, que tem gente que gosta de carros pequenos, e os que gostam de carros grandes. É o automatizado mais barato do mercado, e ele vem crescendo nas vendas.

    • NORDSK

      Sim, mas a versão que vende não é a Drive, por incrível que pareça, o Fire ainda é mais 70% das vendas. Também pudera né, pagar de 45 a 50 mil num carrinho desses, ninguém merece.

    • Jad Bal Ja

      Eu gosto de carros pequenos, por isso compraria um Up ou um Picanto, mas não gosto de carros ruins, por isso não teria um Mobi.

  • Wellington Myph13

    Sabe que nunca tinha notado que ele usa disco sólido na frente? Sem ventilação, pra quem quer um carro urbano, pegando transito e o calor do asfalto o dia todo, tem que tomar cuidado extra…
    Outra piada é a adoção de botões pro cambio, que supostamente era pra ocupar menos espaço, e perde os porta-copos… Fiat sua comédia!

    • marc

      Aquele console central realmente faz falta, vacilo da Fiat

    • Vinicius Vasques

      A adoção de disco sólido não é um problema. Existem muitos projetos que adotam sem ter nenhuma diferença na frenagem. O Uso de rodas com mais aberturas de ventilação e pastilhas resistentes a calor praticamente eliminam o fading. De cabeça, lembro dos carros argo, palio, mobi e gran siena, dos 208 e c3 1.2 e dos Megan adotarem a solução e nunca ouvi falar de acidentes ou falta de eficiência na frenagem por usarem discos sólidos.

      • NORDSK

        Compara o espaço de frenagem deles com carros que usam ventilados e vai ver que freiam em espaço maior, principalmente os carros da Fiat, que não tem frenagem progressiva.

        • Vinicius Vasques

          Sim, sem dúvida. Lembro de um comparativo entre New Fiesta, 208 e C3 1.5 que dava uma diferença de quase 5 metros mesmo o NF sendo mais pesado que os outros. O meu comentário é em cima do fading mesmo, quando o freio não responde por aquecimento e que era o maior problema dos discos sólidos.

  • marcosCAR

    Os carros populares, apesar dos pesares, estão evoluindo… Até esses dias os 1.0 só tinham o buraco do rádio… Hehe!

    • marc

      Verdade, regulagem de altura no banco do motorista também era impossível ver em 1.0

      • NORDSK

        Impossível em carro da Fiat; pega Gol mais básico de 5 anos atrás sempre trouxe esse item de série.

    • NORDSK

      Continuam tendo o buraco do rádio, já que é opcional.

    • TSI

      Agradeçam ao já cansado HB20 que simplesmente revolucionou a categoria dos populares.
      Se não fosse ele pode ter certeza que estaríamos andando de Palio, Gol, corsa… e a VW nem traria o UP para cá!
      Hoje temos bons populares, destaque para HB20, UP e Ka!!

  • souza89

    Já vi mobi gsr completo com kit tech por 45mil… achei interessante, pela proposta… Acho que o maior problema para esses carros automatizados é a Toyota oferecendo 1.3x por 47;

    • marc

      Já vi por 43.900 GSR com rádio connect e rodas de liga, porém ainda prefiro esperar pintar um uno 1.3 semi-novo

    • NORDSK

      E você acha que um carrinho desses vale 45 mil? Daqui a pouco vai ter Argo com o mesmo motor e cambio por 47/48 mil.;

      • souza89

        só se for em sonho né… Vc não acha Argo por 46mil, porque só está saindo o de 46mil sobre encomenda de 90 dias…

  • francis

    Falam Mobi, eu só vejo Stormtrooper….

  • Whering Alberto

    Carrinho ordinário… O banco de trás tem mais plástico do que encosto…

  • David Diniz

    Respeito quem gosta de câmbio automatizado, mas eu prefiro um automático de verdade nem que seja um AT4. Não gosto de meia sola não.

    • Verdades sobre o mercado

      não é uma questão de gostar, o problema é um AT “de verdade” funcionar bem em um motor 1.0, sem contar que o AT “de verdade” sempre faz o carro consumir mais no trânsito urbano, e a proposta dos sub-compactos é justamente ser um veículo para uso urbano com bom consumo e agilidade, com o AT “de verdade” ele não seria ágil nem teria bom consumo. O “Novo” Dualogic (GSR) funciona muito bem desde que surgiu a versão “Plus” com o Punto em 2012, mas infelizmente a imprensa especializada “queimou” o câmbio. Minhas críticas a este tipo de câmbio é seu custo (atualmente na Fiat o mesmo preço de um AT “de verdade” da concorrência) e sua manutenção (que além de ser alta, ocorre bem antes de um AT “de verdade”).

  • Comentarista

    Fico cansado de ler essas “baboseiras” sobre os câmbios monoembreagens. A imprensa “especializada” sempre querendo compara los a câmbios automáticos com conversor de torque ou de dupla embreagens. Pessoal, ele não é igual estes que citei. Ela é um câmbio simples com troca de marcha automática. Eu já andei em vários e nunca me senti desconfortável. Pra mim é como se fosse um manual, nada mais. Não compro porque é problemático mesmo, da defeito, é caro pra arrumar e não tem gente competente para conserto.

  • Lauro Agrizzi

    O Consumidor formar um pre conceito do carro sem nem mesmo o experimentar não é correto mas podemos entender. Agora um testador jornalista se portar dessa forma não e aceitável.
    Sendo assim , qual é o sentido de Mobi vai até.bem. Qual a razão do “até” se não o pre conceito sobre como o carro deveria ser e não como ele de fato se comporta? Ai o texto e a opinião fica totalmente comprometida..

  • Pedro Augusto

    Mobi batendo nos 51mil, “completíssimo”, é o típico carro de catálogo. Não é possível que alguém seria tão estúpido assim, rs…

  • Alonso Lacerda

    Toda matéria mostra o funcionamento do cambio os seus pontos
    fortes, sua tecnologia… porém ninguém aborda a dificuldade de se manter um câmbio
    desses funcionando, onde uma manutenção facilmente ultrapassa os R$ 5mil e
    geralmente ocorre com baixa Km de 20 mil a 40mil Km…

    O ÓLEO TUTELA CS SPEED É VENDIDO A PREÇO
    DE OURO (R$140 O LITRO), MOTOR ELÉTRICO COM A BOMBA MAIS DE R$ 1MIL, ACUMULADOR
    DE PRESSÃO MAIS DE R$ 500, ATUADOR DA EMBREAGEM MAIS DE R$ 800, CORPO DE
    VÁLVULAS MAIS DE R$ 2500, ROBÔ COMPLETO MAIS DE R$ 3000, DETALHE ISSO
    RECORRENDO AO BOM E VELHO MERCADO LIVRE POIS SE FOR NA CONCESSIONARIA LEVE UMA
    UTI MÓVEL JUNTO…

    Isso fora a mão de obra … façam uma matéria com
    reparadores de cambio, orçamento em concessionarias. Essa matéria seria um
    diferencial e quem sabe serviria para as montadoras colocarem os pés no chão no
    quesito preço.

    • Amoi Peixe

      É minha grande dúvida, a durabilidade do câmbio. Mas creio que só o tempo dirá. Os mecânicos da oficina da Fiat que conheço dizem que os primeiros eram problemáticos, mas desde o novo Uno não dão mais problema. Resta conferir.

  • Joaquim Grillo

    A meu ver só a traseira desse carro é feia