flagra_fiat_uno_way_2017_2A Fiat finaliza os testes do Uno 2017 que fará a estreia dos motores GSE 1.0 de três cilindros e seis válvulas e do 1.3 de quatro cilindros e oito válvulas. O leitor Wesley Valadares flagrou alguns protótipos de todas as versões em testes. A estreia deve ocorrer em agosto.

flagra_fiat_uno_way_2017_1O compacto dará adeus aos motores 1.0 e 1.4 Fire EVO. A mudança visual do compacto foi antecipada em fevereiro pelo Autos Segredos e em abril flagramos as versões Way e Sporting, sendo que esportiva foi fotografada sem camuflagem. Nesta semana flagramos a versão Attractive que também perderá os quadradinhos na grade.

Para perder o “status” de carro de entrada o Uno 2017 terá mais conteúdo e pequenas mudanças no interior. Deste modo, o Uno se descolará do Mobi. Deixando para o modelo recém-lançado, a responsabilidade de ser o carro de combate da marca italiana.

Flagra_fiat_uno_Attractive_2017A mudança visual do no Uno foi antecipada pelo Autos Segredos em 1º de fevereiro. A principal alteração será na dianteira que terá novo para-choque. A grade do modelo 2017 contará com dois filetes e fundo terá formato de colmeia. Pelos flagras das versões Way e Sporting o para-choque será praticamente o mesmo para as três opções (Attractive, Way e Sporting). O que muda a princípio são os faróis auxiliares que será mais destacados na versão esportiva (veja aqui nossa projeção).

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MOTORES

Os motores GSE foram antecipados com exclusividade pelo Autos Segredos em março e abril de 2015. Na engenharia e junto a fornecedores o motor de maior cilindrada é chamado de 1.3, porém, a marca poderá arredondar e o chamar de 1.4.

Todo motor GSE terá duas válvulas por cilindro. Então, teremos o 1.0 de três cilindros com seis válvulas e o 1.4 de quatro cilindros com oito. Ambos os motores serão construídos em alumínio e terão comando por corrente.

O 1.0 terá potência na casa dos 80cv e o torque máximo na casa dos 10kgfm. Entretanto, a curva de torque do propulsor é maior em todas as faixas de rotação que alguns dos concorrentes diretos. A ideia é privilegiar o uso do consumidor comum, que dificilmente passa dos 3.500rpm no seu uso diário. Há menos perda de potência por atrito quando o motor trabalha em giros menores.

Fotos | Wesley Valadares