nova_toyota_hliux_2015Lançada em 2005, a atual geração da Toyota Hilux viu novos concorrentes nascerem e muitos outros se renovando por completo. Agora seu momento de se renovar se aproxima, e a intenção da fabricante japonesa é tornar a oitava geração de sua principal picape a referência no segmento a nível global.

nova_toyota_hilux_2015Como Chevrolet S10 e Nissan Frontier, a Toyota Hilux está sendo desenvolvida na Tailândia, mas toda a gestação está sendo seguida de perto pela Toyota Argentina, que já roda em testes com mulas da próxima geração. Seu esforços, entretanto, estão voltados para a fábrica de Zárate, onde a picape é produzida. A unidade está sendo completamente modernizada e terá sua capacidade produtiva aumentada dos atuais 93 mil para 140 mil carros por ano, sob um investimento de 800 milhões de dólares.

Tamanho investimento é necessário devido às alterações representativas que a Hilux terá por passar a usar a nova plataforma TNGA, cuja proposta é similar a da MQB da Volkswagen, reduzir custos e também será utilizada por veículos de passeio, como a nova geração do Prius. Numa picape média, a função também é reduzir o peso total e a tornar mais eficiente. De quebra, a cabine ficará maior, aumentando o espaço para os passageiros.

As projeções de Du Oliveira antecipam o novo visual da picape com base nos primeiros flagras da picape com carroceria definitiva. Os novos faróis com prolongamento da grade lembra um pouco o Corolla, mas a grade cromada não é tão estreita para devolver a imponência necessária em uma picape e perdida na última reestilização. O para-choque dianteiro tem linhas mais limpas e ganha luzes diurnas de LEDs abaixo dos faróis de neblina.

Espera-se que a Hilux fique mais larga e sua caçamba também cresça para aumentar o espaço para carga. Ainda assim, a Toyota pretende deixar este ganho de dimensões ainda mais evidente ao usar lanternas traseiras triangulares que avançam em direção à lateral. As linhas horizontais que as interliga também contribui para dar impressão de que a picape está mais larga. A maçaneta passa a estar inserida numa peça plástica, que, aparentemente, também seria um bom lugar para a câmera de ré – que hoje fica perdida na tampa do porta-malas.

O interior ainda não foi flagrado, mas é possível esperar algo numa concepção que lembre o estilo usado por Corolla e RAV4, com elementos bem distribuídos no painel. Os motores não devem passar por grandes alterações, mas o D-4D 3.0L Turbodiesel deverá passar dos atuais 171cv para 200cv, como seus concorrentes.

Projeções | Du Oliveira/Especial para o Autos Segredos