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Quem diria, o BMW X1 foi o escolhido para ser o primeiro a usar a nova motorização 1,5 litro turboflex no Brasil. Mudou ainda de figura, perdeu a cara de station wagon e ganhou porte de SUV compacto.

Já no próximo ano o X1 virá equipado com o três cilindros, que também vai queimar álcool por aqui. Sem muita coisa divulgada, os números de potência devem se manter no mesmo patamar já conhecido no Mini Cooper – 136 cv, repetindo o que já foi visto com o 2,0 litros flexibilizado em relação ao combustível.

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A nova geração do X1 será importada da Alemanha ao Brasil em quantidade reduzidas e, num provavelmente em 2017, será produzida em larga escala na planta de Araquari, em Santa Catarina.

A nova geração ainda ganhou no comprimento (5 cm), no espaço aos passageiros do banco traseiro (3,7 cm) e também elevou a posição dos assentos da dianteira em 3,6 cm. O crescimento resultou também em um porta-malas 85 litros maior que o da geração circulante, chegando ao total de 505 litros.

Como cresceu, deve ainda ter reajuste de preços, suportando ainda um incremento tecnológico bem-vindo. Lá fora os preços partirão da casa dos 30 mil euros, chegando aos 61 mil euros, o que o mantém de frente aos Audi Q3, Mercedes-Benz GLA, Volkswagen Tiguan e Range Rover Evoque.

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Fotos| BMW/Divulgação