A Fiat deu mais um passo rumo à aquisição da Chrysler. Ontem, a marca italiana anunciou que elevou a participação nas ações da empresa parceira, de 25% para 30%. O capital acionário do fabricante norte-americano também é detido pelo sindicato dos funcionários de montadoras (59,2%), pelo Tesouro dos Estados Unidos (8,6%) e pelo governo do Canadá (2,2%).

A compra foi possível porque as metas estabelecidas em 2009, quando ocorreram as primeiras negociações entre as duas empresas, foram cumpridas. A Chrysler deveria atingir um faturamento de US$ 1,5 bilhão fora do mercado formado por Estados Unidos, Canadá e México. Segundo documentos enviados ao governo norte-americano, o lucro foi de US$ 5,4 bilhões.

O próximo passo será atingir os 35% de participação acionária na Chrysler. Mas os negócios não param por aí. A Fiat quer adquirir 51% das ações da parceira, e se tornar detentora majoritária do capital. Os frutos da associação entre as duas marcas não tardarão a aparecer no Brasil. O Freemont chegará em breve, e outros modelos provenientes de Detroit também não deverão demorar a receber o logotipo da fábrica de Turim (veja aqui). Tudo para aumentar a penetração dos produtos norte-americanos em novos mercados.

Foto | Fiat/Divulgação

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