nissan_taxi_leaf_rioEm março o Programa de Táxis Elétricos da Nissan no Rio de Janeiro completou um ano.  Já são 15 unidades do Nissan LEAF circulando pela cidade, formando a maior frota de táxis elétricos da América do Sul. Juntasm, rodaram mais de 500 mil quilômetros no período, sempre sem emitir poluentes. Se comparado a um carro de mesmo porte com motor a gasolina rodando a mesma distância, cada táxi elétrico evitou que fosse despejado na atmosfera, por exemplo, cinco toneladas de CO2. 75 toneladas de CO2 no total.

Se, por exemplo, toda a frota de aproximadamente 33 mil táxis do Rio fosse substituída por modelos Nissan LEAF, seria possível eliminar o despejo de 165 mil toneladas de CO2 por ano.

“Nossa convicção é de que o carro elétrico é parte do futuro do planeta que queremos deixar para os jovens. Emissão zero é, sim, possível, inclusive no Brasil,  onde a matriz energética é baseada em hidrelétricas não poluentes como a queima de carvão ou termoelétricas de outros locais. “, afirma François Dossa, Presidente da Nissan do Brasil.

Em relação a um carro do mesmo porte abastecido com etanol, levando-se em consideração uma média anual de 36 mil quilômetros rodados em ambiente urbano, a economia de cada LEAF táxi, sendo recarregado usando a rede elétrica, ultrapassa os R$ 10 mil por ano. Comparado com um carro a gasolina, é possível economizar cerca de R$ 8,7 mil e, se o combustível em questão for o gás natural veicular (GNV), a vantagem para o modelo 100% elétrico é de R$ 4 mil em 12 meses. Além disso, um carro elétrico proporciona outros ganhos aos motoristas. “Não há manutenção de componentes como filtro de óleo, óleo do motor e outros pelo fato do motor não ser a combustão”, relata Anderson Suzuki, responsável pelo programa de veículos elétricos da Nissan do Brasil.

Foto | Nissan/Divulgação