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O presidente da Kia no Brasil, José Luiz Gandini, gastou quase todo o tempo da entrevista coletiva da marca para reclamar da política de impostos do governo federal. A principal crítica do executivo é em relação as taxas de Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para os veículos importados que excedem a cota do InovarAuto, de 30%. “Se um carro nacional paga 13% de IPI nós pagamos 43%”, reclamou Gandini.

O executivo fez pressão para que o governo federal execute uma manobra na legislação e amplie a cota de importação da marca, usando os créditos outras empresas que não importaram tudo que podiam. “Seria uma luz no fim do túnel”, acredita Gandini.

Deixando os lamentos de lado, a Kia apresenta no Salão uma reestilização do Cerato, que está na terceira geração e passa a ser importado do México e não mais da Coréia do Sul. O preço: R$ 76.990. Além do Cerato, a marca exibe o Rio, nas carrocerias hatch e sedã, que serão comercializados no Brasil no próximo ano.

Outra novidade, mas sem data de estréia, é o SUV Niro, já vendido na Coréia do Sul, e que foi projetado para ser um carro híbrido.

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Fotos | Marlos Ney Vidal