Jeep Renegade 4×4 vence estradas de terra íngremes, areia e desafios para conhecer o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso

Jeep-Experience-Chapada-dos-Guimaraes-6Marlos Ney Vidal (*)
Chapada dos Guimarães (MT)

Nem sempre o dono de um modelo com tração 4×4 usa todo o potencial de seu veículo. Aliás, pesquisas indicam que alguns dos proprietários nem andam com seus Suvs e picapes longe do asfalto. Uma pena, pois, a bordo de um  4×4 pode-se chegar a lugares incríveis. O Auto Segredos embarcou para a belíssima Chapada dos Guimarães (MT) e colocou o Jeep Renegade para rodar em cenários deslumbrantes, mas que levaram o veículo quase ao limite.

Jeep-Experience-Chapada-dos-Guimaraes-8No primeiro dia do roteiro, o trajeto começou a tarde com destino a Crista do Galo, localizado dentro do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Do nosso ponto de partida são aproximadamente 15 quilômetros pela BR- 251 tendo como vista os paredões de arenito. A chegada a reserva é tranquila e pode ser feita com o veículo de tração simples.

Mas, para circular pelo parque só mesmo um modelo com tração 4×4. A primeira orientação para seguir no trajeto foi acionar a tração 4×4, já que o percurso até a Crista do Galo é feito por estradas de terra e inclui muitas pedras, buracos e trechos com areia. Aliás, o modo Sand (areia), do Renegade facilitou bem a condução nos trechos arenosos.

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Crista do Galo

Para chegar a Crista do Galo passamos por lugares nos quais pode-se contemplar as veredas e os paredões, o roteiro inclui uma passagem pelo córrego das placas. E para transpor o córrego, o ideal é não acelerar muito, pois, caso contrário a placa dianteira irá se soltar e virar estática, seguindo destino desconhecido pelas águas.

Até o destino final passamos por mais um trecho em estrada de terra até chegar ao local que é o limite final para os carros. Lá por sinal, os modelos entram de ré até a área de estacionamento, pois, não há espaço para manobras. Agora, para chegar a Crista do Galo, fizemos um percurso a pé, onde a nossa tração 4×4 ajuda bem, pois, em alguns pontos é necessário usar as mãos para auxiliar na subida.

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Vista da Crista do Galo

Ao chegar na Crista do Galo que é uma formação rochosa situada no centro do parque se tem uma visão panorâmica da região. Lá pode-se ver as cabeceiras dos Rios Claro e o Córrego Invernada, além dos paredões de arenito característicos da Chapada dos Guimarães. Uma pena, é que de lá também vimos vários focos de incêndio que estavam destruindo toda a vegetação e fauna terrestre.

Jeep-Experience-Chapada-dos-Guimaraes-10Já no segundo dia de trilha, nosso roteiro contemplava uma pista nativa para exercícios off road, um passeio pela Cidade das Pedras e por fim uma ida ao mirante para contemplar a cachoeira Véu da Noiva.

Na primeira parte da trilha passamos por estradas de terra e areia nas quais o uso da tração 4×4 é indispensável. Vencidos os obstáculos, a Jeep preparou um evento off road para mostrar todos os atributos do Renegade. Confira o vídeo abaixo todas as peripécias feitas com um Jeep Renegade Trailhawk.

Ao fim dos exercícios off road seguimos em direção a famosa Cidade de Pedra. O local é conhecido com um dos mais belos da Chapada dos Guimarães. Para chegar lá, o acesso é feito por uma estrada de areia e o condutor tem que ter atenção redobrada para não ficar atolado.

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Chapada dos Guimarães – Cidade de Pedra

O uso do 4×4 é essencial e no caso do Renegade, o modo Sand mais uma vez facilitou nosso acesso. De lá se vê paredões de até 350 metros de desnível e uma paisagem para ficar na memória. O cenário é composto por formações rochosas que foram esculpidas pelo vento e pela chuva. O local recebeu o nome de Cidade de Pedras, por conta do cenário que lembra uma cidade em ruinas.

O visitante pode contemplar os paredões que são habitados por aves como a arara vermelha e o vale onde nascem alguns dos córregos do parque. No segundo dia o fogo também continuava a castigar o parque e vimos mais vários focos de incêndios.

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Mirante da cachoeira do Véu da Noiva

Conhecida como um dos cartões postais de Chapada dos Guimarães, a cachoeira do Véu da Noiva é formada pelo rio Coxipó e tem 86 metros de queda livre. O acesso é feito pela MT-251 e está distante 12 quilômetros do centro de Chapada. É bom ficar atento aos horários de visitação. Outra dica, é nunca deixar nada a mostra dentro do carro. No estacionamento do local há vários avisos por conta dos roubos. No dia de nossa visita notei vários vidros de carro espalhados pelo local.

Tomados os devidos cuidados, o visitante fará uma pequena caminhada até chegar ao mirante. Lá se vê do alto a queda da cachoeira e uma visão linda da região, de quebra se tiver sorte, poderá ver ainda alguns rasantes das araras que habitam a local.

(*) Jornalista viajou a convite da Jeep do Brasil.

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Fotos | Jeep/Divulgação e Marlos Ney Vidal/Autos Segredos (paisagens)