Após grande expectativa – minha inclusive, que acompanhava a trajetória do projeto Arara Azul nas primeiras revistas automotivas que ganhei -, era lançado em 2000 o Chevrolet Celta, o primeiro modelo que saiu da recém-inaugurada fábrica da GM em Gravataí. E lá se vão 13 anos e 1,5 milhão de unidades produzidas, marco anunciado pela Chevrolet ontem.

O modelo surgiu para substituir o primeiro Corsa vendido aqui (dono de sua plataforma), o que foi feito aos poucos até o lançamento do Corsa C, em 2002, mesmo ano em que o Celta ganhou sua versão de quatro portas. Ele chegou equipado com motor 1.0 de 60 cv, que passou para 70 cv em 2003, quando recebeu a variante VHC desde motor. Hoje flex e com o sobrenome VHCE este motor gera até 78 cv com etanol, não muito distante dos 85 cv gerados pelo motor 1.4 disponível entre 2004 e 2006 – além de raras unidades 2007.

Segundo o diretor geral de Marketing, Vendas e Pós-Vendas da General Motors do Brasil, Santiago Chamorro, “temos grande foco na melhoria contínua dos nossos produtos, como o Celta, de modo a garantir não apenas a excelência em qualidade, como também a adequação do produto para garantir os requisitos legais futuros. Temos satisfação e orgulho em atingir a marca de 1,5 milhão de unidades. Agora, nosso objetivo é chegar aos 2 milhões em 2015”. Com esta declaração Chamorro confirma o que já se sabe: mesmo com o lançamento do Onix nos próximos meses, na faixa de preço que antes pertencia ao Corsa, o Celta continuará sendo o carro de entrada da Chevrolet por pelo menos mais três anos. Para isso, no entanto, ABS e airbags – que hoje sequer são opcionais – terão que se tornar itens de série.

Fotos | Chevrolet

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