As variações sobre o pequeno Mini parecem inesgotáveis. O fabricante, que já havia desenvolvido carrocerias hatch, conversível, perua, crossover e coupé, agora ataca com o Roadster, um modelo sem teto de apenas dois lugares, o primeiro da linha com tais características. A eliminação dos assentos traseiros deu boa capacidade ao porta-malas, que comporta 240 litros, número mais que suficiente para a bagagem de duas pessoas.

O parentesco com todos os irmãos é evidente, mas as semelhanças são ainda maiores com o coupé: os dois são os mais esportivos da marca, com para-brisa inclinado em 13º adicionais, melhor distribuição de peso e altura do solo reduzida. As dimensões externas de ambos também são semelhantes, exceto a altura, 1 mm menor no veículo fechado.

Assim como o visual, a mecânica também é compartilhada com o restante da linha. O motor é o conhecido 1.6, que rende 122 cv, 184 cv ou 211 cv, além do diesel 2.0 de 143 cv. A versão mais potente é a John Cooper Works, que graças ao baixo peso do veículo, é capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 6,5 segundos e atingir a velocidade máxima, limitada eletronicamente, de 237 km/h, segundo o fabricante. O consumo fica em torno de 13,7 km/l.

Todas as versões do Roadster trazem pacote de equipamentos completo, formado por freios ABS com EBD, controles eletrônicos de tração e estabilidade, além de airbags frontais e laterais. A novidade ainda não tem data marcada para chegar ao Brasil.

Fotos | Mini/Divulgação

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