Nas primeiras imagens divulgadas da nova geração do Honda CR-V fiquei com um pé atrás com o visual, principalmente em relação ao desenho da traseira. Entretanto, ao vivo a má impressão passou e as linhas do modelo agradam. O desenho ficou mais esportivo para fazer frente aos concorrentes. Mas o assunto deste post é sobre o interior do japonês.


O painel tem boa construção e é agradável ao toque, mas abusa do uso de plásticos rígidos. Para um carro que custa na faixa de R$ 100 mil, cairia bem melhor a adoção de material emborrachado. Ainda assim, a marca deu alguns toques para dar requinte ao modelo com alguns detalhes imitando madeira e o revestimento de couro dos bancos.

O quadro de instrumentos com o fundo preto facilita a visualização. A nova geração do CR-V conta com i-MID, que é uma central de informações com tela LCD, sistema de áudio, GPS, computador de bordo e conexão Bluetooth. Já o volante tem boa espessura e conta ajustes de altura e profundidade, além de abrigar os comandos do som e do piloto automático. Já a alavanca de marchas está bem posicionada.

O bom espaço interno é ponto positivo para o modelo e tanto os ocupantes da frente quanto os de trás andam com conforto. Mesmo a cadeirinha do João Pedro no banco traseiro, os outros ocupantes ainda contam com um bom espaço. Um detalhe negativo é falta de cortina nos vidros laterais traseiros. Sentado em sua cadeirinha, o João Pedro sofreu com a grande incidência de Sol em seu rosto durante nossos passeios. Fazendo jus à categoria de modelo familiar, o CR-V conta com um bom porta-malas.

Acompanhe nos próximos dias outros aspectos do modelo antes de publicarmos nossa avaliação final.

Fotos | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

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