Quando avaliamos a versão sedã do Sonic, em setembro, chegamos a falar sobre a iluminação, tanto interna quanto externa. Porém, com a chegada do hatch para outro período de convivência, torna-se interessante falar de forma mais detalhada sobre o tema.

Os faróis são do tipo bi-parábola, com superfícies separadas para os fachos alto e baixo, com bons resultados práticos. O conjunto chega a ser mais eficiente que o do irmão mais caro Cruze. Há luzes de neblina no para choque dianteiro e na lanterna traseira esquerda (do lado oposto, está posicionada a luz de ré). O Sonic também conta com repetidores de seta laterais, nos para-lamas dianteiros.

A iluminação interna, conforme já havíamos atestado com o sedã, poderia ser melhor. Entre os botões dos vidros elétricos, apenas o da janela do motorista acende, sendo também o único a contar com a função um toque para subir e descer. No teto, há somente um spot de luz, posicionado na parte dianteira do forro, sem fachos para leitura na frente ou atrás, tampouco lâmpadas nos para-sóis. Os dois porta-luvas, inferior e superior, também não são iluminados, deslize que salta aos olhos em um veículo que se propõe a ser premium. Ao menos o porta-malas conta com o recurso.

Quanto aos instrumentos, nada a reclamar: o quadro com conta-giros analógico e velocímetro digital tem iluminação permanente, na cor azul, como têm se tornado comum nos últimos modelos da Chevrolet, sendo que há dimmer para controle de intensidade. Os demais comandos, como os botões do ar-condicionado, também demonstram boa visualização à noite ou em locais escuros.

Continue acompanhando nossas impressões sobre o Chevrolet Sonic hatch. Ao final, como sempre, publicaremos a avaliação completa.

Fotos | Alexandre Soares/Autos Segredos

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