DDepois de alguns dias circulando apenas por vias urbanas, o Prisma finalmente caiu na estrada. O trajeto de aproximadamente 250 km ainda incluiu rodovias duplicadas e vicinais, além de um trecho de 16 km sem pavimentação, mas em boas condições, o qual o modelo transpôs sem qualquer problema.

Na estrada, as limitações do motor 1.4 ficam mais evidentes, principalmente em subidas de serra e ultrapassagens, onde o acelerador é mais exigido e não há tanta valentia quanto no uso urbano. Contudo, não seria o caso de classificar o desempenho como ruim. Plo contrário: considerando-se a cilindrada do propulsor, a performance agrada. A estabilidade nas curvas é que poderia ser melhor, pois o modelo não transmite muita confiança e pede uma condução sem abusos. Já os freios demonstraram-se apropriados para o sedã, apesar da grave ausência do sistema ABS.

Algo que desagrada ao motorista é a ausência de um apoio para o pé esquerdo, bem como a falta de espaço para a perna do mesmo lado, que viaja bastante flexionada. Como o trajeto não foi muito extenso, o desconforto não foi tão grande, mas estou convencido que, se viagem tivesse sido mais longa, a história seria diferente.

Nos próximos dias, o Prisma vai ficar com o Marlos, que também compartilhará algumas impressões e falará sobre detalhes do sedã. A avaliação completa será publicada ao fim da estadia do modelo na garagem do Autos Segredos.

Foto | Marlos Ney Vidal/ Autos Segredos

Acompanhe também o Auto Segredos pelo Twitter