À noite, a tonalidade “Ice Blue” se faz perceber nos instrumentos do Prisma. Trata-se de outra novidade da linha 2012, que dá vivacidade ao painel e proporciona leitura agradável. Com exceção da iluminação, o interior do modelo permanece com a simplicidade de sempre, tanto em relação aos revestimentos quanto ao design das peças.

Porém, já que a GM quis melhorar a iluminação interna, bem que poderia ter instalado uma lâmpada no porta-luvas. Tentei encontrar o estojo da frente removível do som lá dentro, e tive que acender o spot interno. É um detalhe, mas faz falta.

Por falar em som, não gostei do aparelho Visteon que equipa o Prisma avaliado pelo Autos Segredos. O CD-player, vendido como acessório na rede de concessionárias, dispõe de muitos recursos, como entradas USB e para cartão, leitor MP3 e bluetooth, mas o manuseio não é dos mais fáceis. As teclas, muito pequenas, dificultam a vida de quem está ao volante e precisa operá-las. A retirada da frente removível exige alguma força e a qualidade sonora poderia ser melhor.

No mais, já estou me sentindo íntimo do Prisma, mesmo com poucos dias de convivência. Como já esperava, o que mais têm me agradado é o motor 1.4, que tem fôlego de sobra para enfrentar o trânsito pesado e o relevo acidentado de Belo Horizonte. No próximo post, falarei sobre o comportamento do modelo na estrada. No fim da permanência do sedã, publicaremos a avaliação completa.

Fotos | Alexandre Carneiro/Autos Segredos

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