Fiat Argo 1.3 é um bom produto, mas, câmbio GSR joga contra

Por Paulo Eduardo

Não é exagero afirmar que o Argo, substituto de Palio e Punto, é o melhor produto da Fiat nos últimos tempos. O carro transmite sensação de solidez e é bem construído. Usa aços de altarresistência. O motor 1.3 mostra-se mais equilibrado entre 1.0 e 1.8. O primeiro dá conta do recado na cidade e exige atenção na estrada; o segundo tem mais torque e potência, sem empolgar. Então, o Argo casa melhor com o 1.3. O dilema dessa união proposta pela Fiat é o câmbio automatizado de cinco marchas. Trata-se de um câmbio convencional de uma embreagem, que dispensa o pedal, e troca as marchas automaticamente. Podem-se trocar as marchas manualmente por meio de aletas no volante. Não é automático, pois não tem conversor de torque. Se câmbio automatizado de uma embreagem funcionasse sem trancos, não existiria o mais sofisticado de duas embreagens.

Evolução?

Por mais que a fabricante alardeie a evolução na troca das marchas, o dilema dos pequenos trancos e movimentação dos ocupantes para frente ainda persistem. Todos os comandos do sistema estão individualizados no console central. São teclas em vez da tradicional alavanca. Basta acionar um deles para o sistema funcionar. Mesmo no modo D, as marchas podem ser trocadas por meio das aletas. Tem mais: a versão GSR custa R$ 5 mil a mais em relação à com câmbio manual. Porém, está equipada com controles de tração e estabilidade, além da assistência de partida em rampa. A manutenção dessa transmissão automatizada é cara.

Apesar de todas as adversidades, é possível perceber a eficiência do motor 1.3, que tem 1.332 cm³ de cilindrada. Poderia ser denominado 1.32. A Fiat arredondou para baixo. Ao contrário da Honda cujo motor de 1.339 cm³ de cilindrada é 1.4. Esse motor tem funcionamento suave, está bem balanceado, agradando aos ouvidos. Acelera bem e consegue dar boa dinâmica ao carro. Surpreende porque não se espera muito dele, mas valores de torque e potência são generosos para comando único no cabeçote e duas válvulas por cilindro. Leva o Fiat Argo 1.3 GSR aos 100 km/h em tempo razoável e supera 180 km/h de velocidade máxima. Não tem comportamento esportivo e proporciona segurança nas ultrapassagens. Usa corrente em vez de correia, facilitando manutenção, e dispensa tanquinho de partida a frio. Computador registrou consumo entre 12 km/l e 15 km/l na estrada e de 7 km/l a 9,4 km/l na cidade, ambos com gasolina.

Direção

O Fiat Argo 1.3 GSR tem direção com assistência elétrica bem calibrada, sendo leve em manobras e com peso suficiente em alta. Freios param o carro com desvio mínimo de trajetória e frente abaixa muito pouco. Suspensão confortável em piso ruim proporciona estabilidade incrível. Carroceria inclina pouco. Ruídos internos são abafados. Quase não se ouve vibração de painel e forro de porta. Pneus de perfil mais alto (60), melhor ainda os de série (65) contribuem para o bem-estar a bordo. Espaço interno avantajado para pernas no banco traseiro. Porém, o assento curto não apoia totalmente as pernas.

Ergonomia

Ergonomia incomoda com comandos dos vidros recuados na porta, e é preciso abaixar a cabeça para sair do banco traseiro. Além disso, a caída brusca do teto limita espaço para cabeça atrás. Porta-malas tem abertura somente pelo controle na chave, mas quando as portas são destravadas inclui também a tampa traseira. Assim, basta puxá-la pela base e acionar o comando de abertura embaixo dela. A tradicional alavanca para abrir por dentro foi abolida.

No Fiat Argo 1.3 GSR, a segurança básica é completa no banco de trás, com cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos. Retrovisores enormes proporcionam boa visibilidade. Vidros traseiros com acionamento elétrico. Faróis iluminam muito bem.

Motorista encontra a melhor posição de dirigir com ajuste de altura do banco e regulagens em altura e distância da coluna de direção. Volante tem boa pega, revestido de material rugoso, que evita deslizamento das mãos, e agrupa poucos comandos, facilitando a ergonomia. Painel central tem muitos elementos com saídas de ar ao centro, quadro de instrumentos de fácil visualização e sistema multimídia completo com navegação, Bluetooth, entradas USB, entre outros.

Como a Fiat tem câmbio automático com conversor de torque nas versões com motor 1.8 fica difícil entender a insistência com o automatizado. Seria, por acaso, receio de declínio nas vendas das versões 1.8? Motor 1.3 casado com câmbio automático convencional teria convivência harmônica.

Quanto custa?

O Fiat Argo 1.3 GSR tem preço sugerido de R$ 58.900. Com câmera de ré e rodas de liga chega aos R$ 62.200. A versão vem com ar-condicionado, direção elétrica, sistema som e multimídia, entre muitos outros, de série.

Ficha técnica Fiat Argo 1.3 GSR

Motor
De quatro cilindros linha, flex, 1.332 cm³ de cilindrada, com potências de 109 cv (álcool) a 6.250 rpm e 101 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 14,2 kgfm (álcool) e 13,7 kgfm (gasolina) a 3.500 rpm

Transmissão
Tração dianteira e câmbio automatizado de cinco marchas

Direção
Tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica

Freios
Disco ventilado na dianteira e a tambor na traseira

Suspensão
Dianteira, McPherson, e barra estabilizadora;  traseira, eixo de torção

Rodas/pneus
6×15” liga leve (opcional) /185/60R15

Peso
1.148 kg

Carga útil (passageiros+ bagagem)
400 kg

Porta-malas
300 litros

Tanque
48 litros

Dimensões (metro)
Comprimento, 4; largura, 1,72; altura, 1,50; distância entre-eixos, 2,52

Desempenho
Velocidades máximas, 184 km/h (etanol) e 180 km/h (gasolina); aceleração até 100 km/h, 10,8 (etanol) e 11,8 (gasolina)

Consumo (km/l)
Urbano, 8,9 (e) e 12 (g); estrada, 10 (e) e 14,4 (g)

Fotos | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

  • Filipo

    R$ 62.200,00 por isso??? Paga-se mais R$ 3.000,00 e leva-se um carro infinitamente melhor, o Polo Comfortline TSi A/T! Um novo Palio (ops, Argo), com motor bixeira e câmbio “Trancologic” por este preço, é coisa de doido. Se bem que tem muito doido na República das Bananas!

    • yurieu

      Não se preocupe, o veículo já um fracasso de vendas.

    • Paulo Penna

      Já dirigiu alguma vez o dualogic?

      • Pedro Mello

        Provavelmente não! E nem o Polo ele deve ter experimentado para afirmar tão categoricamente que é “infinitamente melhor”.

    • Murilo Soares de O. Filho

      Quanto ao câmbio concordo, motor bicheira, exagerou.

      • Filipo

        Um motor de 1,3L com cabeçote de 2 válvulas por cilindro, sem turbo, sem injeção direta, comparado com outro que é o “estado da arte”. Será que exagerei?

        • Murilo Soares de O. Filho

          Aqui é Brasil, não é Europa, sonha não, cai na real.

          • Filipo

            Sim, sim, mas se temos um produto (no caso, o Polo) com tais avanços e tecnologia, ai o problema passa a ser das outras fabricantes, em não ofertar algo parecido, e eu, como consumidor, tenho o direito de criticar. É mais ou menos o mesmo pensamento da segurança passiva dos veículos. Só porque moro no Brasil, devo aceitar essas carroças inseguras?
            Fica a reflexão!

          • Lucas Campos

            Em segurança e mecânica o polo é referencia… mas em segurança o Argo tb é ótimo. E em design e acabamento (principalmente interno) o Polo perde feio pro Argo… ha muitos outros fatores que levam alguém a decidir por um carro além de mecânica e segurança. Pelo que vi nas fotos, o interior do polo é simples demais… parece carro de entrada de 10 anos atrás… aliás, a melhor definição é: parece um gol!

        • wagner

          Sim, exagerou! Porque esse 1.3 anda bem e é econômico.
          Se quer comparar carros, faça a comparação correta, ou seja, Polo 1.6, leia os testes e depois volte a comentar sobre o que é um motor bixeira.

          • Antonio

            Quanto você ganhou da Fiat para falar tamanha asneira?

        • Ilbirs

          Não se deve aqui olhar para o 1.3 8v em questão como se fosse algo antiquado de cara, ainda mais quando consideramos o fato de que ele é mais potente que o 1.5 VVTi da Toyota. A família GSE (aqui conhecida por Firefly) foi desenvolvida do zero e, portanto, pôde vir ao mundo sem vícios de construção existentes na família Fire, que data dos anos 1980.
          O 1.3 em questão deve ser olhado como outro motor de cilindrada próxima e também oito válvulas que tivemos por aqui na década passada: o L13A i-DSI do Fit, que tinha como marca mais visível as duas velas por cilindro (aqui em coincidência interessante com uma característica comum em carros da Alfa Romeo), mas também outras, como se pode ver pelo cabeçote:

          https://http2.mlstatic.com/cabecote-honda-fit-ano-08-09-codigo-pwa4-D_NQ_NP_14150-MLB2684766028_052012-F.jpg

          A câmara de combustão, como se pode notar, tem um formato que é meio caminho entre o hemisférico e o triangular. Isso foi possível de fazer graças a computadores modernos que previam bem como se comportaria o fluxo dentro da câmara. Sim, é verdade que depois a família L só teria cabeçotes de 16 válvulas, mas é inegável que estamos falando de um motor com projeto datado deste século e que nasceu inicialmente com duas válvulas por cilindro.
          Mas voltemos ao GSE e guardemos na mente a história do formato das câmaras de combustão exercendo papel importante no quanto de força, economia e emissões consegue um determinado motor. Sendo esse o primeiro motor surgido integralmente em uma época na qual Fiat e Chrysler são uma coisa só, fica evidente que foi obtido aprendizado das muitas décadas de estudo do fabricante americano em relação a formatos de câmara de combustão. O primeiro V8 da Chrysler, lembremos, era hemisférico (o Firepower), mas por questões de custo a marca de Auburn Hills acabou desenvolvendo outros formatos de câmara de combustão, como o polisférico (cuja marca mais conhecida por aqui estava nos V8 dos Dojões). Foi aquele lance de fazer uma pequena trapaça de engenharia para se obter um efeito assemelhado ao de uma câmara hemisférica sem os problemas desta, como largura excessiva de cabeçote e dificuldade em controle de emissões. Portanto, a Fiat acabou adquirindo com a Chrysler também décadas de conhecimento na arte de fazer muito com pouco.

          Tendo essa informação em mente, temos de olhar para as câmaras de combustão do Firefly:

          https://www.noticiasautomotivas.com.br/images/img/f/fiat-fabrica-betim-visita-NA-17.jpg

          https://motorchase.com/wp-content/uploads/2016/09/Fiat_GSE_engine_2.jpg

          https://www.noticiasautomotivas.com.br/images/img/f/fiat-fabrica-betim-visita-NA-63.jpg

          Notou o formato de feijão que elas possuem? Isso não é por acaso e se olharmos para a Chrysler, mais precisamente para a operação australiana (vendida à Mitsubishi em 1980), teremos algumas coisas chamando a atenção no motor localmente produzido cujo nome-fantasia era Hemi-6 (apesar de não ter câmaras hemisféricas):

          https://d3lp4xedbqa8a5.cloudfront.net/s3/digital-cougar-assets/motor-media/3088526/hemi-engine-rebuild-part-3-5949.jpg

          No cabeçote de especificação original, como vemos, há uma válvula grandona e outra bem pequena. Temos isso no Firefly e, se voltarmos a falar do Hemi-6, teremos de lembrar que por muito tempo o Valiant australiano em especificação mais potente dessa unidade de seis cilindros em linha foi simplesmente o carro mais veloz produzido no Hemisfério Sul. Sim, a Chrysler australiana não precisava de dois cilindros a mais para fazer o que fazia. Sendo esse um motor que era bom desde o projeto, não tardou para que preparadores australianos acabassem criando cabeçotes especiais para ele, caso deste aqui da CHI Heads:

          http://www.chiheads.com.au/images/2014/06/chi-hemi-cylinder-head-2.jpg

          Notou o formato de feijão acentuado que conferiram a essa câmara de combustão? Compare agora com o do Firefly e verá que ele está em um caminho intermediário entre o do Hemi-6 de linha e esse cabeçote preparado, sendo que no Firefly ainda temos as válvulas posicionadas em V:

          https://www.allpar.com/photos/mopar/four-cylinders/firefly/heads.jpg

          https://motorchase.com/wp-content/uploads/2016/09/Fiat_GSE_engine_8-770×428.jpg

          Temos também de adição importante o fato de que esse motor pode funcionar por períodos pequenos de tempo em ciclo Miller, com o variador de fase permitindo um atraso no fechamento das válvulas e contribuindo para a economia de combustível. De repente, o que parecia ser um simplório motor de duas válvulas por cilindro revelou-se muito mais sofisticado do que parecia à primeira vista, aqui com os tais conhecimentos de câmara de combustão acumulados pela Chrysler em décadas e adicionados por aqueles que a Fiat já possuía em seu poder (como aqueles de câmaras hemisféricas e duas velas por cilindro que a Alfa Romeo possuía). Caso leia este artigo da Allpar, irá notar também que há semelhanças em formato de câmara de combustão com o 4.7 V8 que era usado na segunda geração da Grand Cherokee e em outros veículos da Chrysler. Logo, como se observa, é motor repleto de sutilezas que geraram o que já conhecemos, como o 1.0 com potência próxima à de um VW 1.0 MSI e o 1.3 mais forte que um 1.5 VVTi da Toyota. Se puserem um cabeçote com quatro válvulas por cilindro nessas unidades, preferencialmente cabeçotes que tenham um estudo de fluxo tão apurado quanto o que já tivemos para essas unidades de duas válvulas por cilindro, vai ter gente se assustando com o tanto de força que esses motores gerarão, sendo que calculo que um 1.3 16v dessa família poderia tranquilamente suceder o E-torQ 1.6 tanto em potência quanto em torque sem problema. Se puserem injeção direta então, aí vai ser ainda mais doida a coisa

          • Filipo

            IIbiris, primeiramente parabéns pelo conhecimento e pelas informações trazidas. Quando do lançamento, soube de tais peculiaridades da linha Firefly e fiquei surpreso. Sem dúvidas, este motor de 1,3L é bem eficiente para sua cilindrada, e o fato de ser 8v o beneficia na cidade, em consumo. Nunca disse que este motor é ruim, o que não concordo é o posicionamento de preços do Argo com tal motor. É pouca coisa mais barato (ou menos caro) que um Polo Comfortline com motor turbo e de injeção direta, atualmente paradigma, junto com os Ecoboost. A Fiat parece querer substituir o E-torq de 1,6L com este 1,3L. Em alguns casos, pode substituir sem problemas, pois o nível de economia e torque em baixa do 1,3L é alto. No entanto, não são em todas as situações que este motor se equivale ou até supera o antigo E-torq de 1,6L. Num percurso de estrada, por exemplo, em altas rotações, o E-torq se sai bem melhor, não só por ter bem maior torque, como por seu cabeçote de 4 válvulas por cilindros, o que o beneficia em altos giros. Você pode me lembrar de que há o Argo com o motor E-torq de 1,8L, é verdade, mas este é proporcionalmente mais caro que o Polo referido.
            Portanto, penso que a Fiat deveria aplicar o cabeçote multi-válvulas nesta família Firefly o quanto antes, para não só o de 1,3L ficar muito bom em todos os aspectos, como para o de 1L render algo em alta, pois é bem limitado.
            Quanto ao motor Toyota de 1,5L, cabe lembrar que no mundo, mas principalmente no Brasil, a Toyota é bem conservadora quanto aos números de potência e torque. Mas este motor é utilizado no Yaris, com maior potência.

          • Lucas Campos

            Esse 1.3 no argo anda muito… na rodovia perto de Betim ja peguei um argo 1.3 de testes (camuflado) antes do lançamento e o carro anda exatamente igual meu Civic 1.8 AT até os 180Km/h! Sei q era o 1.3 pelo desempenho e pelo pneu que era mais fino que os que usam motor 1.8. Eu so consegui passar o Argo após essa velocidade. As retomadas de velocidade são exatamentes iguais as do civic 1.8 AT. Qdo o cara acelerava na minha frente retomando velocidade, eu não conseguia me aproximar nada… apenas acompanhava ele mantendo a distancia.
            Com certeza esse 1.3 entrega o mesmo desempenho do etorq 1.6.

    • Lucas Campos

      Motor bixeira? Nao sei onde que esse motor pode ser ruim… 1.3 com 109cv e 14.2kg de torque… imagina se tivesse injeção direta, comando variável… 120cv e 15kg de torque.
      Deixa de ser fanboy e admite que a fiat acertou em cheio nesses motores 1.0 e 1.3.
      E tenho certeza q vc nunca dirigiu um dualogic… não é ruim e atende muitíssimo bem desde que o motorista entenda que é preciso tirar o pe do acelerador nas trocas de marcha para eliminar os trancos, assim como vc faz dirigindo um cambio manual.
      E não se empolgue… esse golzao do polo não vai vender nada… brasil ja cansou desse design de gol e ninguém vai pagar 70mil num gol. E o acabamento interno do polo é horrível… perde feio pro argo em design interno e acabamento.
      Enfim… o tempo vai te mostrar como as vendas desse polo serão fracas.

      • Eng Turbo

        Esse motor tem 2 (DUAS) válvulas por cilindro, e não tem variador de fase, não tem injeção direta e não é turbo. Caso encerrado

        • Lucas Campos

          Cara, foi OPÇÃO da Fiat fazer 2 válvulas por cilindro! 4 válvulas por cilindro não é segredo nenhum pra nenhum fabricante! A Fiat optou por usar duas válvulas para priorizar torque em baixa e melhor consumo na cidade.
          O Uno com o firefly 1.0 anda mais que o Up com o seu moderníssimo motor cheio de tecnologia… imagina se a Fiat investir nesses motores o quanto eles irão render… Firefly é um ótimo motor e “caso encerrado”!

          • Eng Turbo

            Não, a Fiat usou 2 valvulas porque resolveu economizar e não quis colocar um VVT no carro. Comparar o motor GSE com o EA211 não tem como. Não sou hater da Fiat, porém eu forneço pra eles e te garanto, a Fiat é de longe a PIOR montadora em termos de qualidade, construção, tecnologia e avanços. Economizam em tudo que é possivel e não se importam nem um pouco com a qualidade. Não leve isso pro lado pessoal, estou falando como Engenheiro que lida com os produtos deles, e sei das especificações dos componentes.

          • Eng Turbo

            GSE é um motor simples, de baixa tecnologia, sem inovação, etc.
            Não sei em qual mundo vc vive pra achar que esse motor rende mais que o EA211, porém não vou discutir com quem não apresenta fatos e se baseia na paixão pela marca.

  • Paulo Penna

    Tenho em casa dois carros com dualogic e nenhum deles dá os tai trancos na trica de marchas….
    A manutenção dele é barata, pois nada mais é que um câmbio mecânico com acionamento automatizado…
    O sistema de dupla embreagem é muito mais caro e complicado, e está sendo trocado por câmbios automáticos mais avançados, como o zf de 8 marchas…
    % mil a mais é caro…. e acho que o argo 1.3 seria uma ótima opção por 40 mil reais, mas brasileiro é retardado e compra estes pequenos carros como se fossem Premium (hb20, polo, fiesta e etc…) Paga 100mil em honda e toyota de entrada nos eua…

  • Raimundo A.

    Quando leio certos textos, vejo o quanto os sinônimos atrapalham.

    É dito que o GSR é um cambio automatizado. É uma transmissão automatizada, pois como foi explicado, consiste numa transmissão comum que tem cinco marchas e foi automatizada.

    Aí, mais adiante, o cambio trocas as marchas automaticamente. Isso não é automático? Automático não é sinônimo ou tipo de tecnologia. Expressa a autonomia que a transmissão com certa tecnologia ou processo consegue trocar as marchas sem a intervenção do condutor.

    Depois diz que não é cambio automático porque não usa conversor de torque. Desde de quanto automático, que também é usado para transmissões do tipo CVT e alguns ainda associam a de dupla embreagem, só serve para conversor de torque?

    Várias explicações podem ser feitas para justificar a FCA não usar um conversor de torque em motores menores ou menos potentes:
    – o conversor de torque AT6 que ela está usando aqui é importado;
    – parece só ter escolhido os motores E-torQ porque atendem a uma gama muito maior de produtos e que possuem maior valor agregado;
    – fez vários investimentos na modernização do Dualogic que virou GSR, da mesma forma que na Europa ela tem o seu TCT e veículos que usam essa transmissão poderiam ter o conversor de torque AT6. Se eu tenho uma solução local mais em conta e quebra o galho, por que gastar com uma de terceiros num produto que é até então é local?
    – tem marca que não oferta e poderia ter ofertado cambio automático vide o Ka da Ford aqui, e no caso do Argo, estamos falando de uma mecânica intermediária, que infelizmente, fabricantes costumam destinar o melhor nas mecânicas mais caras. Por que a VW não lançou aqui o Polo MSI AT6? A configuração existe e há espaço nos preços para tal, mas ela pode forçar a quem quiser um AT, migrar para a TSI pagando a mais por isso. No Argo, a estratégia pode ser similar, pois quem quiser uma transmissão mais confortável, que pague a mais pelo conjunto que usa o 1.8.

    Não acho acertada a proposta do 1.3 usar o GSR, mas lembremos que antes do Argo veio o Uno FL2 com novos motores e trouxe o GSR (upgrade do Dualogic Plus). Ter duas transmissões, uma importada, para usar no mesmo motor, cientes que a demanda não é tão alta assim numa mecânica intermediária, o custo não deve ter sido viável.

    Se o Uno viesse com o 1.3 AT6, o compartilhamento com o Argo e o Cronos seria uma vantagem, mas optaram o primeiro ter o GSR, pode limitar e parece neste caso outros.

    Se a Fiat está certa, só as vendas dirão. Ela perder de vender mais ou reduzir as vendas com veículos que usam o 1.3 GSR, pode ser reforço para num novo produto, nova geração do Uno ou sucessor deste, tal motor utilize conversor de torque ou dupla embreagem confiável.

    Ou, apenas com Firefly Turbo, por ter mais torque e potência, uma transmissão mais moderna seria empregada enquanto aspirado dessa família permaneceriam com automatizado.

    • ViniciusVS

      Deixando o textão de lado, lamento mas é automatizado sim 🙂

      • Raimundo A.

        Eu não disse que não é automatizado. Questiono o uso errado dos termos ou você não sabe interpretar texto, melhor, o significado das palavras?
        Na dúvida, procure o significado de automático e automatizado. Não tenho culpa se o povo erra seus usos como o texto está fazendo.
        É o mesmo erro de chamar palha de aço de Bombril ou Assolan. Se você aceita o errado, não pode me questionar.

        • Antonio

          Mas é automatizado sim.

        • Lucas Campos

          Concordo com você, mas no caso do Bombril não concordo… é o típico caso em que o produto é um produto referência, pioneiro… a palha de aço ficou conhecida como Bombril pq provavelmente foi a pioneira de um produto que até então não existia.

    • Danilo

      Seu texto é bacana, más pra mim, quando você diz que a tecnologia GSR é um quebra galho pro mercado local, já mata a tecnologia pra mim. Porque os consumidores comprariam um quebra galho, se até o Onix tem um cambio automático de verdade?É nisso que vejo que a Fiat peca. Quando não tinhamos opções na concorrência, tudo bem, agora hoje, com Onix e HB20 tendo câmbio automático de verdade, fica difícil vender um quebra galho. Na parte que fala do Ka e do Polo, acho extremamente louvável o que as marcas fizeram, pois estão vendo que um quebra galho não está satisfazendo os consumidores mais, então, ou oferecem algo que realmente valha a pena ou não oferecem.

      • Onix, HB20, C3, 208, Etios e March (CVT).
        Hatch compacto com câmbio automático/CVT é o que não falta. E ainda prefiro um AT4 (Etios) a qualquer automatizado monoembreagem

        • Marcos

          Esse AT4 do Etios casou bem com o carro, muito muito muito melhor que o AT5 + 1.4 do meu Fit 2009.

          • mjprio

            Olha esse At4 do Etios e muito bom. Casou bem. Mas um AT5 ajudaria a explorar melhor o motor 1.5

          • Li alguns relatos “Corolla x Civic” das gerações anteriores e era normal encontrar donos de Civic dizendo que o AT4 do Corolla era melhor que o AT5.
            Em 2011, quando comprei meu atual Corolla, fiquei na dúvida entre este e o Civic, sendo que um tio (deficiente físico) que teve os 2 dizia que o Corolla era melhor.

          • Lucas Campos

            ”(deficiente físico)” não entendi o motivo dessa informação… mas ok rsrs

          • Civic e Corolla foram os modelos que popularizaram o câmbio automático no Brasil. Esse era um dos motivos pelos quais ele optavam por essas marcas.

        • Danilo

          Esse AT4 do etios ia bem até no corolla, que é um carro bem maior e mais pesado, imagina num carrinho como o etios e, exagerando, já imaginou ele num Argo? Seria aquela panela velha, que faz comida boa, kkkkkk.

          • Tenho um Corolla GLI AT4 e o câmbio não é ruim: é apenas limitado como todo AT4 que “falta 1 marcha”. No caso desse Aisin é a 3ª, com a 2ª se alongando para compensar.

            A maior limitação que vejo é no uso do freio motor, pois a 3ª (que é a 4ª)segura pouco e quando se joga para a 2ª o giro não raro passa de 4000rpm.

          • Danilo

            Eu tive um corolla com esse cambio a muitos anos atras e sei o quanto ele é bom. Pra deixar um carro de porte médio gastando igual carro pequeno e andando bem, ele faz milagre. Creio que no etios ele deve estar fazendo um belo trabalho.

    • CorsarioViajante

      “Por que a VW não lançou aqui o Polo MSI AT6? A configuração existe e há espaço nos preços para tal, mas ela pode forçar a quem quiser um AT, migrar para a TSI pagando a mais por isso. No Argo, a estratégia pode ser similar, pois quem quiser uma transmissão mais confortável, que pague a mais pelo conjunto que usa o 1.8.”
      Também acho que é por aí.

      • Antonio

        Assim como poderia ter MT na TSI o que baratearia o Polo nessa versão;

        • CorsarioViajante

          Sim, eu acho que lançaram deixando este buraco para ver o que o público vai preferir: o turbo manual ou o aspirado automático.

    • “Se eu tenho uma solução local mais em conta e quebra o galho, por que gastar com uma de terceiros num produto que é até então é local?”

      Porque a concorrência pelo mesmo preço oferece câmbio AT6. Simples assim.

      • Lucas Campos

        Oferece mas não é o mesmo produto né??? O Argo por exemplo agrega muito mais tecnologia que o Onix além de ser um produto mais seguro. Entao não se pode dizer que são exatamente os mesmos produtos… ambos são carros, mas em qual vc gostaria de estar no caso de uma colisão? Qual te oferece mais tecnologia? Enfim… Onix oferece o AT6 mas tem a falha grave de segurança.

        Outro ponto… o cambio GSR é fornecido pela Magneti Marelli, empresa do grupo Fiat. Então porque tirar dinheiro do grupo e dar para uma empresa concorrente? Acho que a Toyota é acionista da Aisin.
        Enquanto alguns concorrentes oferecem AT6, esses mesmos concorrentes falham em outros aspectos muito mais graves, como a reprovação do ônix nos testes de impacto lateral. Pra voce isso pode não ser importante… talvez não fosse pra mim tb até o nascimento do meu filho. Agora que tenho meu filho andando comigo no carro, segurança passou a ser extremamente importante. Nao sei se vc tem filhos, mas se não tiver, talvez vc me entenda o dia que vc for pai e segurar o menino no colo a primeira vez… muitos conceitos seus irão mudar e muitos deles serão com relação a carros. Ex.: Eu que sempre tive hatch, agora não me vejo sem um sedan em hipótese alguma.

        • Não estava pensando no Onix quando escrevi isso, mas no C3.

  • Mardem

    Acho meio equivocado dizer que o Argo é o melhor produto da Fiat dos últimos tempos. Creio que a “prova viva” de que ele não é se chama Toro e vai muito bem obrigado. O Argo, a meu ver, é uma ótima evolução do Palio, e só. Justamente por isso, acredito que ele deveria se chamar Palio. Seria muito mais honesto.
    É mais “conectado” que o Punto, mas quanto a ser um produto melhor que ele, acho difícil! Tanto que na Europa já se cogita um sucessor do Punto que, pasmem, não será o Argo. Corre à boca miúda que o carro não agradou. Sem espanto da minha parte! É um produto que mesmo aqui não consegue mostrar superioridade quando comparado ao carro que se propôs a suceder, imaginem no exigente mercado europeu.
    Acho que o maior problema do Argo é que ele é muito genérico. Não tem a presença de um Punto, tem alguns acabamentos (leia-se soluções estéticas, antes que comecem com as ladainhas) dignos de Palio e tem o azar de se assemelhar na dianteira com o Mobi, enquanto tem uma lateral genérica de carro popular e uma traseira de coreano. Não tem o tempero italiano que estamos acostumados a ver nos Fiats.
    Some-se a isso a esquizofrênica decisão da Fiat de oferecer o melhor motor com o pior câmbio. O GSR não tem como competir em pé de igualdade com os automáticos convencionais da concorrência.
    Diante de tudo isso, as expectativas com o Cronos são baixas e fica cada vez mais difícil engolir que a Fiat que um dia fez Tempra, Marea, Punto e vários outros carros icônicos se contente em ofertar um produto tão mediano…

    • Filipe Alberto

      Sei que a questão do designe do carro é algo bastante pessoal. Concordo também que o punto tinha muito mais presença. Mas uma coisa é certa, em um mercado que temos o etios, up, march, o mobi da própria Fiat. Ate que esse carro não está tão ruim assim não kkkkk

      • Danilo

        Más porque se nivelar por baixo sendo que poderia nivelar pra cima, tentando ser melhor que novo Polo, Onix, Fiesta, 208, HB20 por exemplo. Deixa a missão de concorrer no mercado com Up, etios, march, e o próprio Mobi pro Uno. No meu entender, a Fiat perdeu uma oportunidade ímpar de fincar a bandeira novamente entre os melhores carros pequenos do mercado. Na minha humilde opinião, se a Fiat não mudar a política de preços do Argo (equiparando com Onix e HB20 de entrada), o Polo vai vender, no mínimo, o dobro do Argo, enquanto as vendas do Onix sequer serão ameaçadas.

        • Milton Tavares

          Isso é uma opinião pessoal sua sobre o carro, você pode não gosta do desing, mas terá gente que pode achar muito melhor que todos esses modelos citados.

          • Antonio

            Depende, se o cara for cego nem vai ligar pro design.

          • Milton Tavares

            Continua sendo uma opinião pessoal, cara pode gostar do modelo que tem suas qualidades sem ser cego.

            Polo não é perfeito, olha acho até mais bonito por fora, mas por dentro decepciona bastante.

            Isso nas versões de entrada e intermediária, aqui ainda não tem 1.0 TSI

        • Lucas Campos

          Polo??? Cara, anota ai… esse golzao não vai vender nada! O carro é parecido demais com o Gol e isso vai queimar ele. Ele ja vai entrar no mercado com o visual cansado… ta todo mundo de saco cheio do design do Gol (e agora polo tb). Com certeza é um carro excelente mecanicamente, mas o acabamento é terrível pelo que vi nas fotos… o interior do Argo, por exemplo, agrada mil vezes mais visualmente do que o interior do polo em design e em acabamento o Argo é só elogios.
          Parece que algumas pessoas tem os fabricantes de carros como tem um time de futebol e torcem pra um fabricante… Se for seu caso, sinto informar que irá pra segunda divisão porque esse Polo (ou novo gol) não vai vender mais que 4000 unidas no mes. E se chegar perto de 4mil está muito bom… anote e verá.

          • Danilo

            Engraçado que não vejo ninguém reclamar que os carros da Mercedes (tirando o classe G) são quase todos iguais em design, os carros BMW também, e tirando isso, que que tem a VW adotar um padrão visual pros seus veículos? Tem quem goste e tem quem que não goste. Não sou fã de marca, inclusive tive um problema com um VW que me chateou bastante, más sabado fui na concessionária ver o Polo, e posso te falar, não tem nada a ver com o Argo. Os dois concorrem somente em preço. O Polo tem um acabamento um pouco pior que o Argo, más ele é extremamente maior e mais largo que o argo, e ainda pude ver o argo lado a lado com o Golf, até a coluna B ele é identico em medidas com o Golf, somente a porta traseira que é menor, e daí da pra ver onde foi cortado o carro (assim como fizeram porcamente com o Uno e Mobi), más ele é pouco menor que o golf, porém a largura é a mesma ou muito parecida, já o Argo tem tamanho de carro hatch de entrada, eu diria um pouco maior que um palio, como se fosse um gran siena hatch. Comparando um com o outro é nítido a diferença de tamanho, sinceramente, pra mim, nem deveriam considerar um concorrente do outro. Uma pena o acabamento interno do polo ser muito simplista, se fosse mais bem acabado ele seria um bom concorrente pra 308 e Focus de entrada, pois o tamanho dele se aproxima muito o desses carros.

          • Lucas Campos

            O que estou dizendo é que a maioria das pessoas estão cansadas do design da VW, e o reflexo voce ve nas vendas. E o polo se parece demaaaais com o gol. O carro é novo e ja vai entrar com visual cansado, e o pior, idêntico a um carro de entrada. Deveriam ter mudado o carro, feito o que a Fiat fez com a Toro por exemplo. A Fiat errou feio em fazer o Argo com a frente parecida com a do Mobi. Quiseram fazer um carro “premium” parecido com carro de entrada… Ja pensou como o Argo venderia se tivesse uma frente que remetesse à frente da Toro? Diria que ele seria líder em vendas com toda certeza.
            O Polo além de se parecer muito com o Gol por fora, se parece demais com o gol por dentro, e inclusive o acabamento é horrível pelo que vi nas fotos e pelo que li sobre pessoas que ja viram o carro de perto. Todos dizem a mesma coisa… o carro é simples demais no interior. E é exatamente por isso que ele não vai vender bem.

          • Danilo

            As vendas só o tempo nos dirá, mas vi sim que ele é bem simples em acabamento, e nem acho que o fato de se parecer com o gol seja um demérito pois o gol se parece com os demais carros da gama VW, porém concordo que algo de diferente seria um plus no carro. Porém, como disse, quem puder comparar o Polo com o Argo lado a lado não compra o Argo. O Polo é muito maior e mais largo que o Argo, parece carro de segmento superior. Pelo menos pra mim, nem tem dúvidas qual modelo entre os dois eu compraria, pois cada centímetro num carro, pra mim, influência na decisão de compra, é o famoso querer pagar menos e levar mais. Vou só aguardar os dois sedans que derivam de Polo e Argo pra ver como ficará a gama de preços e se compensará investir em um carro novo ou um semi-novo.

          • Milton Tavares

            Mercedes nunca terá o interior de um Polo por exemplo e muito menos vai se parecer com um Gol.

    • edujgcruz

      Cara concordo contigo. Tá dificíl engolir essa nova geração de Fiats.

    • Gustavo Adriano

      Concordo @disqus_DrHHYevFGP:disqus , quando eu era criança e não entendia absolutamente nada de carros nos idos dos anos 90 eu achava que o Palio, quando surgiu era uma furada por causa do seu desenho, daí vieram Brava, Marea e por aí vai, e hoje percebo o quanto tais carros foram importantes e realmente fizeram a diferença naquelas épocas, carros que hoje são injustiçados (não entendo até hoje como enfiaram um motor GM num carro tão bacana quanto o Stilo por exemplo), e hoje percebo o quanto a Fiar é realmente genérica em seus lançamentos, como você mesmo disse, o que se salva é a Toro e só…

      • Antonio

        Na época a Fiat pertencia à GM que ainda tinha vergonha na cara e fabricava os ótimos Opel por aqui, claro que depenados mas ainda assim muito melhores que os GM de hoje.

        • Robison Adada

          FIAT pertencia à GM? Só eu que não sei disso?? kkk

          • Ilbirs

            Vamos ser mais precisos: houve um tempo na década passada em que 20% das ações da Fiat pertenciam à GM, que por sua vez deu 5% de suas ações à Fiat. Portanto, não era uma porcentagem de controle da Fiat por parte da GM nem o mesmo se pode dizer do oposto (aqui lembrando que o controle acionário da GM é bastante fracionado). Isso ocorreu entre 2000 e 2005, que foi quando a parceria se desfez pelo fato de a GM não ter exercido a opção de compra da Fiat, ainda mais que eram aqueles tempos em que a “velha GM” (General Motors Corporation) já se encaminhava para seu ocaso, que viria a ocorrer em 2008.
            Foi naqueles tempos em que tivemos Fiats com motor Família I no Brasil (propulsão essa que chegou a sobreviver uns anos depois do fim da parceria, tempo em que a Fiat adquiriu a Tritec, outrora joint-venture entre BMW e a extinta DaimlerChrysler) e, na Europa, modelos da Opel foram equipados com motores JTD, uma vez que a Fiat é referência no desenvolvimento de motores a diesel. Também ocorreu de modelos da Alfa Romeo serem equipados com os motores V6 da família HF (essa que por aqui vimos no Omega australiano e na Captiva), com cabeçotes feitos exclusivamente para a marca de Milão. Houve poucos projetos em comum, caso do Croma (plataforma Epsilon I, a mesma do Vectra C e do Malibu) e o mais conhecido desses projetos é mesmo a plataforma Gamma, que deu origem aos Corsas D e E (este último lançado bem depois do fim da parceria e basicamente uma revisão pesada do D que só não é passagem de geração porque falamos de um mesmo monobloco) e Punto, Linea e Alfa Romeo MiTo do lado Fiat (em que a plataforma era chamada de SCCS).

            Quem se saiu bem nessa história toda foi a Fiat, que acabou tendo caixa para dar uma virada de mesa importante que, nos anos seguintes, iria se concretizar com a compra da Chrysler, inicialmente feita com troca de tecnologia por controle e depois reinvestimento dos lucros da “nova Chrysler” (sim, não foi só a GM que morreu na pessoa jurídica conhecida e ressuscitou em uma nova empresa para a qual foram destinados os ativos saudáveis) no próprio negócio até obter o controle total e subsequente formação da FCA.

          • Robison Adada

            Então, reforçando…
            Fiat não tinha o controle acionário. Não era doooona.

        • ussantos

          A Fiat não pertencia a GM. A GM tinha participação acionária na Fiat mas os italianos eram majoritários, o “pulo do gato” desse acordo é que a Fiat colocou que, depois de alguns anos (nao lembro quanto) a GM tinha que comprar a Fiat toda ou pular do barco. O tempo passou, estourou a crise de 2008, a GM não tinha dinheiro pra comprar a Fiat e pulou do barco… Foi por causa desse crise de 2008 que a Fiat comprou a Chrysler e o grupo passou a se chamar FCA.

          Essa parceria com a GM gerou produtos híbridos ao redor do mundo, de cabeça me lembro:
          – Fiat brasil usando os motores da Chevrolet
          – Corsa e Grand Punto (nosso Punto) compartilhando a mesma plataforma

          • Antonio

            Bem colocado ussantos. Mas foi devido à pressão da GM que tivemos o Stilo, o Punto e mesmo a família Palio teve seu apogeu nessa época. Só fazendo a observação que o Corsa que compartilhava a plataforma com o Punto nunca veio para cá.

          • Milton Tavares

            Achava muito bonito o corsa, meu irmão teve um e eu achava o máximo aquele carro..
            Antes do corsa meu irmão teve um Opala, aquilo sim que era uma carro bonito por fora e bem acabado por dentro, aquilo que era uma interior bonito e confortável sem esses plásticos de hoje nas portas, hoje tudo é plástico para todo lado.

    • Murilo Soares de O. Filho

      Concordo com você, a Toro é o melhor produto, quanto ao Argo substituir o Punto na Europa, tendo a devidas atualizações para o Mercado Europeu, não seria nada absurdo, porém todos nós sabemos que Europeus e Italianos não gostam de produtos brasileiros…

      • Antonio

        O Punto já tem o seu substituto que é o Tipo.

    • DPSF

      Ainda acho que a FIAT peca ao querer substituir palio, punto e bravo com esse Argo. O DNA do palio está ali. Visivel nos comandos e na posiçao de dirigir. A FIAT pegou a base do grand siena e fez um hatch, renomeou e empurrou como uma coisa totalmente nova. Cada hora que entro em um Argo sinto que ele é um otimo substituto para o novo palio, mas é muito aquém do punto e do bravo. Aí olhamos para a FIAT lá da Itália e vemos o novo tipo, com acabamento e desenho bonitos, e nós brasileiros,que sustentamos a FIAT no mundo, somos agraciados com um carro sem sal e de baixissimo custo. O INOVAR AUTO se encerra agora ao fim do ano, e espero que a FIAT ouse mais e traga o tipo nas versoes hatch,sedã e sw, pois os consumidores de linea e bravo estão orfãos de um carro desse porte na linha brasileira. Me recuso a ter de trocar meu linea em uma toro ou renegade, simplesmente pq a FIAT quer agregar valor a esses produtos que não satisfazem a minha necessidade de consumidor. Acabarei migrando para a concorrência por falta de opçoes no show room da fiat.

      • Antonio

        Perca a esperanças meu caro, a Fiat ultimamente tem se dedicado a aplicar golpes no consumidor que está cada vez mais esperto e não tolera mais este tipo de pilantragem.

      • Zaaboo

        Estou querendo trocar meu Punto. Se possível em um carro com mais porta-malas. Mas tá difícil, mesmo com os pontos a desejar do dualogic é complicado achar um carro que entregue o conforto que tenho sem me arrancar um olho da cara.

        • Milton Tavares

          Realmente está complicado hoje em dia, tbm tenho Fiat e gostaria de trocar pq já faz um tempo que tenho o carro.

          Seu modelo é dualogic?

          • Zaaboo

            Sim. Dualogic. As reclamações que as pessoas fazem por aí tem fundamento, e muito exagero também, mas ainda assim acho muito mais prático do que um cambio manual.

          • Milton Tavares

            Quantos mil quilômetros tem seu carro e como vc avalia o câmbio no geral???

            Fiz um teste num GSR e gostei bastante, mas se fala tão mau deste tipo de câmbio que fico com o pé atrás em adquirir.

          • Zaaboo

            Está com 115 mil. Troquei apenas a embreagem e óleo do câmbio aos 95 mil.

            No geral eu acho ótimo, ele as vezes dá tranco em subidas muito ingrimes, onde o computador se perde um pouco no que fazer. Mas basta se adiantar um pouco e fazer a troca manual, ou selecionar a opção S que faz com que o câmbio troque em giros mais altos.

            No transito, marginal parada ou afins, ou numa boa rodovia vc praticamente não percebe as trocas de marcha.

            Posso ter tido sorte, mas meu pai tem uma Palio Adventure com quilometragem parecida e a impressão dele é similar. Reza a lenda que na versão plus (o meu é de primeira geração) ele ficou melhor. Eu diria que pelo preço, é bem aceitável.

          • Milton Tavares

            Muito bom.

            Aqui meu amigo tem tbm, nunca vi ele reclamando, acho que com aceitável essa troca da embreagem aos 95, câmbio manual as vezes troca com quilometragem menor.
            Sempre troco de carro com uma quilometragem próxima aos 80 mil, quanto é o gasto da troca desta embreagem?
            Custo é igual de uma com câmbio manual?

          • Zaaboo

            Acho que similar. Saiu R$ 1200,00 com mão de obra. Pra ser honesto não sei se foi caro ou barato.

          • Milton Tavares

            Se foi feito dentro da concessionaria deve sair por esse valor mesmo, concessionaria sempre sai bem mais caro, mas por ser um câmbio automatizado é melhor pagar mais caro e ter um serviço garantido, fora da concessionaria pode ficar até mais caro se fizerem um serviço porco.

          • Zaaboo

            Não foi CSS, foi recomendação de um amigo. Ele já tinha trocado a embreagem lá e dado tudo certo, comigo também.

            Na CSS ia sair para mais de 2 mil.

      • Milton Tavares

        Vejo como implicância com a marca, afinal Fiat conseguiu desenvolver bons produtos que são sucesso de vendas, Toro, Renegade e agora o Argo.

    • Antonio

      isso se chama FRAUDE, querer colocar o carro no patamar ao qual não pertence. Quero ver quando chegar o Yaris e Polo, estes sim carros de primeiro mundo que irão colocar o Argo no seu devido lugar que era do Palio.

    • Peter Bishop

      Melhor Fiat foi o Fiat Cupê

    • Milton Tavares

      Talvez se refere que seja o melhor Fiat desta categoria, onde o Toro é de outra categoria, porém não deixa isso claro.

  • Leandro

    A manutenção do GSR não é cara mais. Tenho um Punto dualogic plus 1.6 com 120mil km… Manutenção em dia, sem surpresas com o câmbio. Preço de manutenção normal. Não tem essa mais…

    • Joaquim Grillo

      fiat não dá manutenção é frescura de ista antigo de pai pra filho que reclama de Fiat eu era assim até ter meu primeiro fiat um uno 1.5R depois um palio 1.5mpi depois tive um Idea nenhum mesmo me deu dor de cabeça todos passei de 120mil km

      • Marciofilho Santos

        realmente nao dá manutenção nos carros de entrada. mas nos carros mais caros e complexos, ai ai ai

        • Joaquim Grillo

          onde? meu cunhado tem um bravo sporting 0k 2012 nunca reclamou e é um cara chato e detalhista.

          • Caio Cartaxo

            É aquele famoso, não vou reclamar para não falarem que foi uma mal compra hehehehe

          • Joaquim Grillo

            Não não meu cunhado sempre trocou de carro a cada 2 anos ele é chato mesmo para se ter uma ideia ele tinha feito pego uma Eco para minha irmã em 3 meses deu problemas eletricos e barulhos ele pediu a grana de volta e pegou uma Tucson para ela tá até hj

    • luis_ten

      Tive um Linea HLX 1.9 Dualogic e rodei 110.000 km e nunca tive problemas com o câmbio (nem com o carro). Mas uma coisa é certa, o câmbio poderia ser melhor. Apesar do Dualogic não ser ruim, um automático convencional, com conversor de torque, seria melhor.

    • Bernardo

      Bravo Dualogic 2012: 110mil km
      Grand Siena Dualogic 2013 : 50mil km
      Spacefox iMotion 2013: 45mil km

      Tive estes 3 carros, e nenhum apresentou problema algum no cambio. Compraría outro tranquilamente, se nao fosse o preco absurdo cobrado hj (preco de automatico).

    • Caio Cartaxo

      Amigo não é porque você teve sorte com o cambio que ele seja bom kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, é como ver um cara falando mal de um cambio por exemplo de um Corolla e você alegar que não presta…

  • Ilbirs

    Eu sei que o Marlos não vai ler isto, mas é chato demais vermos erros óbvios nas matérias do Autos Segredos. O da vez é este:

    Pneus de perfil mais alto (60), melhor ainda os de série (65) contribuem para o bem-estar a bordo.

    Os pneus de série do Argo são 175/65 R14, o que significa termos 113,75 mm de ombro (ombro correspondendo a 65% da banda com largura de 175 mm, sendo esse o motivo da dezena seguida à barra que a separa da centena correspondente à banda), enquanto as rodas opcionais são de aro 15 e calçadas com pneus 185/60 R15, o que significa termos 111 mm de ombro (60% de 185 mm). Logo, o Argo com os pneus em questão não só tem perfil mais baixo (o 60 em questão sendo menor que o do 65) como também os pneus opcionais de fato têm ombro mais baixo, de modo a evitar que o conjunto roda-pneu alongue a relação final.
    Pode ser que os pneus opcionais do Argo sejam melhores que os de série por outras razões, uma vez que de fato ter perfil 60 deixou de gerar tanta preocupação com a proteção das rodas, uma vez que os fabricantes conseguiram ombros ao mesmo tempo mais macios e resistentes, tudo isso com menor ângulo de deriva (que é o quanto o pneu dobra na curva, falando de maneira mais grosseira). Porém, conforme dito no parágrafo acima, é inegável que o ombro do pneu opcional é mais baixo que o do pneu de série.

    • Ducar Carros

      Eu entendi ele dizer que o perfil 60 (opcional) já é alto, sendo o de série mais alto ainda. Acho que ele não quis dizer que o perfil opcional era mais alto que o de série.

    • Postpone

      Esse site é horroroso. Matéria terrivelmente mal escrita. O pseudojornalista inventa a palavra “altarresistência”, diz que a manutenção do carro é “cara” sem citar preços ou fontes, cita que “a segurança básica é completa” (oi?) e complementa o show de amadorismo dizendo que pneus de perfil 65 são mais baixos que perfil 60. Nem número sabe ler… esse site é de chorar no cantinho. Qualquer um dirige um carro e sai por aí “escrevendo avaliações”… pobre leitor!

  • Mr. Car

    Fico com o 1.3 de câmbio manual mesmo, que é o melhor para o meu uso quase que exclusivamente rodoviário do carro, e como prefiro. Além do mais, tem a alavanca comum e não aqueles botões ridículos, he, he! Seria muito legal, isto sim, se tivessem colocado uma alavanca de câmbio na coluna de direção, e liberado espaço mo console central.

  • Felipe

    A Fiat pensa que maquiando os nomes, vai desatrelar a imagem de certos produtos, como fez com o Argo (que é um “substituto” do Palio), a plataforma “Latam”, que está sob o Argo, é inclusive é a mesma do último Palio, com modificações pontuais e o câmbio GSR (que não é nada mais que o conhecido Dualogic).

    • Lucas Campos

      Plataforma do Argo é 80% derivada da plataforma do punto… não tem nada de palio nela.

      • Felipe

        Há controvérsias:
        “A chegada do Fiat Argo irá mexer bastante em toda a linha da marca italiana. Foi desenvolvido
        com a mesma filosofia do Renault Sandero, oferecendo bastante espaço interno. Afinal, sua missão é aposentar tanto o Palio quanto o Punto e o Bravo. Também será o primeiro a usar a plataforma Latam, uma versão alterada da base do Palio e Grand Siena.”

        Fonte (sem espaços): http:// carros.ig. com. br/segredos/2017-04-20/fiat-argo-segredo.html

        Consideração: Há menções pela internet afora que sugerem sim o uso de uma plataforma baseada no Punto. Mas por se tratar de um produto focado no baixo custo (tão baixo, que chega a descer ainda mais “degraus” diante do Tipo), não vou acreditar que a construção do modelo tem base no Punto e sim, no “irmão mais pobre” dele.

        • Lucas Campos

          Nao acredite nessas matérias desses sites… Sou de BH e trabalhei na FIAT com esses projetos e te afirmo: a plataforma do Argo é derivada do Punto. E nas divulgações internas na época, sempre esteve claro que o Argo, X6H na época, mataria apenas Palio e Punto, assim como o X6S mata Grand Siena e Linea, e o X6P (projeto congelado atualmente), substituiria a Strada. O Bravo sairia de linha e simplesmente não teria substituto. Essa história de que o Argo matou o Bravo é balela. Apenas coincidiu do Bravo sair de linha próximo do lançamento do Argo. Substituto do Bravo seria o Tipo vendido na europa.

          • Felipe

            É complicado a imprensa publicar algo que seja inverídico, heim? Ainda mais por que foram várias publicações em sites/revistas diferentes. Parece que a Fiat tentou abafar o frisson sobre a plataforma do Argo pra que ninguém falasse mais no assunto.
            Agora, quando li “Substituto do Bravo seria o Tipo vendido na europa”, pensei: Mas como?! Onde o Bravo era comercializado, ele concorria com C4, Astra/Vectra GT (depois Cruze), Focus, Tiida, 307 (depois 308), Golf, i30, etc… Então, como é que no Brasil o Tipo faria esse papel, se na Europa ele não faz?!

  • Zigfrietz Tazogh

    [Se câmbio automatizado de uma embreagem funcionasse sem trancos, não existiria o mais sofisticado de duas embreagens.]

    Os câmbios automatizados de dupla embreagem, foram abolidos dos carros populares por serem frágeis, problemáticos, e tem a manutenção absurdamente cara.

  • Duilio

    Chuta este cambio longe. Não existe um cambio automatizado que não de problema.
    Tambem acho que o Argo, nada mais é que o Palio novo, nada mais.

  • Junior Do Queijão

    Coloquem o At6 com este motor antes que seja tarde demais.

  • Fausto

    Acho que vai acontecer igual ao que aconteceu com o Mobi. Lançou com motor fire, não teve aceitação, mudaram pro firefly. Argo 1.3 2019 com câmbio automático…Na verdade difícil ver uma situação em que o Polo não vai nadar de braçada nessa disputa. Estética a parte, com o valor desse Argo 1.3 GSR, dá pra comprar um etios xs 1.5 automático e sobra troco. Eu sou mais o etios.

  • Pedro Mello

    Existe certa má vontade da imprensa especializada contra o câmbio Dualogic. Quem aprendeu a conviver com ele praticamente não sente os trancos, que habitualmente são leves.Nunca tive problemas mecânicos com o Dualogic. O grande porém é o atraso nas mudanças de 1ª para 2ª, e desta para 3ª. É a forma mais barata de não precisar passar marchas manualmente.

    • Debraido

      Pedro, discordo totalmente.
      Tenho um 408 THP e meu pai um Punto Dualogic. A diferença é gritante. Só o fato de que o motorista precisa de adaptar ao cambio já é um absurdo. Para o carro não dar tranco é necessário aliviar o acelerador, como num manual. Coisa que não faz sentido para quem busca um automático.

      • Pedro Mello

        Quem busca cambio automático ou dualogic não quer mais é passar marcha manualmente. Pelo menos até prova em contrário. Se quer passar marcha eu sugeriria um câmbio manual.
        Quanto a adaptação ser um absurdo, eu discordo, porque o Duster AT4 dá mais tranco que o Dualogic, e mesmo câmbios manuais são bem diferentes um do outro . Marchas mais curtas, mais longas, umas mais curtas, outras alongadas, etc.

  • HugoCT

    Quem tem problemas com esse cambio é a imprensa, não os clientes da Fiat, pois se não vendia ela não fabricava. Andei lendo opinião de proprietários e todos gostaram do carro. Teve site que testou por dias e elogiou. Mas entre um e outro, bem que poderiam ter colocado o AT6 a acabado com esse mimimi.

    • wagner

      Verdade Hugo! É muito mimimi.
      Pode não ser um primor de suavidade, contudo, está longe de ser um câmbio problemático como foram os automatizados da GM, Ford e VW.

  • Joaquim Grillo

    confesso que estou cada vez mais vendo esse carro na rua e começando a me agradar

  • Schlatter70

    O maior problema do automatizado da Fiat é custar o mesmo que um câmbio automático convencional com conversor de torque. Apesar de somar os controles de tração e estabilidade, que a meu ver deveriam ser de série em todos, o preço não compensa. Acho que o 1.3 manual é o melhor Argo. E se tivesse um câmbio manual de 6 marchas, o que os concorrentes também apresentam, seria ainda melhor. Enfim, o carro é caro pelo que oferece. O custo-benefício passou longe. E a prova disso é que só vende um pouco mais com bons descontos e promoções que lhe são aplicados.

  • awatenor

    Dá-se mais 3 k e leva-se um polo 200…sei não…

  • fhf74

    Tinha tanto ponto final do texto que a matéria inteira poderia ser escrita em tópicos. Aliás, foi dessa forma que eu li.

  • Danilo

    Não sei se o câmbio automático de 4 velocidades do Etios é Aisin (devido o mesmo ser do corolla de geração anterior e a Toyota ter grande parte da empresa Aisin), más nesse carro 1.3, um cambio automático de verdade, mesmo que o 4 marchas do etios, seria uma opção muito, más muito melhor que um câmbio automatizado. Falo da Aisin pois a Fiat já tem uma parceiria comercial com a mesma nos câmbios de 6 marchas. Lógico que o ideal seria esse de 6 marchas que citei, más já que é pra economizar, um 4 velocidades igual ao do etios, na minha humilde opinião, seria menos feio que o dualogic, ó não, agora é GSR.

  • marcos

    Motor 3 cilindros virou moda e a GM vendendo 18.000 Onix esse mês e com motor 4 cilindros e nota 0 no teste de impacto. Não existe regra nesse mercado, consumidor agradou compra e a linha Fiat atual não agrada ninguém só isso. Melhor Fiat atual ? Pode ser, só sobrou Mobi, Novo Uno e Palio…Strada e Toro são picapes e se não fossem as duas a Fiat tava fu…talvez em sexto em vendas e pra quem foi líder durante anos até 2014 isso é incrível, derrocada reflete os erros a começar pelo Novo Uno em 2010, pois com a velha historia de que não se mexe em time que ta ganhando, ela não arriscou e criou uma linha nova pior que a antiga, e resultado ta ai.

  • DoudleCow

    ” Surpreende porque não se espera muito dele, mas valores de torque e potência são generosos para comando único no cabeçote e duas válvulas por cilindro.” –> Primeiro ponto chave, falta de motor mais moderno no Argo.

    “Como a Fiat tem câmbio automático com conversor de torque nas versões com motor 1.8 fica difícil entender a insistência com o automatizado. ” –> Segundo ponto chave, descarte do Dualogic no Argo. Ainda que o Dualogic livre o motorista do impreciso trambulador do Palio (em oposição ao ótimo trambulador do Renegade descartado no Argo), o AT6 também realiza tal tarefa e ainda com maior eficiência, sem trancos.

    • wagner

      Não entendi o primeiro ponto, cujo texto contraria sua confusa afirmação, se surpreende pelo generosos números, porque falta motor moderno.
      O motor é novo e moderno, tanto que não precisou em recorrer a comando duplo para ser mais eficiente que a concorrência (mais barata de manter também).
      Observe que é um motor que comporta muitas possibilidades de atualizações, até mesmo com o incorporação de comando duplos, variáveis, injeção direta e turbo, porque a base moderna permite tal upgrade.

      • DoudleCow

        O motor é novo, mas não moderno. Quando receber todas estas atualizações, mencionadas por você, aí sim será moderno.

    • GustavoF

      Sobre sua segunda afirmação, nenhum automático convencional (leia-se com conversor de torque) é mais eficiente que um automatizado. O conversor de torque acarreta em uma maior perda de potência e um consumo inferior do que as versões manuais ou automatizadas, além do aumento de peso do veículo.
      Na hora de escolher, vai pelo que te atender melhor. Hoje, eu vejo com bons olhos essa versão 1.3 GSR do Argo justamente pelo consumo. Como eu dirijo demais e o combustível está aumentando quase semanalmente, prefiro aguentar uns soluços nas trocas de marcha porque estes, pelo menos, não ficam mais caros.

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Quem quiser AT no Argo parte pro 1.8, simples assim… E sobretudo o motor 1.3 GSE, é muito eficiente, super econômico e bem moderno mesmo sem ser 16 válvulas.. e as câmaras são desenhadas parecidas com os motores HEMI, e desenvolvidas na mesma fabrica que faz os monstruosos motores do Dodge Challenger HELLCAT, Demon e etc

      • DoudleCow

        O motor 1.3 GSE não é moderno, é feito para terceiro mundo.
        “câmaras são desenhadas parecidas com os motores HEMI” –> Uau, tecnologia da década de 50 ! Fantástico !!!

        • Kyozuki

          O motor 1.3 GSE não é moderno, é feito para terceiro mundo.

          Será utilizado na Europa inteira.

          • DoudleCow

            Na Europa com 4 válvulas por cilindro, injeção direta e turbo. Com a configuração atual, somente aos tupiniquins.

          • Zigfrietz Tazogh

            Não, terá apenas uma taxa de compressão menor, porque não será flex.

          • DoudleCow

            Vai nessa…

  • Marcelo Cordeiro

    A FIAT insiste neste câmbio automatizado e tenta enfiá-lo goela abaixo do consumidor. Se vocês fizerem pesquisa, todas as montadoras tiveram problemas com câmbios automatizados. Eles se mostraram problemáticos e o bom e velho automático acabou voltando com força total. Com a popularização dos AT’s e consequente redução dos valores cobrados por este tipo de câmbio, não vejo nenhuma razão para a existência dos automatizados. Veja, por exemplo o tão aclamado DSG da VW. Não deu muito certo no Brasil por conta de problemas como ruído metalizado excessivo, problemas de encaixe das marchas e até pane total. Daí, foi substituído pelo honesto tiptronic que é apenas 1s mais lento em termos de engate de marchas. Sendo assim, eu não compraria um automatizado atualmente por não ver nenhuma vantagem. Quem procura comodidade ao dirigir, que parta logo para um AT de verdade!!!!!!!!

    • wagner

      Poxa e seu eu quiser um CVT, fico com um câmbio de mentira?

      • Marcelo Cordeiro

        Quando eu digo AT, falo em termos gerais, incluindo no gênero a espécie CVT. Se você não se importar com a sonolência característica deste câmbio, até sairá no lucro, pois costumam ser mais econômicos. Eu não curto muito caixas do tipo CVT, mas trata-se de gosto pessoal…

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Dono da razão, converse antes com os milhares de donos de ARGO GSR que estão surpresos com o novo câmbio, antes de acreditar nesse tipo de reportagem tendenciosa ou de tirar alguma conclusão.

      • Marcelo Cordeiro

        Longe de mim ser o “dono da razão”, mas andei no carro e não gostei. Se você comprou, ótimo, seja feliz com seu carro novo. Eu, hein, a galera parece que ganha comissão da marca…

      • Quantos desses tiveram antes carros com câmbio automático convencional?

  • Postpone

    Matéria terrivelmente mal escrita. O pseudojornalista inventa a palavra “altarresistência”, diz que a manutenção do carro é “cara” sem citar preços ou fontes, cita que “a segurança básica é completa” (oi?) e complementa o show de amadorismo dizendo que pneus de perfil 65 são mais baixos que perfil 60. Nem número sabe ler… esse site é de chorar no cantinho. Qualquer um dirige um carro e sai por aí “escrevendo avaliações”… pobre leitor!

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Pois é, na verdade tem aços de ultra alta resistência…

  • G.Alonso

    A Fiat deveria pensar bem no Cronos. Fazer uma opção 1.3 e 3 opções 1.8.

    Drive 1.3 MT5 – R$ 58.990,00
    Drive 1.8 AT6 – R$ 66.990,00
    Precision 1.8 MT5 – R$ 65.990,00
    Precision 1.8 AT6 – R$ 71.990,00
    Sublime 1.8 AT6 – R$ 75.990,00

    Valorizar a motorização 1.8 com câmbio automático, deixando esse 1.3 com GSR somente para o hatch. Ela deveria seguir os rumos do Corolla, que vende em sua maioria câmbio automático no motor 2.0.

  • CorsarioViajante

    Esta versão com um câmbio automático tradicional seria muito bem-vinda e interessante.

  • Whering Alberto

    Bacana as rodas emprestadas do HB20.

  • Wagner Lopes

    60k em um argo 1.3…acho que nessa encarnação não saio mais dos carros (de verdade) usados….kkkkk.

  • Marciofilho Santos

    Com o Polo, HB20, Onix, Etios usando um cambio AT de verdade, a FIAT vai ter q se render. e ficaria um excelente conjunto. pq esse motor parece ser muito eficiente (anda bem e economico)

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Tá vendendo bem amigo, e os muitos donos de Argo do Argo Club que conheço estão muito satisfeitos com a nova calibragem do GSR.

      • Marciofilho Santos

        o Argo de maneira geral está vendendo bem, mas a versão com o GSR eu nao acredito. vc sabe os numeros? acho uma pena um carro legal como o Argo 1.3 nao ter um cambio decente.

  • Fanjos

    Só acho que deveriam aumentar um pouco mais esse simbolo da Fiat na traseira, porque estou postando aqui de Plutão e não estou conseguindo enxergar direito.

    • Uranium

      Tirar o emblema Fiat pra colocar essa coisa enorme na traseira foi uma das soluções mais infelizes que vi nos últimos tempos. Imagine a traseira deste carro com o embleminha pequeno no centro, ia ficar 10x melhor.

      • Mardem
        • Uranium

          Olha aí… Bem melhor. Lembra até o Tipo. Com a placa no parachoque e emblema Fiat centralizado entre as lanternas, poderia ficar ainda mais interessante.

        • CorsarioViajante

          Bem melhor. POderia até ser um pouquinho maior, que ainda ficava bom. Mas aquelas letronas eu também não gosto.

        • Rafael Tardelle Lima Silva

          Ficou bom,. parabéns

      • Rafael Tardelle Lima Silva

        Nada disso,.ficou legal, isso sim!

  • Fabio Correa

    Que frente horrível!

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Volks maníaco por aqui?! Kk

  • Robison Adada

    Por acaso fizeram a pesquisa com os compradores do Argo GSR para entender se para eles o casamento deu certo? Na matéria eu não achei. Cada um tem um gosto diferente do outro. Para quem entende muito bem de carros é fácil dizer que isso ou aquilo é ruim mas se quem fez o test drive gostou, então ele não é ruim! Cada um defende seu ponto de vista. Para os mais exigentes em “conforto” vai de AT6. São 3 opções de motores e 3 opções de câmbio.

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Só achei a reportagem tendenciosa demais… Em vez de tirar a conclusão sozinho, deveria fazer algo considerando os milhares de compradores da versão GSR que tá vendendo bem demais por sinal, talvez isso preocupe a concorrência… Nos grupos de Argo os donos de modelo GSR estão PLENAMENTE SATISFEITOS e elogiando bastante o câmbio GSR, inclusive muitos vieram do Dualogic, então houve SIM um grande avanço e melhora em vários aspectos e dizem que o novo Câmbio está bastante inteligente se comparado ao anterior.

      Sobre o desempenho, o 1.3 tem se mostrado um motor surpreendente e com números melhores que o 1.6 do Polo em algumas medições, então mais uma coisa a.contestar na reportagem.

      • Só vejo que saiu de câmbio manual para automatizado monoembreagem elogiar. Mas quem tem carro com câmbio automático nunca vai elogiar com sinceridade um automatizado monoembreagem.

  • Basil Sandhurst

    Pessoal, com todos os respeitos aos comentários…
    O Argo tem a dificílima missão de substituir vários carros simultaneamente. Fiz teste de direção no 1.3 manual (gostei muito) e com os de motor 1.8 (versões Precision e Hgt).
    Toda a indústria nacional automotiva merece críticas (bem como o governo – todos eles – que andam de mãos dadas) mas o produto em si é bom comparado aos principais concorrentes deles (eleitos pela FIAT) que são o HB20 e Onix.
    A propósito, o HGT manual completo é um ótimo carro.
    Abs

  • Rafael Tardelle Lima Silva

    Só sei que nos que participo sobre o carro o GSR TA vendendo MUUUUITO e os donos estão PLENAMENTE SATISFEITOS… E muitos que tiveram carros com Dualogic e i-motion (esse sim muito criticado) estão surpresos com a calibragem do GSR.

  • Diego BL Lagos

    oi, eu sou do Chile mas sempre leio essa página. eu sou fã da Fiat e tenho um Punto 2008 (mas a gente tem o Punto fabricado na Europa) ainda não posso entender porque a Fiat tem feito coisas tão estranhas como excluir o Punto e o Palio. dois sucessos na história da Fiat. esse Argo deveria ter sido o novo Palio e a Fiat continuar com o Punto ou um novo Punto. eu acredito que muitas pessoas vão ter que dar uma olhada para a concorrência por falta de opções. O Punto é o Punto. e quem gosta dele, já não tem uma nova opção na Fiat para trocar o seu carro. mesma coisa já aconteceu com o Bravo.

  • Zigfrietz Tazogh

    Fiat Argo Drive 1.3 GSR – consumo com gasolina comum:

    Cidade – 14,7 km/l

    Estrada – 16,5 km/l

    Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/testes/teste-fiat-argo-1-3-gsr-o-problema-esta-no-cambio/

  • Acacor

    O automatizado foi criado como opção de baixo custo. Mas a Fiat cobra o mesmo que um automático de verdade. Então não há como racionalmente comprar um GSR. É só uma forma da Fiat oferecer menos por mais. É um engodo.

    • Zigfrietz Tazogh

      O kit GSR possui um ótimo custo/benefício, acrescenta controle de tração e controle de estabilidade, assistente de partida em aclive, piloto automático, apoio de braço do motorista, vidros elétricos traseiros, e o câmbio automatizado GSR.

  • Zigfrietz Tazogh

    Consumo com gasolina comum:
    …………………………Argo Drive 1.3 GSR(1148 kg)………….Polo Highline 1.0 TSI(1147 kg)
    Cidade……………………………….14,7 km/l…………………………………………12,1 km/l
    Estrada………………………………16,5 km/l…………………………………………16,0 km/l

    Fonte: Quatro Rodas

    • Filipo

      Certo, agora poste os dados de aceleração e retomadas ai..

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    O 1.3 manual de R$ 53 mil já me serviria

  • Willian Silva

    Eu não entendo, eu não vejo uma matéria ou youtuber falando mal desse argo, esse povo só elogia, elogia, como se fosse um novo fusca, um novo marco da história automotiva. Um carro muito caro, sendo pequeno, e tem a impressão de ser ainda menor. Ele parece ser menor que o uno (visualmente), e por 60 e poucos mil, é um absurdo… e mobi, sem comentários….. em 4 ou 5 anos o mobi estára uns 50 mil reais… dai a fiat vai e lança um carro pior que o mobi, que aliás o povo do youtube e jornalista tbm só elogiam..