Mesmo menos potente, Fiat Argo Drive 1.0 mantém boa dirigibilidade e acabamento acima da média, mas preço é alto diante da oferta de equipamentos de série

Por Alexandre Soares

Os últimos hatches compactos que a Fiat lançou no Brasil passaram longe de empolgar. A segunda geração do Palio demorou demais para chegar (nada menos que 15 anos separam as duas) e, proporcionalmente a todo esse tempo, trouxe poucos avanços, ao passo que o Mobi não passa de uma derivação do Uno. Isso se torna ainda mais grave quando vem de um fabricante que se firmou produzindo automóveis acessíveis, de grande volume de venda, e que já fez modelos marcantes com tal tipo de proposta, como os primeiros Uno, Palio e Punto. Por causa desse histórico recente, minhas expectativas sobre o Fiat Argo Drive 1.0 não eram lá muito altas. Porém, para minha surpresa, a novidade convenceu. Parafraseando o colega Paulo Eduardo, que testou a versão HGT aqui para o Autos Segredos, o Argo, mesmo na versão de entrada, é o melhor Fiat dos últimos tempos.

Design genérico

É verdade que, ao contrário dos citados Uno, Palio e Punto de primeira geração, o Fiat Argo tem um design meio genérico, principalmente na versão Drive, que não traz itens como rodas de liga leve ou spoilers. Enquanto estive com o veículo, fui abordado por uma única pessoa na rua, que logo disse tê-lo achado parecido com o Gol. Eu, particularmente, não vejo muitas semelhanças com o concorrente da Volkswagen, e sim com outros modelos: a dianteira lembra a do Mobi, ao passo que a traseira tem um ar de HB20. Todavia, o fato é que gosto é subjetivo, e o hatch tem qualidades mais objetivas, a começar pelo interior.

O mesmo homem desconhecido que puxou conversa sobre o design da carroceria aprovou o habitáculo, classificando-o como bem-acabado. Nesse ponto, estou de acordo. O padrão de construção é superior ao de todos os modelos de entrada que a Fiat comercializou no Brasil até o momento, com peças bem-encaixadas e sem rebarbas. Não há material emborrachado (como o Bravo trazia no painel), mas os plásticos, apesar de rígidos, exibem texturas variadas e não são ásperos ao toque. Alguns componentes, como os comandos do ar-condicionado e as teclas do volante multifuncional, são compartilhados com (os mais caros) Toro e Renegade.

Espaço e ergonomia

Outro ponto que agrada no interior é o espaço. O Fiat Argo não chega a se equiparar ao Renault Sandero, que ainda é referência nesse quesito, mas supera outros modelos também amplos dentro da categoria, como o Volkwagen Fox e o Citroën C3. No banco traseiro, mesmo pessoas altas conseguem dispor de alguma folga para os joelhos, e a área transversal é suficiente para que três ocupantes se acomodem sem que haja aperto excessivo. Além disso, todos contam com a proteção de cintos de segurança de três pontos e encostos de cabeça. O habitáculo poderia oferecer um vão mais generoso apenas para a cabeça de quem se senta ali, pois passageiros de estatura mais elevada esbarram no forro do teto. O porta-malas também está entre os mais generosos da classe, com 300 litros de capacidade, mas, mas versão Drive, o banco não é bipartido, o que diminui as possibilidades de rebatimento.

Nem tudo é positivo, porém, a bordo do Argo: há falhas de ergonomia, entre as quais os bancos dianteiros e traseiro com assentos muito curtos, que não apoiam totalmente as coxas (inconveniente típico de hatch compacto), a coluna de direção sem ajuste telescópico (item que equipa somente as versões 1.8), os pedais muito próximos e deslocados para a direita (mal que vem desde o primeiro Palio) e o puxador de porta muito saliente, que esbarra no joelho do motorista. Entre os pontos positivos, estão o volante de excelente pegada, o cluster completo (com direito não só a termômetro, mas até a mostradores de carga da bateria e de temperatura do óleo lubrificante, sendo esses dois últimos exibidos na tela do computador de bordo) e de fácil leitura (sem os mostradores pequenos presentes em alguns outros compactos) e a visibilidade, que é boa inclusive para as laterais (pois nem a linha de cintura nem as colunas C são pronunciadas demais).

Desempenho na conta do chá

Minhas expectativas também não eram muito altas em relação ao desempenho da versão Drive 1.0. Afinal, o motor FireFly, apesar de atual, não entrega mais do que 77 cv de potência com etanol e 72 cv com gasolina, a 6.250 rpm, ao passo que o peso do modelo é de significativos 1.105 kg.  Entretanto, o fato é que, em ambiente urbano, ele dá conta do recado com mais eficiência do que os números fazem supor. Não que o Fiat Argo seja expoente em performance, mesmo quando comparado a outros carros 1.0 de aspiração natural, mas, dentro desse contexto, o compacto consegue arrancar e retomar em meio ao trânsito de maneira bastante satisfatória. Mérito do bom torque de 10,9 kgfm com o combustível vegetal e 10,4 kgfm com o derivado do petróleo, a 3.250 rpm.

Estrada

Na estrada, porém, minhas desconfianças se confirmaram: o rendimento do propulsor cai em alta rotação, o que, aliado à massa corporal significativa, faz com que o veículo perca velocidade facilmente em aclives. Ultrapassagens também demandam atenção e paciência do motorista. Esse tipo de resposta, melhor nas rotações mais baixas que nas mais altas, é típica dos motores de duas válvulas por cilindro, como é o caso do FireFly: ele é o único três cilindros de seis válvulas fabricado no país. No mais, há variador de fase e confecção de bloco e cabeçote em alumínio. Duas soluções que evitam gastos de dinheiro e de tempo por parte do proprietário são a corrente de acionamento, que elimina a correia dentada e tem vida útil, segundo o fabricante, similar à do propulsor como um todo, e o sistema de partida a frio por meio do aquecimento dos bicos injetores, que elimina o tanquinho de gasolina.

Baixo consumo

Se em desempenho o motor 1.0 FireFly não chegou a se destacar, em consumo ele mostrou resultados mais dignos de destaque. Abastecido com gasolina, o Argo cravou, em nossas aferições, 14,1 km/l na cidade e 15,8 km/l na estrada. Assim, mesmo com um tanque de apenas 48 litros, o hatch tem autonomia para rodar 758 km. Essas médias foram obtidas com o sistema Start-Stop, que é item de série em todas as versões, acionado, mas é possível desligá-lo por meio de um botão no painel.

Você se interessar também pela avaliação do Renault Sandero 1.0 Expression

É digna de nota ainda a suavidade do propulsor, que funciona sem asperezas. Tampouco são notados ruídos ou vibrações ou em excesso a bordo, o que indica bom trabalho de isolamento. Nem sempre, vale lembrar, isso ocorre em hatches compactos. O conjunto óptico também está nivelada por cima dentro da categoria, que é dominada por faróis monoparabólicos. No Fiat Argo,  há refletores separados para os fachos baixo e alto, que proporcionam iluminação muito boa.

Dirigibilidade agradável

Na versão Drive 1.0, o câmbio é sempre manual de cinco velocidades. A caixa é a mesma que equipa Uno e Palio, mas parece ter ganhado aperfeiçoamentos na trambulação, pois os engates melhoraram bastante: são bem mais suaves e precisos que nos demais compactos da Fiat. Inconveniente que permanece, porém, é o curso muito longo da alavanca. O escalonamento das marchas é curto, como em todo carro 1.0 aspirado, mas correto, fazendo com que, a 120 km/h em quinta marcha, o motor trabalhe a 4.000 rpm.

A direção tem assistência elétrica, coisa que os antecessores nunca tiveram e que alguns concorrentes também não dispõem. O sistema, porém, deveria ter maior progressividade, já que o volante tem o peso ideal em manobras, mas exagera um pouco na leveza em alta velocidade. Os freios usam o sistema padrão no segmento, com discos ventilados na dianteira e tambores na traseira. Os resultados são positivos, mas não chegam a se destacar.

Suspensão compromissada

Quando à dirigibilidade, o ponto alto do Fiat Argo é, provavelmente, o acerto de suspensão: o conjunto, que mantém a tradicional arquitetura com conjuntos independente do tipo McPherson na dianteira e semi-independente por eixo de torção na traseira, exibe um compromisso muito bem-equacionado entre conforto e estabilidade. Não é o modelo mais suave para rodar sobre pisos desnivelados, nem o mais estável em curvas, mas consegue se sair bem em ambos os quesitos, conciliando-os em igual proporção. O hatch absorve bem as irregularidades da pavimentação, deixando seus ocupantes livres de sacolejos, sem que isso implique em rolagem exagerada da carroceria em mudanças de direção. Em trechos sinuosos, ele transmite segurança e apresenta tendência ao subesterço apenas após certo abuso. A calibragem do sistema lembra a do Punto, e não a do Palio.

Conteúdo aquém do esperado

Como produto, o Argo convence: há muito tempo a Fiat não tinha um hatch compacto tão competitivo diante dos concorrentes. É pena que essas qualidades sejam em parte ofuscadas pelo preço de compra, que está acima da média da categoria, pois a versão Drive 1.0 custa a partir de R$ 46.800. Esse valor poderia sem justificado se, pelo menos, houvesse uma lista mais generosa de equipamentos, mas não é o caso, pois ela vai pouco além dos itens de praxe. De série, há ar-condicionado manual, direção elétrica, chave canivete com telecomando, computador de bordo, travas elétricas, vidros elétricos nas portas dianteiras com sistema one-touch, banco do motorista com regulagem de altura e sinalização de frenagem de emergência, além dos compulsórios airbags frontais e freios ABS. O único diferencial é a fixação Isofix para cadeirinhas infantis, ainda raro no segmento.

Todavia, um mero aparelho de som com rádio, entradas AUX e USB, MP3 Player, Audio Streaming e viva-voz Bluetooth é vendido como opcional, por R$ 1.300, valor que, pelo menos, inclui o volante multifuncional. Nos dias de hoje, é o cúmulo ter de pagar à parte por isso, mesmo em um carro 1.0. Você quer uma central multimídia, com tela touch de sete polegadas, Android Auto e Apple Car Play, sistema de reconhecimento de voz e uma segunda porta USB para os passageiros de trás, como a que equipava o veículo avaliado? Pois prepare-se para adicionar R$ 2.300 ao preço do veículo. Para ter também a câmera e os sensores de ré, some mais R$ 1.400. Retrovisores elétricos (sendo o direito com função tilt-down) e vidros traseiros elétricos, que também já deveriam estar incluídos, demandam o desembolso de outros R$ 1.200. Itens como faróis de neblina, alarme e rodas de liga leve sequer são oferecidos e precisam ser instalados como acessórios. Controle de estabilidade? Sem chance!

Segmento concorrido

No fim das contas, a maior falha do Fiat Argo acaba sendo realmente o preço cobrado diante do conteúdo oferecido. Isso, todavia, não é algo difícil de se resolver, basta que o fabricante diminua o primeiro ou agregue itens ao segundo. E, ao que tudo indica, é aconselhável que essas medidas sejam tomadas rapidamente, pois o segmento de hatches compactos está prestes a ganhar um competidor de respeito: o novo Volkswagen Polo, cujos valores, já anunciados, estão bem próximos aos do modelo da Fiat.

AVALIAÇÃO Alexandre Marlos
Desempenho (acelerações e retomadas) 7 8
Consumo (cidade e estrada) 9 9
Estabilidade 8 8
Freios 7 8
Posição de dirigir/ergonomia 7 8
Espaço interno 8 8
Porta-malas (espaço, acessibilidade e versatilidade) 7 8
Acabamento 8 8
Itens de segurança (de série e opcionais) 7 7
Itens de conveniência (de série e opcionais) 7 6
Conjunto mecânico (acerto de motor, câmbio, suspensão e direção) 8 8
Relação custo/benefício 7 6

Ficha técnica

 »MOTOR
Dianteiro, transversal, três cilindros em linha, com 70 mm de diâmetro e 86,5 mm de curso, 6 válvulas, gasolina/etanol, 999 cm³ de cilindrada, 72 cv (g)/77 cv (e) de potência máxima a 6.250, 10,4 kgfm (g)/10,9mkgf (e) de torque máximo a 3.250 rpm

»TRANSMISSÃO
Tração dianteira, câmbio manual de cinco marchas

»ACELERAÇÃO ATÉ 100 km/h 
Não informada pelo fabricante

»VELOCIDADE MÁXIMA 
Não informada pelo fabricante

»DIREÇÃO
Pinhão e cremalheira, com assistência elétrica

»FREIOS
Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, com ABS

»SUSPENSÃO
Dianteira, independente, McPherson; traseira,  traseira, semi-independente, barra de torção

»RODAS E PNEUS
Rodas em aço, 5,5 x 14 polegadas, pneus 175/65 R14

»DIMENSÕES 
Comprimento, 3,998 m; largura, 1,724 m; altura, 1,503 m; distância entre-eixos, 2,521 m; altura livre do solo, 155 mm; peso: 1.105 quilos

»CAPACIDADES
Tanque de combustível: 48 litros; porta-malas: 300 litros; carga útil (passageiros e carga): 400 quilos

Fotos | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

  • Filipo

    Elogiar um compacto “premium” com motor de 1L? Vocês mesmo viram o perigo que é na estrada, pelo baixo rendimento do motor em alta rotação, não só por ser 1L, mas principalmente por ter apenas 2 válvulas por cilindro. Imagina este veículo carregado na estrada! Isso porque há Mobi e Uno, também com motor 1L, para quem quiser pagar menos. Ou seja, não há motivos (ao menos para mim), para oferecer este veículo com esta motorização. Começasse pela de 1,3L!
    Já o pedal do acelerador, deslocado para a direita, é por conta da utilização da seção dianteira da velha plataforma do antigo Palio (a Fiat declarou que 80% da plataforma do Argo é nova, justamente as seções central e traseira).
    Quanto a acabamento não concordo que seja bom. Também não é ruim, mas o do Punto (para mim), era superior. Visualmente passa, mas ao toque, é grosseiro.
    E quanto à segurança, ao menos poderia oferecer algo mais que o Uno, que também vem com os obrigatórios airbag duplo e ABS, por ser do segmento “premium” e ter projeto recente. Mas ficou no trivial.
    Quanto aos itens de série, um carro desse segmento não vir sequer com som, é uma ofensa. Custa a partir de R$ 47.000,00, mas não vem com som!
    Em suma: não me convence ser um compacto “premium”, nem o preço. Este é o novo Palio!

    • Paulo Thesis

      Você fala como se o cara que compra o 1.0 não soubesse que está num carro de 70 e poucos cvs, esse papo de “perigo na estrada” é coisa de habilitado, motorista sabe o que fazer. Por mim não deveria existir 1.0, mas tem quem compre, tem quem venda…

      • Filipo

        Já pegou estrada? Se sim, deves saber que aqui no Brasil, o que tem de gente que tem carteira de habilitação, mas não sabe dirigir e não tem noção ou bom senso, é uma coisa absurda. Portanto, põem não só a vida deles, motoristas de carros com esse tipo de motor em risco, mas também aos outros na estrada.
        E no caso do Argo é ainda pior, pois por o motor ser de 2 válvulas por cilindro, em altas rotações, o mesmo nada rende.

        • Paulo Thesis

          Papo furado, qualquer habilitado representa um risco a si e aos demais, independente de estar com 1.0 ou V12, quanto maior o motor mais afoito a pessoa é, mais merda ela faz ao volante.

          • Hugo Leonardo Dos Santos

            Exatamente

          • Edson Fernandes

            Geralmente esses “com motorzão” que acabam por fazer as besteiras. O cara que tem 1.0 ou conhece 1.0, sabe das limitações. Seja ele um motor 1.0 4 cilindros ou 3 cilindros.

            Alias, fico imaginando: Já pensou quantos motoristas no passado teriam problemas por falta de potencia? Porque digo com a maior tranquilidade do mundo: Esses 1.0 atuais (incluindo da Fiat) andam mais que Fusca 1200, 1300,1500 e 1600. Se isso bastasse vamos começando a entrar com outros produtos de epoca, e colocamos chevette 1.4, Gol 1.6 (a ar), ouso dizer que os pesados da epoca não renderiam tanto assim como Passat (1.6 md), Monza 1.6 e depois o 1.8… e ainda vão me dizer que sou doido.

            Aí lembro de 147, Uno 1.3, entre outros… e se fosse tão ruim assim, o 1.0 já teria deixado de existir faz tempo.

        • João Martini

          Quem passa sufoco em estrada com carro 1.0 é porque não sabe cambiar.
          Eu com um Ka 3 cilindros nunca passei sufoco. É só jogar marcha pra baixo que o bicho vai embora. Obviamente que só ando com carro vazio, mas eu sabia disso quando comprei o carro, por isso 1.0

          • souza89

            não existe isso de cambiar…. a potencia é padrão, cambiando não vai fazer milagre.
            Etios 1.3… faz retomadas de 60~100 em 7s.. de 80 a 120 em 11s … Argo leva 13s e 22s na ordem…

            Um exemplo de um carro na mesma faixa de preço do Argo de entrada.

            cambiar não resolve nada….

          • João Martini

            Potência é padrão mas em rotações elevadas. Um 1.0 a 4000 rpm não tem 60 cavalos, a 6500 tem 85. Onde que isso não tem diferença?

          • souza89

            Porque o fato de cambiar, não trabalha com cavalaria e sim com o torque disponível, pouco importa o pico de cv, isso serve para velocidade final.
            Argo é abaixo dos 3mil o pico, e é essa a reclamação, se o carro já está no seu pico em Quarta ou terceira e não tem força, o erro está no peso/potencia…. Não existe milagre algum.

            Agora quanto mais leve for o carro e cambio curto mais fácil é atingir o pico ou ter mais potencia.

          • João Martini

            O torque do motor só tem relevância pra saber o quanto o carro anda se vc souber a rotaçao em que ele está disponível. Só com esses dois dados vc calcula a potência e sabe o tanto que o carro vai andar.
            Se vc acredita que potência é só pra velocidades finais, sinto muito mas você precisa rever os seus conceitos sobre potência e torque.

        • souza89

          Nego acha que por ser atual, é forte… não tem como, é apenas duas válvulas por cilindro em um motor pequeno…. qualquer outro 3c tem mais potencia em alta

    • Luciano Lopes

      Perigo 1.0 na estrada ??
      Ou vc tá brincando ou não sabe dirigir …
      Qualquer 1.0 atual viaja e ultrapassa bonitinho

  • Victor

    Versão 1.0 CONVENCE você a comprar outra versão com motor maior, isso sim.

  • ADAM ROCKERFELT

    Boa avaliação, como sempre o preço do carro é o problema dele.
    Brasileiro não quer qualidade, quer preço baixo.

    • Fael

      Digamos que um equilíbrio entre essas variáveis.

    • Zigfrietz Tazogh

      E esse carro entrega os dois, por isso é sucesso de público e crítica.

      • Verdades sobre o mercado

        Argo está vendendo bem as versões 1.3 e 1.8. Os 1.0 estão dando trabalho para as CSS, algo que deve acontecer também com o Polo. Penso que nenhum dos dois veículos deveria ter versão 1.0

  • Jean Lehn

    Tenho um City 1.5 automatico 5 marchas consigo 15 na estrada e 11.5 na cidade com gasolina com 116 cv e 15,7 de torque , qual a finalidade de ter e existir um carro 1.0 que tem o mesmo consumo? que piada isso em 2001 o Palio fazia 14 na cidade e 18 na estrada com o Fire de primeira geracao qual a explicação para isso?

    • Paulo Thesis

      Peso. Quer andar mais pegue o 1.3, vai beber o mesmo na cidade, menos na estrada e andar bem mais.

    • Raimundo A.

      Meu caro, não adianta falar em consumo. Há os testes padronizados oficiais, algumas mídias fazem os seus, mas você ou eu se usássemos o produto faríamos os mesmos resultados?
      Eu já consegui fazer 20km/L no Uno Fire não flex. Como? Rodovia boa e com pouco tráfego, ar desligado, três pessoas sem malas, não passava dos 90km/h, etc. O mesmo veículo em área urbana, tráfego ruim, ar ligado, fazia 8km/L.
      Eu fico pensando se usasse um Mobi com Firefly e Start/Stop, arrancaria mais de 20km/L em rodovia.
      Aí, você diz pra que 1.0? Bem, pergunte ao governo? Cada fabricante tem seus motores mais ou menos eficientes, os veículos tem características distintas e os Fiat nas plataformas mais novas parecem vir com lastro de série.
      O governo influência na oferta com a sua forma de tributação e outras medidas que fazem aqui ser apenas obrigatório dois air bags, mas adianta ter e a carroceria não ser segura?
      Quem pode paga por veículo mais caro e o City não é baratinho pelo que oferta, mas quem não pode vai apelar por popular que aqui tem 1.0. Outra, na Europa, o Polo usa motor com cilindrada pequena e potência inferior a daqui. Aí você pergunta, precisava o Polo ter 1.0?
      O padrão excelente aqui o fez ter, e na Europa ,que é superior, por que estão ofertando?

  • HugoCT

    Podem falar o que quiser, o bixo é bonito. Quanto ao reporter, deve saber mais do que ninguem que ao avaliar um carro ou ler um artigo ou livro, não se deve ter expectativas, uma vez que ainda não se conhece seu conteudo. Vários canais no youtube testaram a versão 1.0 e muitos disseram estar acima da media do segmento em desempenho, pois esperava o que? desempenho de 2.0? Até a midia pega no pé da Fiat kkk.

    • Djalma

      Muito pelo contrário, a mídia é muito “boazinha” com a Fiat.

  • Paulo Thesis

    Polo é mais caro e com aquele interior de carro de frota eu duvido que vá longe.

    • Verdades sobre o mercado

      Quem se preocupa mais com visual interno certamente vai de Argo que está bem legal. Quem conhece carro e gosta de um bom carro vai preferir o Polo. Como a maioria dos compradores estão mais preocupados com visual, Argo deve vender mais nas versões Drive que os Polo MPI e MSI, pelo menos durante o 1o. ano. Nas versões 1.8 x TSI creio que o Argo venderá menos.

      • Mauro Moraes

        Acredito que o Polo 1.0 de entrada vá micar, assim como aconteceu com a geração passada. O Polo tem mais status de compacto premium e por isso será preferido nas versões mais potentes. Vai enterrar o já moribundo Golf. O Argo parece não sofrer do mesmo mal, seu status parece mais simples, o que ajudará no volume de vendas.

        • Verdades sobre o mercado

          A maioria das pessoas desconhece o que aconteceu para o Polo 1.0 nao ter vingado no passado, mas é mais ou menos o que está acontecendo com o Argo 1.0 e vai acontecer com o Polo: pouca diferença de preço para motorização superior em uma faixa de preço que o consumidor já busca outro patamar, 1.0 para ele já ficou no passado

          • Djalma

            Quase 6 mil é pouca diferença de preço? O Polo anterior 1.0 não vingou pois naquela época se tinha preconceito com motor 1.0 até para carro pequenos. Além disso, motor 1.0 16V, o pessoal torcia o nariz. Agora você tem um motor moderno, 3 cilindros, super econômico, num carro mais leve que o antigo Polo, então deverá ser melhor aceito.

          • Verdades sobre o mercado

            São exatos R$ 5.000,00 no Polo a diferença, o que é relativamente pouco para quem está comprando um veículo de R$ 50.000,00, consumidor este que já está em outro patamar, não quer mais saber de carro 1.0. O Argo na prática tem a mesma diferença de R$ 5.000,00 (considerando igualdade de equipamentos) e está sofrendo para vender a motorização 1.0, já a 1.3 vai normal. Se o consumidor for financiar ele paga um pouco a mais na prestação e leva o 1.3(Argo) ou 1.6(Polo) pra casa fácil, fácil.
            Com relação ao Polo 1.0 16v poucos sabem mas o Polo 1.0 16v foi lançado no dia 31 de agosto (não recordo se 2002 ou 2003) e só foi lançado porque a diferença de IPI entre 1.0 e 1.6 era de 15%, o que refletia no preço do 1.6 de aprox. R$ 32.000,00 e o 1.0 16v de aprox. R$ 28.000,00, ou seja, o 1.0 16v era 12,5% mais barato, e era uma tentativa da VW oferecer um compacto premium (afinal na época os demais compactos eram lixo perto do Polo). Para azar do Polo 1.0 16v no mesmo dia de seu lançamento o governo reduziu as alíquotas de IPI dos automóveis e a diferença da alíquota do 1.0 para 1.6 se reduziu a 8%, o que fez com que o Polo 1.6 custasse aprox, R$ 29.000,00 e o 1.0 R$ 27.000,00 o que era muito pouco(7% mais barato apenas) para um veículo como o Polo à época. PErceba que hoje o Polo 1.0 é mais barato apenas 9% que o 1.6.
            Quando o Polo 1.0 16v foi lançado, o motor 1.0 16v não estava tão queimado ainda, o auge das reclamações foi entre 2004 e 2005

          • Djalma

            Agradeço pela informações.

          • Eduardo Silva

            “Para azar do Polo 1.0 16v no mesmo dia de seu lançamento o governo reduziu as alíquotas de IPI dos automóveis e a diferença da alíquota do 1.0 para 1.6 se reduziu a 8%, o que fez com que o Polo 1.6 custasse aprox, R$ 29.000,00 e o 1.0 R$ 27.000,00 o que era muito pouco(7% mais barato apenas) para um veículo como o Polo à época.”
            Não digo que é tanto azar assim, se o motor 1.0 16v era ruim para manter e entre 2004 a 2005 teve um auge nas reclamações, eu acho que foi uma sorte não só do Polo, mas sim para a marca.
            Por causa do motor, as versões 16v do 1.0 (incluindo as versões turbo) sempre foram mal na hora de revender por causa de negligência de muitas pessoas na parte de manutenção (isso é se o motor era confiável e quem comprava não ligava para manutenção para criar essa “fama” de motor ruim), já que tem o dobro de válvulas e depende de mão de obra melhor preparada. Se esse motor tivesse vingado no Polo, poderia ter acontecido duas possibilidades: a) Com o Polo vendendo a versão 1.0 16v poderia ter melhorado a venda do mesmo motor para o Gol (isso é se o Polo não fosse concretizado como o substituto do Gol, igual muitas revistas de época falaram); b) Poderiam ter matado o carro durante o auge das reclamações, uma vez que se for problema do motor e não do dono prejudica as outras linhas.
            Agora veremos se esses modelos compacto “premium” com motor de 1 litro rendem mais nas vendas

          • Verdades sobre o mercado

            Concordo com suas afirmações, em especial sobre a negligência na manutenção dos 1.0 16v foi que geraram as reclamações. Há de se lembrar que até o surgimento deste motor, os motores VW demandavam pouquíssima manutenção, sendo que era comum apenas trocar óleo e filtro visto que os motores VW aguentavam muito tempo sem manutenção preventiva, algo que o 1.0 16v não tolerava, visto que devido à nossa maravilhosa mijolina que contamina o óleo e à um pescador de óleo no cárter com trama bem fina que dificultava a “pesca” do óleo contaminado pela mijolina (algo como uma “quase pasta”) o que acabava comprometendo o motor.

          • Eduardo

            exato!

          • Mr. On The Road 77

            @verdadessobreomercado:disqus Agora falou uma verdade do mercado! kkk

          • Luciano Lopes

            Andei nos Polo 1.0 e 1.6 . O 1.0 ficou muito bom sim , a diferença entre os dois está na alta .
            5000,00 é uma boa diferença sim , e apesar de estar convencido inicialmente no 1.6 , ao andar no 1.0 e até aluguei um Gol 1.0 para viajar , te falo que esse motor é incrível, roda suave e sem esforço a 140km/h .fiquei confuso .

          • Verdades sobre o mercado

            para quem vai gastar 50k, é fácil ir a 55k. se for financiar então … o problema do 1.0 (sei que os 1.0 atuais são muito bons) é que colocou 4 pessoas + bagagem foi para estrada, o carro fica lento nas retomadas e subidas, não tem milagre, o torque é baixo.

        • dallebu

          “Vai enterrar o moribundo Golf”
          Cara, fui ver o Polo ontem e posso te garantir:
          Golf ———————abismo———————> Polo
          Quem quer um carro com acabamento refinado como o Golf não compra Polo, que é beeeeeeem mais simples, em tudo. Confesso que eu esperava um Polo “mais Golf”.

          • Djalma

            Mas aí já é questão de custo. A VW deve ter preferido trazer o carro com mais itens de série e provavelmente abrir mão de um acabamento ao nível do Polo alemão, ao contrário, não teríamos o Polo com o bom custo benefício que traz, principalmente nas versões Confortline e Highline.

          • dallebu

            Sim, o Polo BR é uma simplificação do Polo alemão, mas é uma simplificação leve, pois o Polo alemão também é bem mais simples se comparado ao Golf, o Polo alemão tem as portas todas de plástico meio brilhoso igual ao Brasileiro e tem painel emborrachado só nos mais caros, o resto é plástico igaul aqui. O VW T-ROC também está sendo criticado pelo acabamento nos fóruns, pois custa como um Golf, tem acabamento de Polo e plástico rígido no painel até nas versões top. Pra disfarçar a pobreza colocaram linhas de led nas portas e painel e aplicaram uns elementos coloridos chamativos.
            Alguém tem que pagar o rombo do Dieselgate meu caro, os VW pós Dieselgate estão com acabamento igual ou inferior a qualquer outra montadora, Golf 7 e Polo europeu anterior são muito superiores.

          • João Martini

            Estive na França esse mês e fui a uma concessionária da VW. Fora o topo do painel emborrachado, achei o acabamento igual. O Up é idêntico ao nosso em termos de acabamento. Pra não falar que não tem diferença nenhuma, o couro do volante de ambos é o mesmo que o do golf, enquanto aqui são mais grosseiros. Foram as únicas diferenças que vi. https://uploads.disquscdn.com/images/ae57e5a98e394c983cd137aac4c4b3e01230a90492a38ff867724e45cfd82354.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/8044838485a47aa0a404c67dab52aadcf30b726c653707fe6ce57b0be96bbb7b.jpg

          • souza89

            na Europa quem pega Golf, é porque está procurando algo mais apimentado só… isso… o resto pega Polo… sempre foi assim.

            Brasileiro gosta de entrar em um carro e se sentir em outro.
            O polo tá acima de praticamente todos os carros de entrada, Argo está com uma plataforma muito estranha, arcaica, até os pedal tá meio estranho… enfim…

            a quem proteja carro, eu gosto de ver tecnologia, qualidade de arquitetura, por isso gosto muito de carros como KA e Etios…. motores da nissan.. mas nego vangloria acabamento Fiat… pqp.

          • Verdades sobre o mercado

            Seria muita ingenuidade alguém esperar acabamento semelhante entre Polo e Golf com tanta diferença de preço entre eles. Já acho uma grande coisa seu comportamento dinâmico ser semelhante ao Golf, ja atestado por diversos veículos da imprensa especializada.

          • souza89

            A diferença de preço do Golf para o Polo, tá tão pequena kkkkk…

      • Duh

        Não é questão só de visual, o interior do Polo é uma tristeza, nem nas versões mais caras o negócio não melhora, Volks vacilou legal nesse ponto.

        • Verdades sobre o mercado

          Das várias avaliações que li ou assisti nenhuma delas avaliou o interior do Highline como tão ruim assim, aliás algumas elogiaram a qualidade dos materiais como sendo superiores às do Argo. Particularmente não gostei do interior claro das versões de entrada do Polo. Visualmente obviamente que o interior do Argo aparenta maior requinte que o do Polo (este só vi por fotos).

        • souza89

          Meu, a versão topo de linha do Polo, é de tirar o chapéu, o painel é incrível.

      • Luciano Lopes

        Eu andei nos 2 1.0 e vou de Polo .
        O motor MPI é superior ao Firefly. Muito elástico, não morre na alta , é mais responsivo e suave .
        O Polo tem rodagem superior. Dirigibilidade VW . Projeto global .
        É um carro todo superior . Faça o teste .

    • Djalma

      Quem tem interior de carro de frota são os da Fiat, que você tanto admira, que aliás, é a marca que mais vende para frotistas; ou melhor; só vende para frotistas.

      • dallebu

        Concordo que os Fiat tinham um dos interiores mais vagabundos, mal projetados e pouco duráveis da indústria nacional, com exceção do Punto reestilizado e do Bravo e recentemente a Toro, porém conheci bem de perto o Argo e o carro surpreende, definitivamente não parece um Fiat, acabamento e design interno top, além aparentar qualidade ao tato e a vista.

        • Rodolfo

          Devo ter sido muito sortudo com os Fiats que tive, pois usei um Palio G1 até os 190.000 km e não batia nem havia nada quebrado no interior do carro. kkkkk

          Também gostei do acabamento/design do interior do Argo.

      • Bahh, não é exclusividade da fiat. Lembram do interior do celta, de frota de locadora de automóveis, do gol de gerações anteriores, esse também foi de frota. Todas montadoras tiveram ou tem carros ruins de acabamento. As vezes uma se destaca, as vezes outra arriscando um projeto mais ousado e de melhor acabamento.

        • Djalma

          Pois é, mas segundo o rapaz, aficcionado da Fiat e hater da VW; o Polo tem interior de carro de frota; o que não é o caso. Mesmo pelas fotos isso fica claro, mesmo porque nem ele e nem eu conhecemos o carro pessoalmente.

          • G.Alonso

            Com aquele tom claro, eu, particularmente não gosto. É bem espartano, plástico duro para todo lado, nas portas uma MINÚSCULA área em tecido e na traseira NADA de tecido, igual ao Argo, mas, pelo menos o Fiat capricha no acabamento da porta dianteira com uma grande área em tecido nas versões topo de linha.

          • Djalma

            Todos usam plástico duro, inclusive o Argo. O fato de usar 2 tonalidades não muda nada. Quanto a porta, pior do que tonalidade ou acabamento sem tecido é você ficar com puxador da porta batendo na sua perna,coisa de carro mal projetado.

          • Luciano Lopes

            Eu achei os bancos e a posição de dirigir do Polo perfeita ! Parabéns VW

      • G.Alonso

        Fiat só vende para frotistas? Gol e Voyage se mantém no ranking devido a maior parte serem vendas diretas. A Saveiro que até pouco tempo vendia mais para pessoa física está vendendo quase tudo para jurídica igual a Strada. O Sandero vende maioria em vendas diretas, o Kwid só vendeu 10 mil unidades mês passado pq mais de 3 mil foram para vendas diretas. TODAS as montadoras desovam para frotistas.

        • Djalma

          Todas vendem para frotistas, isso é fato, mas a Fiat chega a 85% do total.

    • francis

      A diferença é que o Polo é semelhante em muitos aspectos ao europeu, e o Argo tem pouco do Tipo, carro que o inspirou….

      • Zigfrietz Tazogh

        O Tipo é um hatch médio, na Europa o Argo será chamado novo Punto.

        • francis

          Pobres Europeus, já expulsaram o Fox , o próximo será o Fiat….

        • souza89

          Tipo é categoria do Polo… lá fora ambos são concorrentes, de mesmo valor… só que Polo para em um valor e dali para frente é Golf…. Argo é uma merda de carro para mercado emergente.

          • Zigfrietz Tazogh

            O Argo será chamado novo Punto na Europa.

          • luis fernando

            Duvido muito viu! Se fosse assim pq não se chamou punto aqui tbm?

    • Luciano Lopes

      Eu andei no Polo . E era 1.0 . O carro é de alta qualidade, rodagem superior … nem vou falar muito . Faça o teste .

  • Verdades sobre o mercado

    Para quem não pretende pegar a estrada, ou eventualmente vai pegar a estrada mas sem carga máxima e sempre em estrada duplicada, creio que esta versão pode atender bem(fiz o test-drive na cidade e confirmo a impressão do repórter), caso contrário melhor a 1.3 mesmo. Se for financiar, não tem o que pensar, aumenta um pouco a parcela e pega 1.3. Creio que pequenos ajustes podem melhorar a atratividade do Argo:
    1) Colocar rodas 15″ c/ pneus 185/60 (As de 14″ empobrecem o visual do carro)
    2) Fazer um único pacote de opcionais com preço atrativo, algo como todos os kits em um só por R$ 2.990,00. Na política atual as css estão com dificuldade de vender o 1.0. Os 1.3 e 1.8 vão sem problema.

    • Ducar Carros

      Não faz sentido carro 1.0 com roda 15″, 14″ já está muito bom! Provavelmente, se alargar o pneu o carro vai se arrastar mais ainda.

      • Verdades sobre o mercado

        1cm a mais na largura não faz tanta diferença assim. Polo 1.0 é 15″ com pneu 185, Fox 1.0 era 15″ com 195 de largura(e não se arrastava no 3cil). HB20 tem opção de aro 15 com 185 e não se arrasta. Ka tem opção de 15 com 195 e não se arrasta.

        • Ducar Carros

          Esse carro já está com desempenho ruim na estrada, que é onde o pneu mais largo faria diferença. A maioria dos 1.0 sempre rodou bem com roda 13″.

          E roda maior significa custo maior de reposição de pneu, o que não é desejável para quem quer pagar menos por um 1.0. Quem faz questão de roda maior, que compre a versão 1.3!

          • Verdades sobre o mercado

            Não creio que altere significativamente o desempenho. Os que citei que tem opção de rodas 15″ o consumo piora entre 0,3 e 0,4 km/l o que representa 2 a 3% de piora de consumo, deve ser +ou- a mesma piora no desempenho. E qualquer maneira para ter 15 no 1.3 tem que levar roda de liga, quando ja deveria ser de série. A diferença de preço dos pneus 14 para 15 é menor que a diferença de preço da bateria p/ start-stop

        • souza89

          Polo mais leve, usa pneu verde… FIAT é o contrario se botar 15, vai perder ai uns 10% de desempenho onde já não existe.

        • Joaquim Grillo

          Faz diferença sim se passar dos 120km/h aro 15 com tala larga força mais o carro isso é física em baixa não faz muita mas em alta sim

    • Antonio

      Para quem não vai usar o carro, o Argo é uma boa pedida.

      • Whering Alberto

        KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    • souza89

      Sempre falo uma coisa… NÃO existe 1.0 milagroso…. o que ajuda o 1.0 ter fôlego é cambio curto e pouco peso, ai a Fiat lança um carro com cambio longo e o mais pesado da sua categoria kkkk…. E olha que no UNO por ser mais leve, em alto giro até que é interessante o Firefly.

      • Verdades sobre o mercado

        Não andei em estrada (4a e 5a marchas), mas na cidade o Argo 1.0 me convenceu, bem adequado.

        • souza89

          faça um teste, é triste…. o carro não desenvolve.
          já andou em Siena 1.0 nesse ultimo fire de 78cv? cara idêntico, rendimento pífio, isso pq esse fire tem alta melhor que o Firefly.

      • Luciano Lopes

        Já viajou dirigindo um 1.0 atual ?

        • Gabriel medeiros

          Continua sendo fraco e piora se tiver lotado.

        • luis fernando

          Já! Não sobe sem pisar, não retoma e se ficar forçando gasta igual carro com motor!

        • souza89

          Já, com March, Hb e Gol…. eu acho até anestesiados em estrada para falar verdade…. Porém são bons carros…na cidade não deve em nada carros com motores maior, devido a força e entrega de torque em baixa.

          mas em estrada, é 1.0 com problemas clássicos.

    • Luciano Lopes

      Trago verdades : quem diz que 1.0 não anda na estrada ou muda o conceito ou aprende a dirigir .
      Já tive Palio de 55cv e nunca passei aperto . Acabei de viajar com um Gol MPI e não baixei de 140km/h subindo e descendo. Tranquilo.

      • Gabriel medeiros

        Conta outra.

      • luis fernando

        140! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, então vc só pegou descida!

  • Leandro

    Erros desse carro: não vir com central multimídia de série – diferencial necessário no segmento – , não ter versão 1.0 e 1.3 + equipadas (apenas a Drive disponível, com calotas horríveis e aro 14), e preço alto d+ para acomodar o Uno abaixo.

    • GuilhermeSMello

      Com Argo e Mobi, o Uno perdeu sentido na linha Fiat.

  • Antonio

    Se isso ai for o melhor Fiat de todos os tempos então pode fechar as portas.

    • Raimundo A.

      Tem gente comprando nota zero ou pagando muito por que é de tal marca.
      Em suma, tem gosto pra tudo.

      • Antonio

        Sim e meto o pau neles quando tem reportagem a respeito deles, como o assunto aqui é o Argo ou FrankenPalio é nele que vou focar.

    • Alexandre Carneiro Soares

      Leia com mais atenção: não dissemos que o Argo é o melhor Fiat de todos os tempos, e sim que é o melhor Fiat dos últimos tempos. Há uma diferença muito grande entre uma coisa e outra.

      • Leon Gonçalves

        Tentou explicar, mas sei não… o Punto é de qual tempo? Ele sem dúvida tinha um handling muito bom, coisa que parece que esse argo não tem. Melhor que punto? Acho que não.

        • Alexandre Carneiro Soares

          O Punto foi lançado no Brasil em 2007. Ou seja, entre ele e o Argo há uma diferença significativa de 10 anos. Sobre o handling, o do Argo é bom sim (como a matéria aponta, inclusive), mas há de se ponderar que, para fazer comparações com o Punto, é preciso considerar que as diferentes versões têm comportamentos distintos. Um Argo Drive 1.0, com rodas de 14 polegadas, está no mesmo nível de um Punto 1.4 com rodas de igual diâmetro. Já um Punto T-Jet, que tem suspensão mais rígida, é bem mais estável, por exemplo.

          • Antonio

            Pois é, o Punto de 2007 era muuuuito melhor que essa porcaria de Argo que na verdade é o Palio só que com outro nome.

          • souza89

            Para, Punto tinha painel todo emborrachado, direção extremamente acertada, pegada esportiva, pedais perfeitos, punta taco gostoso.
            Fora o desenho, que nem precisamos repetir o cara.

          • luis fernando

            Punto era um Giugiaro legitimo né! Não essa jangada feita para o terceiro mundo!

          • souza89

            Complicado…. hoje estamos regredindo, maioria das linhas estão fazendo coisas para terceiro mundo, acho que só a VW que ainda tem alguns produtos globais de verdade.

          • luis fernando

            No caso da Fiat acho que é burrice! Na Europa ela está trazendo de volta os nomes do passado pq alguns dos atuais não tiveram boa aceitação
            ,mais pq acabar com produtos que deram certo?
            WV hj tem produtos alinhados com o primeiro mundo, mais na década passada tbm fez muita gambiarra por aqui! Talvez por cair as vendas eles acordaram e resolveram oferecer produtos melhores!

          • souza89

            Na Fiat hoje, apenas a Toro…. não existe outro carro.
            era para trazer o Tipo exatamente como é de fora, vender na mesma faixa do Argo, e trazer uma outra plataforma dos 33~48mil…. com qualidade europa.

            A unica mesmo é a VW, que também não da para elogiar muito por conta do preço do UP!

        • Fael

          Exatamente!!! O Punto tinha uma dirigibilidade marcante, bem acabado, desenho muito bonito, tinha carísma, coisa que esse ARGO não tem, e está ai refletindo em vendas. A Fiat sabe fazer carro bonito, mas o ARGO não desce, e só vende alguma coisa, devido às excessivas propagandas e pelo público carente do Palio/Punto que esperavam um carro a altura, o que não aconteceu.

        • Antonio

          Pois é, o Punto de 2007 era muuuuito melhor que essa porcaria de Argo que na verdade é o Palio só que com outro nome.

  • Fael

    Matéria comprada!!!! Nada demais esse carro. ONIX/HB20/KA continuarão nas primeiras posições.

    • Alexandre Carneiro Soares

      Às vezes eu até gostaria que esse tipo de afirmação leviana fosse verdadeira; pelo menos eu estaria com uma situação financeira melhor. É fato que matéria aponta tanto os pontos positivos quanto os negativos do Argo. Quanto a qual hatch compacto irá vender mais, não cabe a nós fazer exercícios de futurologia (sequer entramos nesse mérito, vale destacar).

      • Fael

        Quando fiz a o teste drive me identifiquei bastante com essa avaliação:
        http://www.car.blog.br/2017/06/fiat-argo-pontos-negativos-positivos-e.html

        • G.Alonso

          kkkk Car Blog não é fonte de informação não, reveja seus conceitos.

          • Fael

            Da mesma forma que o Auto Segredos é uma fonte de informação o CAR BLOG tbm é. Não entendi sua afirmação. E outra, lê o que eu coloquei, fiz um test drive no Argo e concordei com posicionamento do CAR BLOG. Enfim, opinião é que nem C… cada um tem a sua..rs

          • Verdades sobre o mercado

            Carblog endeusa a VW e crítica excessivamente a Fiat. Autossegredos você não observa este tipo de atitude com relação a qualquer montadora. Obs: fui gerente de CSS VW e Fiat e na maior parte dos modelos prefiro os carros da VW.

          • Gabriel medeiros

            Tu não sabias que o Carbosta é de um vendedor da VW do DF o Carlos4patas?

          • Lagarto Véio

            “Enfim, opinião é que nem C… cada um tem a sua..rs”

            Mas então vc está se contradizendo fera. Pois você não está respeitando a opinião dos caras que avaliaram o carro e quer que aceitem que a sua avaliação pessoal seja a correta.

          • Fael

            Eu quero que aceitem? kkkkk Eu hein!! Estou emitindo minha opinião e pronto. Se a sua ou de outro qualquer for contrária, problema é de vcs. Mas que todos podem expor, e serão experiências diversas, não tem como mudar isso.

          • Alex Nogueira

            Você não emitiu apenas uma opinião. Você fez uma acusação leviana e caluniosa, dizendo tratar-se de “matéria comprada”. Isso é um espaço de comentários e não um espaço para acusação com base em suposição. Lamentável!!!

          • Pete Alves

            Você dizer que o Argo é uma porcaria é sua opinião. Já dizer que a matéria foi comprada é difamação. 139 do código penal

          • Marcus

            AutoSegredos é o CarBlog da Fiat

          • Stig

            Nunca vi esse site aqui pegar o mobi e fazer comparações absurdas como o carblog fez entre o up e a FIAT TORO para dizer que o up é mais rápido, mais econômico e muito melhor escolha entre os dois.

            Em tudo o carblog faz comparação com o up, e neles o up ganha em tudo.

            Agora até inventaram que o concorrente o up é o Picanto e que up é subcompacto premium !

            A frase que deve ser emoldurada do mês do Outubro do carblog é: “up vende 100 vezes mais que o seu concorrente Premium, o Picanto”.

          • Fael

            Num uso racional. Desculpa cara, o UP é melhor sim.
            A Toro só serve mesmo, para algum STATUS, desculpa, nada da Fiat no Brasil oferece algum STATUS..rs, e uma maior caçamba porque nem espaço interno (traseiro então…rs) é lá essas grandes coisas, o motor 1.8 é deprimente, só serve para colocar o carro em movimento..rs e ser alcoólatra…rs

          • Nnoitra

            Sua opinião:
            “o motor 1.8 é deprimente, só serve para colocar o carro em movimento..rs”

            Realidade:
            https://www.youtube.com/watch?v=RN_ICI1Olc0
            https://www.youtube.com/watch?v=UBGXKLSReno

            Consumo com gasolina comum:
            Cidade – 9,6 km/l
            Estrada – 11,3 km/l
            Fonte: Quatro Rodas
            Consumo com etanol comum:
            Cidade – 7,0 km/l
            Estrada – 10,5 km/l
            Fonte: Carblog

          • Antonio

            Se jogar em queda livre chega a 500km/h.

          • Zigfrietz Tazogh
          • souza89

            todo carro aspirado acima de 120cv, tem final acima dos 200…
            isso não quer dizer nada, vc roda na estrada nessa velocidade? na cidade é uma lesma morta, ou você tem que ficar andando de segunda e primeira ou vc vai andar bem de boa e com aceleração lenta.

          • Zigfrietz Tazogh
          • Verdades sobre o mercado

            Morro abaixo eu já fiz cortar injeção de Corsa 1.0 97 em 5a marcha a pouco mais de 190km/h com motor original … então você vem colocar vídeo da Toro em descida e nem tem como saber qual é o motor e se é original ou mexido.

          • Zigfrietz Tazogh

            O comentário foi em resposta a esta trolada de Fael:
            “o motor 1.8 é deprimente, só serve para colocar o carro em movimento..rs”

            Veja o (0 a 100 km/h):
            https://www.youtube.com/watch?time_continue=6&v=UBGXKLSReno

          • Gabriel medeiros

            Nessa condição então o meu Fusion Titanium chega a 350 km/h.

          • Stig

            Mais um lunático, você carrega 1 tonelada de carga no up ?

            Só ai já morreu a sua comparação estapafúrdia.

          • G.Alonso

            kkkk Num uso racional a pessoa que compra um Fiat Toro não quer nem saber que o up! existe. Essa é a diferença entre comparar um subcompacto com uma picape de 5 metros de comprimento. E o espaço do Toro é muito bom.

          • Milton-GT

            Explique por que o número de pessoas que acham o Up! a suprema maravilha é igual ao número de pessoas que adoram ser exploradas pela VW. kkkkkkkkkk

          • Luciano Lopes

            O Up é uma pequena maravilha sim . Tanto no MPI quanto no TSI . Indiscutível!
            P.S.: Não tenho um. Infelizmente…

          • Milton-GT

            Se você não comprou o carro, como pode dizer que é uma maravilha? É meio incoerente não achas?

          • souza89

            motor 1.8 é uma porcaria…. ai tem os defensores da correia dentada…kkkkkkk não fode.

          • Luciano Lopes

            Eu tenho em casa uma S10 turbodiesel e um Gol MPI . Adivinha qual eu prefiro usar , é muito mais divertido e racional ?

          • Luciano Lopes

            Deprimente ?? Anda bonitinho , amigo …
            Vc não andou , se não falaria isso !
            Para sua proposta , anda bem …senão poe mais 10-15mil e leva a 1.4

          • G.Alonso

            Bem diferente, BEM. Aqui eles tem informação da fábrica da Fiat, lá eles são puxa sacos mesmo.

          • Fael

            Exatamente!!! AutoSegredos = Fiat e CarBlog = VW.

        • Duh

          Carblog kkkkkkkkkkkk

        • Comentarista

          Puxa vida. Olha o site kkkkk

          • Fabrício Sanches

            Putz! Esse Fael se leva a sério mesmo, que piada! kkkkkkkkkkkkkkk

        • Pete Alves

          Você deu o pior exemplo possível. Esse Carblog tem Nível zero de profissionalismo. Lá a intenção é exaltar a VW , falando mal dos outros fabricantes. Estou pouco me lixando para Argo ouFiat, mas Carblog é a palhaçada

          • souza89

            lá é VW e Toyota.

  • Djalma

    É assim que se ganha espaço, diminuindo o assentos dos bancos; quase todas fazem isso. Na questão dos pedais tortos para a direita,isso só prova que a origem do carro é a plataforma do Pálio mesmo.
    Critiquei muito o Polo pela falta de alguns itens mesmo como opcionais, como retrovisores elétricos e regulagem do volante mas não conhecia o Argo básico; agora, depois dessa matéria, até que estou conformado com o Polo MSI 1.0, que inclusive, com um pacote de 2,6 mil; deixa o carro bem interessante, já que traz ESP, Central MM com comandos no volante, rodas de liga leve,etc. Além disso, já trz air bags laterais, vidros elétricos atrás também e as rodas são de 15″ e não 14″ como nesses Argo, que deixa o carro com ar estranho.

  • Dreidecker

    “A caixa é a mesma que equipa Uno e Palio, mas parece ter ganhado aperfeiçoamentos na trambulação, pois os engates melhoraram bastante: são bem mais suaves e precisos que nos demais compactos da Fiat. Inconveniente que permanece, porém, é o curso muito longo da alavanca.”
    –> Menos ! continua imprecisa e com curso longo. Vergonhosa a decisão da Fiat de não colocar o exemplar trambulador do Renegade no Argo. Economia porca.

    • Alexandre Carneiro Soares

      O câmbio não é impreciso, afirmo e reafirmo. Pelo menos o veículo avaliado, não era. O problema é o curso longo da alavanca, como o texto aponta. Minha impressão é de que se trata do mesmo trambulador do Renegade sim, embora eu não tenha encontrado nenhuma informação referente a esse componente no material divulgado à imprensa pela Fiat.

      • Dreidecker

        Não é o mesmo trambulador. Já testei ambos, há uma diferença sensível.

        • Alexandre Carneiro Soares

          Também já testei ambos; e testei mesmo, para fazer matéria, não foi apenas uma voltinha no quarteirão. Dirigi ainda um Argo HGT 1.8 manual. Não notei diferença.

          • Dreidecker

            Pois existe.

          • Alexandre Carneiro Soares

            Ou não.

          • DoudleCow

            Isto é que dá colocar um profissional de comunicação (área de humanas) para redigir artigo técnico.

          • Alexandre Carneiro Soares

            Sou jornalista sim, com muito orgulho, e não comecei a escrever avaliações de carros ontem: para o Autos Segredos, faço reviews desde 2011. Nas inúmeras matérias que escrevi para este site, já ocorreu, em vários casos, de eu criticar a precisão de câmbios, inclusive em carros da Fiat. O fato é que esse não é o caso do Argo.

          • Edson Fernandes

            Alexandre,
            Dirão o que for para merecer ou desmerecer. A verdade é que muitas vezes uma pessoa vai ou não aceitar com base no que ela acha ao invés de apenas filtrar qual foram as suas impressões.

            O uso do carro em minha opinião fica mais real quando se trata de uma pessoa sem exatamente formação técnica mas dando sua opinião embasada em um teste (um fato) do que ficar nessa se o trambulador pode ser o mesmo ou não de um Uno.

            Como há pessoas que simplesmente lhe disseram inclusive que é materia comprada, penso que nem sempre serve para agradar a gregos e troianos.

          • Antonio

            Nem discuta meu caro, esse rapaz ai deve receber uma grana boa da Fiat para vir aqui comentar.

        • Antonio

          Tô falando, Argo=Palio.

      • Leon Gonçalves

        Pois é. É aquilo que falei, Fiat com fiatisses. Passar marcha exige um passeio da alavanca, do banco traseiro até encostar no painel.

    • G.Alonso

      A caixa de câmbio do Argo não é imprecisa não. Já dirigiu um?

      • Dreidecker

        Sim.

  • Ricardo Santos

    A Fiat deveria ter colocado o motor 1.3 por esse preço, e deixar o motor 1.0 para Mobi/Uno/Palio. E colocar o e-Torq 1.6 no patamar de preço das atuais versões 1.3.

    • Verdades sobre o mercado

      Não precisava ter lançado o 1.0, era só lançar o 1,3 de entrada por R$ 49.990,00 sem o Kit CMM. Ia dar trabalho para concorrência.

    • Fael

      Ou isso. E essa aparência desse de entrada é bem pobre, muita carroceria pra pouca roda. Fora esse desenho que parece uma gambiarra, totalmente sem personalidade.

    • Zigfrietz Tazogh

      Argo 1.0 Firefly compete com o Polo 1.0 MPI, mas o Argo anda mais e bebe muito menos.

      • Verdades sobre o mercado

        Anda mais ? Ja tem algum teste instrumentado do Polo 1.0 ?

        • Zigfrietz Tazogh

          Argo Drive 1.0 Firefly [peso: 1105 kg] – 15,4 s [com gasolina comum]
          Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/testes/teste-de-pista-fiat-argo-drive-1-0-o-desafiante-da-vez/

          Gol Comfortline 1.0 [peso: 998 kg] – 15,7 s [abastecido com etanol]
          Fonte: https://br.motor1.com/news/126665/teste-carplace-vw-gol-2017-tenta-revanche-contra-o-hyundai-hb20/

          O Polo usa o mesmo motor 1.0 do Gol, mas é 84 kg mais pesado.

          • Verdades sobre o mercado

            1o. Diferentes metodos de teste
            2o. Diferentes veículos. Apesar do Polo ser mais pesado que o Gol, deve ter relações de marchas mais curtas para compensar o peso
            3o. Sério que você considera apenas aceleração de 0-100 Km/h para avaliar desempenho? Retomada de velocidade é o melhor indicador para mostrar o desempenho de um veículo no uso diário.
            Portanto é mais prudente esperar por um teste do Polo 1.0 e comparar com um teste do Argo feito nas mesmas condições.

          • Zigfrietz Tazogh

            O carro que é 107 kg mais leve, e ainda abastecido com etanol, é 0,3 s mais lento do que o carro 107 kg mais pesado abastecido com gasolina comum.

            Você ainda tem alguma dúvida ?

          • Verdades sobre o mercado

            Metodologias diferentes e veículos diferentes(Polo x Gol) onde mudam calibrações do motor e relações de marchas. Acredito que o Argo será um pouco mais ágil em uso urbano e o Polo será menos sofrível que o Argo na estrada. Mas apenas um teste do Polo 1.0 (e não do Gol 1.0) na mesma metodologia de um teste do Argo 1.0 poderá responder.

          • G.Alonso

            Pois é. O Gol tem as marchas muito longas, é até um certo incomodo para 1.0, mas, é disposto e anda bem. O Polo por mais pesado que seja, tem 2 cv a mais e deve ter as relações mais curtas.

          • Luciano Lopes

            O Polo tem 84cv .

      • Luciano Lopes

        Nunca . O motor MPI é muito mais eficiente . Polo deu 13s no inmetro.

    • Antonio

      Até que enfim alguem lembrou do ETorq 1.6 que é muito melhor que esse 1.8.

      • souza89

        Etorq 1.6 é o original kkkk… o 1.8 é aberração…. não faz nem retifica essa merda.

  • Eduardo

    47 CONTO num carro com pedais tortos e próximos que eu mesmo verifiquei. Bancos curtos que não apoiam bem as coxas (logo cansa) e estofamento muito macio (logo está uma porcaria).

    Caixa com curso muito longo e rotação sempre alta, se 3 cilindros já vibra, 3 cilindros girando alto vibra ainda mais.

    Eis a receita para tomar pau do Onix, HB20 e quiça gol.

    A esse preço tem Etios 1.3 com muito mais motor, bancos, largura, qualidade mecânica (direção, suspensão e câmbio irrepreensíveis) revenda e durabilidade. É mais feio? É, mas é muito mais carro pelo mesmo valor.

    • Zigfrietz Tazogh

      Quanta asneira!

      • Eduardo

        Asneira tua de comentarista de internet, que não anda em coisa alguma.

        • Zigfrietz Tazogh

          No seu comentário, você demonstrou falta de conhecimento em cada caractere.

      • souza89

        você que fala asnera… defender um projeto que já vem de um Frankenstein do Stilo com projeto do Palio, com melhorias.

        O carro é belo, muito bem acabado, porém é Fiat, e tem muitos erros no projeto, eu mesmo me incomodei muito com os pedais juntos, o motor não vibra para um 3c, porém para quem tem um de 4c, ele vibra um pouco… e o carro quando gira alto invade com gosto a cabine, perdendo toda a qualidade acústica que tem em baixa.

        O motor é otimo, para city car, por isso tem o 1.3… porém o 1.0 está extremamente caro, e com a chegada do Polo, esperaria para pegar o 1.6 msi no lugar do 1.3 firefly.

        de resto.. tanto faz… mas Etios tem mais motor, a direção é mais acertada e os bancos é mais macios, isso é fato….de resto é toyota e tá no preço do argo 1.0.

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Pedal PROPOSITALMENTE na posição que 99% dos motoristas deixam o pé, alí é ergonomicamente pensado!

      Bancos Macios iguais vemos nos carros de luxo (Volvo ETc)
      Ou seja banco macio NÃO É Problema, apenas pra vc! Então vc vai viver reclamando de andar em um Volvo XC60..

      O ÚNICO 3 cilindros do mercado, digo ÚNICO que toda a crítica tá dizendo que o motor tem BAIXÍSSIMO ou praticamente NADA de vibração, parece que vc não lê e nem acompanha nada…

      Cara, se eu fosse vc teria VERGONHA de vir aqui provar e dar ATESTADO de DESINFORMAÇÃO e de que entende de MUITO POUCO do Assunto!

      Etios 1.3 mais motor que o Firefly ? Kkkkk

      O FireFly 1.3 tem praticamente 110 CV e 14,5 kilos de torque e o torque vem bem mais cedo que os motores 16 válvulas…

      Argo é mais largo, tem melhor dirigibilidade, melhor acerto de suspensão, motor melhor e mais eficiente, MUITO MAIS ECONÔMICO, INCOMPARAVELMENTE MAIS BONITO, é até humilhante comparar o Argo com o RIDÍCULO Etios (que a Toyota tentou de todo jeito é ele continua feio kkk)

      Sem falar no acabamento interno do Argo que TRUCIDA a piada que é o Etios internamente com aquela balança Filizola kkkk

      • Luconces

        Os pedais ali infelizmente puxam Mobi/Palio/GrandSiena do que plataforma de Punto mesmo…

        • Zigfrietz Tazogh

          Os pedais ficam posicionados para facilitar ao máximo um punta-tacco, isso é comum em todo Fiat, é uma característica da marca.

          • Luconces

            Ahan, procura fotos dos Fiat manuais la fora e volta aqui depois

          • Zigfrietz Tazogh

            Segundo a mesma fonte[autoentusiastas], é impossível fazer punta-tacco com o novo Polo.

          • Luconces

            Mas o que o Polo tem a ver?

            Quem usa punta-tacco no dia a dia?

          • Zigfrietz Tazogh

            [Quem usa punta-tacco no dia a dia?]

            Bob Sharp, Arnaldo Keller, Renato Bellote, JJ, etc….

          • Luconces

            LOL

            Tá falando de meia dúzia de gato pingado…

            E duvido que eles tem algum Fiat de entrada como daily drive.

          • souza89

            kkkkkkkkkkk já trabalhei vendendo carro, e digo, NUNCA, ouvi um puto de cliente falando de Punta tacco… na realidade, eu até mencionava isso quando chegavam para ver um Linea, que era excelente para isso etc…Nego só sabe que existe isso por causa do belíssimo vídeo do senna.

          • G.Alonso

            Eu uso… ladeiras? Nada melhor. Quem não sabe puxa o freio de mão…

          • Luconces

            Eu uso o freio de mão em ladeiras “ladeiras”. Em morros/subidas tb uso o punta-tacco mas nada desse mundo. E já usei em outras marcas…

          • Antonio

            Por isso que o pessoal quer cambio automático. kkkkk por que não sabem dirigir.

          • souza89

            e vc sabe que tá fazendo merda… né

          • souza89

            não é limitação de projeto, VW tem a mesma coisa, acelerador torto, que faz doer o joelho…
            vai me falar que o volante torto no Celta era para facilitar algo? kkk

            todo projeto tem suas falhas quando é subdimensionado $$$$$$$$$$$$$$

      • Rodolfo

        Concordo em absolutamente tudo!

      • souza89

        Os pedais estão ali, por causa da caixa de rodas.. isso até o Acelerados falou, era uma falha que tinha no Punto por derivar a suspensão/plataforma do Stilo, e trouxeram até hoje isso…. Todo 3c tem vibração, isso é fato consumado, a Fiat trabalhou em coxins, em toda parte de vibração, porém ainda passa, o maior problema disso tudo é que entra na conta do consumidor.

        O 1.3 firefly, no Uno é melhor que o 1.3 da Toyota, sim….. no Argo não, peso potencia do Etios é maior que do Argo… faça-me o favor e faça o calculo na sua calculadora e se prove….. e nesse valor se pega o 1.5 da toyota, que nem precisa de comparação que é bem mais forte que esse 1.3 da fiat no argo.

        de resto, não tem diferença, entre presunto e apresuntado, acém moído ou patinho moído… é tudo a mesma merda, carros de entrada já atingiu seu patamar máximo aqui no brasil..bons de dirigir, qualidade na ergonomia, etc etc.

        Ao menos se tivessemos brigando qual é melhor, se é o Compass ou Equinox, estamos discutindo duas merda de carro de entrada.

      • Luciano Lopes

        Só que o carro da Fiat dura inteiro 1-2 anos .
        Depois da problema no radiador . Dai o câmbio começa a roncar .O ar da problema e tem q tirar o radiador do ar quente . Dai depois o amortecedor traseiro começa a vazar .
        TODO Fiat é assim . A qualidade geral é muito baixa .
        Já o Toyota …

    • Alessandro

      O pedal é torto de proposito para permitir a realização de punta taco nao é demerito e sim um acerto do carro.

      Ruim sao os pedais da volks que ficam a meio palmo de distancia e nao permite vc fazer o punta taco

    • G.Alonso

      Pedais tortos não, eles ficam na posição que o pé da gente fica, e a Fiat sempre teve isso, principalmente pq ajuda no punta tacco. O estofamento, meu amigo tem um Palio 2001 que tem o estofamento muito macio e estragou outro dia, 16 anos depois. 3 cilindros já vibra, no Argo é um dos que menos vibra, e em alta vibra menos ainda, todos são assim. Sobre o Etios: Feio!

    • Irlan

      O Etios tem a melhor mecânica da categoria e também o melhor custo benefício, mas não por filantropia da Toyota e sim por ele ser um carro de baixo custo, vide a lataria fina, o único limpador de para-brisas, o único amortecedor no porta-malas, o quadro de instrumentos central, parte do forro das portas em PVC (igual o Fit e o City)…

  • Leon Gonçalves

    Não entrei no carro. Mas tive um palio 17, que visivelmente era bem acabado – para o segmento – mas no convívio se percebia falhas muito chatas, que parecem frequentes na Fiat: espuma dos bancos muiiiito mole. Cambio muiiiito longo, muita inclinação em curvas. Enfim, um carro molenga, cansativo.

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Já a maioria acha ruim banco duro demais..
      O Argo é firme nas curvas, comportamento dinâmico Excelente, direção com aros mais grossos e ergonomia perfeita, entre as direções de todos incluindo os novos concorrentes ele se põem bem a frente! Logo a direção dele é dos carros de segmento Superior como Toro e Jeep Compass… Sem falar que é muito bonita..

    • Edson Fernandes

      Meu pai teve um Siena de mesma epoca. A diferença éque era 1.0 16v… como andava bem e era economico aquele carro…

  • Vi Vendo

    Eu fui a uma concessionaria Fiat conhecer o Argo e, pelo que vi no carro, penso que ele é bem interessante. Gostei do espaço interno, do fechamento das portas que achei muito suave. O desenho do painel de instrumentos, achei bem original e elegante, com aspectos de veiculos de marcas mais sofisticadas. Achei interessante tambem o Argo ter start stop, direção eletrica com a função city, farois com dupla parabolas, mantendo a tradição dos bons faróis que a Fiat coloca nos seus veiculos. Quanto ao preço da versão de entrada, eu acho que não está tão diferente assim, aos do Onix, HB20, Ka e demais veiculos do seu segmento. Não fiz teste drive, mas pelas opiniões dos donos e os videos que assisti no youtube, me parece que o carro se comporta de maneira satisfatória, sem decepcionar os seus donos.

    • souza89

      está diferente… HB20 de entrada está 42…Ka se acha até por 39mil… Onix, 45mil com central…

      e por ai vai…. o resto é marketing que estão forçando na cabeça.

  • Carlos Gutemberg Carillo Sa

    A compra de um carro, na maioria dos casos, se resume em dois fatores: beleza e preço. E o fator subjetivo normalmente é o determinante!

  • Luconces

    Vai aí a foto do Argo sem a CMM, tão difícil de postarem que é mais raro do que dono de i30 0km! https://uploads.disquscdn.com/images/119e35f3441f72dc00cd43ed89b50ebed08c11ae1f3f7880fe7ae94759559d7a.png

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Ah, pra te atualizar já tem concessionária vendendo Argo 1.0 Drive completo com TODOS os opcionais por 47.990

      Isso sem falar nas outras versões…

      • Luconces

        Concessionária da onde?

        TODOS opcionais?

    • Verdades sobre o mercado

      Perde boa parte da atratividade do interior do Argo

      • Rafael Tardelle Lima Silva

        Igual o Polo sem o cluster digital, vira um carro com painel velho que lembra os Santana dos anos 80.

        Deveria ser chamado de Novo Gol na verdade

      • Luconces

        É tipo sutiã com bojo, é bonito sim mas não é a mesma coisa kkk

        • G.Alonso

          kkkkkkk boa.

    • Edson Fernandes

      Curioso que ainda esse tem radio(que é opcional) porque o Argo 1.0 sem os itens opcionais nem comandos na direção possui!

      • Luconces

        Olocô… Quero ver foto disso…

  • Fernando Toledo

    Cadê aquelas saídas de ar bonitonas das outras versões, rs?
    Lamentável isso!

  • Milton-GT

    Ao invés de comprar esse Argo / Palio, eu compraria um Uno Sporting 1.3 que tem motor maior, e vem totalmente equipado quase pelo mesmo preço (isso para ficar dentro da marca).

    • Verdades sobre o mercado

      Forçou a barra… Uno é bem inferior ao Argo … só o motor mesmo…

  • Zigfrietz Tazogh

    [OFF]
    A FCA E A DINÂMICA VEICULAR

    A Fiat Chrysler Automobiles (FCA), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, inaugurou em Belo Horizonte seu Centro de Excelência em Simulação de Dinâmica e Segurança Ativa Veicular, situado no campus “Coração Eucarístico” daquela universidade. O AE foi convidado para conhecer as novas instalações e seus equipamentos.

    Batizado de SIMCenter (Simulation Center), o sistema, primeiro do gênero da FCA no mundo, é formado por um conjunto que inclui uma plataforma flutuante em colchão/filme de ar, com nove atuadores elétricos que agem em um “cockpit”, reproduzindo um veículo real, com todas as suas reações e movimentos. Um aparato de áudio complementa o conjunto, reproduzindo os sons do motor e das derrapagens dos pneus com o solo. Uma tela curva, com ângulo de visão de 230 graus, reproduz o ambiente em que o veículo está sendo avaliado.
    O motorista se sente como se estivesse pilotando um veículo real, sentindo as acelerações e desacelerações atuantes no banco, os esforços e vibrações no volante de direção e as reações no cinto de segurança, apoiando o corpo em acelerações e desacelerações. Os movimentos do cockpit são integrados às imagens da tela e alinhados com os comandos realizados pelo motorista — sempre em tempo real — monitorados por técnicos e instrumentos na sala de controle.
    Por meio das simulações é possível definir as características técnicas e funcionais de cada componente do veículo que determinam a sua dinâmica, como os amortecedores, molas, buchas, pneus, direção, freios e barras estabilizadoras. Uma vez definidas nas simulações, essas características tornam-se especificações técnicas para a construção de peças físicas que irão compor o veículo.

    No SIMCenter é possível avaliar, por exemplo, diferentes geometrias da suspensão em tempo real, num ambiente totalmente controlado, sem ter que ir a uma pista para teste. “Temos condições de identificar imediatamente qual é o impacto daquela alteração no desempenho e na segurança do veículo, a fim de projetar a melhor sensação de dirigir. Não precisamos mais esperar a construção de um protótipo para testá-lo”, explica Gustavo Costa, supervisor de Análise Virtual da Engenharia de Chassis da FCA.
    Conceitos importantes

    Antes de continuar o detalhamento do SIMCenter e seus equipamentos, vale a pena lembrar alguns conceitos e métodos relacionados à dinâmica veicular.

    São três os sistemas básicos que integram o automóvel: aquele que o movimenta, que o freia e que o direciona. Dinâmica em seu sentido mais amplo significa o estudo do movimento e dos esforços que o originam, posições, velocidades, acelerações, forças e momentos, lembrando sempre o principio básico da engenharia automobilística que é tornar os veículos mais seguros, fáceis de operar, confortáveis e com relação custo-benefício adequada.

    A dinâmica vertical atua em função das irregularidades da pista, a longitudinal em resposta ao torque aplicado às rodas, e a lateral, como resultado da atuação no volante de direção. A dinâmica vertical envolve a isolação das vibrações do chassis/carroceria e principalmente a manutenção do contacto dos pneus com o solo; a longitudinal traduz as variações de atitude do veículo durante as acelerações e desacelerações, e a lateral atua nas características de estabilidade direcional.

    O princípio de um bom projeto de dinâmica veicular é aquele feito sem levar em consideração nenhum auxilio autônomo. Em outras palavras, o veículo deve ser seguro e fácil de dirigir em seu estado puro, sem contar com ABS, EBD (distribuição eletrônica das forças de frenagem), controle de estabilidade, controle de tração, etc. Todo este pacote vem somente complementá-lo, ou seja, são as cerejas de um bolo bem feito.

    Tenho enorme admiração pelos engenheiros de desenvolvimento que, com sensibilidade absoluta, conseguem deixar o veículo confortável, seguro e fácil de dirigir nas várias situações de rodagem, entendendo que o consumidor não é um piloto e muito menos um especialista na área.

    Existe um programa sofisticado de computador batizado ADAMS (Advanced Dynamic Analysis of Mechanical Systems), utilizado na maioria das indústrias automobilísticas, que analisa virtualmente/matematicamente o veículo em termos de sua dinâmica. O veiculo é modelado em suas dimensões, carga por roda, suspensões, direção, freios, pneus e o programa resolve o conjunto com bom grau de confiança. Então o veículo é avaliado/testado fisicamente nas pistas para a certificação das informações obtidas via computador.

    As situações mais críticas para o motorista são, de maneira geral, nos desvios de obstáculos em simples e dupla mudança de faixa, onde o veículo deve manter as quatro rodas apoiadas no pavimento durante as manobras e sem apresentar reações bruscas, inesperadas, que possam comprometer a segurança. Nas manobras o motorista desvia de um obstáculo em uma das faixas e também de outro obstáculo na outra faixa, retornando à primeira.
    Outras considerações a respeito do SIMCenter

    E vem a pergunta, por que o equipamento adotado pela FCA é mais fácil de ser correlacionado? A resposta é simples: porque o piloto interage com o sistema, como se estivesse dirigindo um veículo fisicamente, com todas as sensações sendo transmitidas em tempo real. Esta tecnologia de ponta permite que o piloto possa ser “transportado” para qualquer circuito de teste, campos de prova e/ou qualquer outra situação desejada, sem sair do cockpit, bastando configurar o local e pronto.

    É possível manter nos bancos de memória uma variedade de dados do comportamento do veículo e do condutor em vários ambientes escolhidos. Da mesma maneira, a substituição de um amortecedor ou qualquer componente das suspensões e direção se passa em tempo real nos bancos de dados, permitindo rápidas comparações entre eles.

    A sala de controle, com os técnicos especializados, interage com todas as informações e comandos necessários para a simulação. O grande diferenciador é a participação física do motorista ao ambiente virtual sem a necessidade de grande quantidade de testes reais nas pistas físicas.

    Tive, na qualidade de editor do AE, oportunidade de avaliar o equipamento dirigindo o Renegade na pista virtual e as sensações foram realmente espetaculares. Outro ponto importante que me chamou a atenção foi uma demonstração de passagem em pistas especiais como buracos desencontrados, ondulações e paralelepípedos, com total realismo do comportamento de conforto do veículo.

    Criado em um ambiente colaborativo e multidisciplinar, o SIMCenter será utilizado em parceria com profissionais do grupo FCA e dos alunos e pesquisadores de diferentes disciplinas da PUC Minas, colocando o Brasil em posição de destaque no desenvolvimento de conhecimento, inovação e tecnologia de ponta.

    Perguntei se trabalhos iriam ser oferecidos a terceiros e a resposta foi sim, exceto para as fabricas concorrentes da FCA. Os fornecedores de componentes poderão se utilizar dos trabalhos que a FCA possa oferecer, sempre, através um pacote tecnológico a ser discutido caso a caso.

    Enfim, a FCA está de parabéns, pois soube mesclar sua engenharia com o meio universitário, somando conhecimento e tecnologia. Investiu aproximadamente 18 milhões de reais neste projeto, mesmo em um período difícil da economia brasileira, mostrando arrojo e determinação.

    Fonte: http://www.autoentusiastas.com.br/2017/10/a-fca-e-a-dinamica-veicular/

  • souza89

    STILO E PUNTO(!º geração) manda lembranças, carros lindos, bem acabados e nos detalhes! e prazeroso em dirigir, que é o principal.

    Argo 1.0 é o carro de entrada mais lerdo…. acho que perde até para o Sandero e Versa.
    Enfim…por causa disso que a VW mirou certinho o portfólio do POLO, matou o Argo em questão de valores.

    de resto, bom carro, o que matou no carrinho foi o peso…. saiu da casa dos 1050kg… o carro se arrasta com motor 1.0

  • Lucas Nascimento

    A frente desse carro é uma cópia do Gol G5.

    • Rafael Tardelle Lima Silva

      Vc pode colocar o banco TODO pra tras e ainda fica um bom espaço, Realmente o espaço do carro é muito bom. Temos um aqui em casa!

  • Pedro Augusto

    Análise de estilo realmente é algo muito pessoal (apesar de haver alguns consensos de feiura e beleza). Mas o fato é que eu ainda não digeri bem essa frente do Argo, com as extremidades dos faróis e saídas de ar laterais do parachoque “apontando pra baixo” e enormes. A sensação é estranha, principalmente ao se comparar com a bela frente do Tipo europeu, bem mais harmônica e elegante. Novamente fica a sensação de conjunto exagerado para o resto do carro, assim como é no Moby. Realmente o alívio visual do carro é o painel, bem mais “estiloso” do que sugere por fora.

  • O que a FIAT acertou na leitura de mercado para a TORO, ela acabou se enrolando com o Argo. Jogou um “verde” com o preço lá em cima, e ao que parece, vai ter que fazer o mesmo que fez o Mobi, baixar o preço ou melhorar os equipamentos. Ou vai ter uma síndrome de Linea, que não é um carro ruim, mas não valia o que era pedido na época.

  • luis fernando

    50 mil em um carro 1.0, Nunca na minha vida que eu vou gastar 50 mil e passar raiva toda vez que tiver uma subida! ou gasto mais e compro um carro que tenha mais força ou vou de seminovo! Por esse valor se tem muitas opções interessantes nos seminovos!

    • Nnoitra

      “Nunca na minha vida que eu vou gastar 50 mil e passar raiva toda vez que tiver uma subida!”

      Sempre ando de 1.0 aspirado, e ainda não encontrei uma subida que fosse um problema.

  • Akina Speed Stars

    Dica para a redação: incluir a marca dos pneus na descrição feita no final, nas fotos fica ruim de identificar.

  • Ramasther Docssa

    Procuro achar o design bonito mais não dá, ficou parecendo gabiarra esteticamente.