Controle de tração e estabilidade, para-choque que cumpre a função, nova grade e luzes diurnas são as novidades do Honda Fiat 2018 com câmbio CVT. Leia o teste da versão EXL

Por Paulo Eduardo

O Honda Fit é o modelo mais prático do mercado nacional. Na linha 2018 da terceira geração, a marca corrige problema da tampa traseira vulnerável nos pequenos choques por estar quase alinhada ao para-choque. O recurso é simples: aumento da largura do para-choque, que implica em 10 centímetros a mais no comprimento do Honda Fit 2018. Finalmente, o para-choque protuberante vai cumprir a função, protegendo a tampa nas pequenas batidas.

Honda Fit 2018 ganhou dez centímetros no comprimento ficando com 4,09 metros

VSA

E passa a ser equipado com controle de tração e estabilidade (VSA) e assistente de partida em rampa, que evita recuo do carro em aclive. Outras novidades são grade frontal redesenhada, faróis totalmente em LED e lanternas piscam insistentemente em frenagens de emergência para avisar o carro de trás, luzes diurnas de rodagem e ar-condicionado digital. Além dos airbags frontais previstos em lei, versão EXL do Honda Fit 2018 é equipada também com laterais dianteiros e de cortina. A caixa de direção, com motor sem escova, passa a ter respostas mais rápidas e também mais sensibilidade, segundo a marca.

Honda Fit 2018 ganhou nova central multimídia com conectividade com Android Auto e Apple Car Play

Central multimídia

Nova também é a central multimídia com tela de sete polegadas, navegador integrado e conectividade com Android Auto e Apple Car Play. Ar-condicionado é digital, volante com comando de voz passa ter aletas para troca de marchas, além de vidros elétricos com função um toque para motorista e passageiro.

O sistema modular dos bancos do Honda Fit é imbatível. Por meio de comando simples, o encosto rebate e se alinha ao assoalho do porta-malas, formando uma plataforma única. Muito prática a transformação em furgão. Portas abrem e fecham suavemente. O senão é a parte interna do capô sem pintura em modelo de R$ 80 mil.

Modularidade

O Honda Fit 2018 agrada pela modularidade e pela facilidade de ser dirigido. Carro pequeno vira fácil em espaços apertados e a direção é leve em manobras e com peso suficiente em alta.  Coluna de direção tem regulagens em altura e distância, facilitando encontrar a melhor posição ao volante, que é revestido com material aderente, evitando deslizamento das mãos. Banco do motorista tem regulagem de altura. Entretanto, o assento permanece curto, talvez devido ao biotipo japonês, deixando as pernas sem apoio total. Espaço interno é avantajado também no banco traseiro. A ergonomia é boa, com comandos ao alcance das mãos. Entrar e sair do carro não exige esforço.

Para-choque maior do modelo reestilizado cumpre função de proteger a tampa do porta-malas

Suspensão

A suspensão firme, pois o carro é alto, transmite as imperfeições do piso irregular para dentro sem ser desconfortável. O Honda Fit 2108 surpreende com pouca rolagem da carroceria na curva. As respostas do motor satisfazem numa condução normal. Ao pisar totalmente o acelerador, o conjunto motor/câmbio urra e demora um instante a responder. Característica do câmbio CVT.  A tecla S, de esportivo, eleva as rotações do motor e torna o carro mais rápido nas retomadas, caso de ultrapassagem, e também pode ser usada na descida como freio motor. Aliás, a possibilidade de trocar as marchas manualmente permite descer em marcha reduzida para poupar freio. Há marcação de sete marchas para satisfazer aos que adoram trocá-las. Computador de bordo registrou consumo de 6,2 km/l a 8,1 km/l na cidade e de 13,3 km/l a 14,5 km/l na estrada com gasolina.

Carga útil

Um detalhe importante é quanto de peso, carga útil, pode ser transportado entre bagagem e passageiros. Essa versão topo de linha, EXL, a mais pesada, leva apenas 344 quilos de carga útil. É preciso estar atento para não rodar com sobrecarga, pois compromete freio, suspensão, alterando o comportamento do veículo. Porta-malas de boa capacidade, arrumação e acesso fáceis. Se a Honda encontrou a solução para o para-choque, falta melhorar a peça de plástico na tampa do porta-malas, sob a qual fica o comando de abertura dela, que se desprende se forçada. Usuários que não encontram logo o comando de abertura forçam a peça na vã tentativa de conseguir. Típica falta de jeito.

Garantia

 A garantia é de três anos sem limite de quilometragem para o Honda Fit 2018 e a versão EXL tem preço sugerido de R$ 80.900.

Ficha técnica

Motor
De quatro cilindros linha, flex, 1.497 cm³ de cilindrada, com potências de 116 cv (álcool) e 115 cv (gasolina) a 6.000 rpm e torques máximos de 15,3 kgfm (álcool) e 15,2 kgfm (gasolina) a 4.800 rpm

Transmissão
Tração dianteira e câmbio CVT de infinitas relações

Direção
Tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica

Freios
Disco ventilado na dianteira e a tambor na traseira

Suspensão
Dianteira, McPherson; traseira, barra de torção

Rodas/pneus
6×16”de liga leve (opcional) /185/55R16

Peso
1.148 kg a 1.176 kg

Carga útil (passageiros+ bagagem)
372 kg a 344 kg

Tanque
45,3 litros

Dimensões (metro)
Comprimento, 4,09; largura, 1,69; altura, 1,52; distância entre-eixos, 2,53

Desempenho
Não divulgado

Consumo (km/l)
Urbano, 8,3 (a) e 12,3 (g); estrada, 9,9 (a) e 14,1 (g)

Fotos | Marlos Ney Vidal/Autos Segredos

  • Djalma

    Só maluco para dar 80 mil num Fit.

    • Filipe

      Bem, quem tem, não quer saber de outro veículo. É caro, mas tem muitos predicados que a concorrência não consegue bater.

      • Marcelo Cordeiro

        O maior deles é a versatilidade. O carro é muito bom pra quem tem filhos e precisa de espaço e várias possibilidades de distribuição dos bancos na cabine. Além disso, tem mecânica robusta e não costuma trazer problemas aos seus proprietários. Só irei de Polo porque estou em outra fase de vida, onde os mimos tecnológicos do compacto da VW acabam compensando mais. Contudo, as qualidades do FIT são inegáveis!

        • Thiago

          Prefiro um suv de entrada ou um usado, por 80k já posso escolher por exemplo um 2008, posso não ter a mesma facilidade de revenda, mas a vida a bordo durante o tempo que passar com ele vai ser bem superior, tem o Creta também

          • Larissa

            Você quis dizer pseudo-suv.

          • Thiago

            Vale a classificação do inmetro
            O que não desmerece o carro, qlq um tem um acabamento mais caprichado, maior espaço e conforto para dirigir

          • Antonio

            Um francês? Boa sorte, você vai precisar…..

      • Djalma

        Não estou dizendo que o carro não é bom; eu conheço o carro e sei das qualidades dele,o problema é que é muito caro só por ser Honda; não vale o que cobram. Agora saiu mais equipado, mas antes não tinha nada além do trivial. Tanto é caro que quase não vende, é só pegar os números de venda dele nos últimos 2 anos.

        • marcos rissato

          Falando o português claro, “é um carro bem sem tesão” pode ser tudo o que falam dele, mas não desperta élan nenhum nas pessoas, é bem aquele carro feito para as mães. E a japonesa pede o que o carro não vale. Outro dia comentei a mesma coisa, não vende mais como vendia antigamente, bem feito para essa fdp. E não vende ele, o City e o WRVagabundo. Quero vê-los vendendo cada vez menos.

          • ViniciusVS

            Quanto ódio…

          • Marco Antônio

            Num é? kkkk

          • haterXhater

            E o mais engraçado é o ódio inútil dele, pois qualquer modelo da Honda ainda vende relativamente bem, a os Hondas são muito bem aceitos no mercado. Ele deve chorar em posição fetal e chupando dedo.

      • Lucas086

        Digo com toda certeza que a maioria das pessoas que tem, estão indo mais por ser moda do quê realmente o carro é, tem gente que nem sabe o que é ULT, o povo quer ostentar o H na grade.

    • NOTICIAAUTOMOTIVARACISTA

      TEM ETIOS

    • Milton-GT

      Se o motorzinho 1.5 pelo menos fosse Turbo e tivesse um cambio automático com conversor de torque, talvez valesse o preço.

      • ViniciusVS

        Motorzinho 1.5 que é mais que o suficiente para o carro.

        • Milton-GT

          O motor 1.5 da Honda é moderno e é sim suficiente para o Fit, o que eu disse é que um motorzinho 1.5 não é compatível com o preço. Qualquer outro carro que tenha um preço acima de R$ 80 mil tem no mínimo um motor 1.8

          • ViniciusVS

            Qual o sentido de um motor 1.8 em um carro que já tem motor sobrando com 1.5 para 90% das situações? beber mais?

            Acho que é procurar pelo em ovo,

          • Thiago

            1.0 tsi tem melhores números em desempenho e consumo
            Talvez valesse a pena no fit, mas acho qie nem isso me faria pagar os 80k nele

          • ViniciusVS

            1.0 turbo é bem mais coerente que um 1.8

            Na verdade quem não gosta do carro não vai comprar e vai procurar pelo em ovo em tudo… pode cravejar de diamantes que a pessoa não vai pagar 80k, e tem gente que pagaria isso em carro inferior ao FIT, é uma questão bem pessoal. A montadora posiciona os preços conforme seus verdadeiros consumidores. Quem quer o carro entra na concessionária e compra, é simples e objetivo. A montadora sabe disso.

          • Milton-GT

            Não eu disse que se o motor é 1.5, então cobre pelo carro um preço mais baixo. É por isso que quando um amigo me perguntou por que eu não quis comprar o Fit, eu respondi o seguinte: Porque compro carro muito melhor com esse dinheiro.

          • ViniciusVS

            Qual o problema do motor ser 1.5? O que vale é o resultado.

            O Fit 1.5 tem praticamente a mesma aceleração do Civic 1.8 e ninguém reclamava do Civic ou do Sentra 2.0, é reclamar por reclamar.

            Já que não pode reclamar da falta de airbags, da falta de esp, da falta de ar digital, de drl, de farol e lanternas em led, motor é moderno, câmbio é cvt com simulação de marchas e paddle shift… Vai reclamar do que né?

            É melhor aceitar que o carro é bom, tem seu público alvo fiel e tem desempenho e consumo suficiente.

            Reclamar que carro de 80k não pode ter motor 1.5 fica até feio…

          • Milton-GT

            O que fica feio é a sua “torcida” pela Honda. Eu não estou reclamando de nada, apenas estou dizendo que o Fit eu não compro porque é caro demais e ainda não gosto de cambio CVT e nem de motorzinho. E quer saber o que quer dizer Fit em inglês? “Adaptado”.

          • Daniel

            Eu acho é que o Fit deveria vir com o 1.0T para ser mais economico.
            Meu Cruze Sport6 1.4Turbo tem consumo equivalente ao dos Fit de conhecidos (isso que eles andam modo vovozinha… eu, não! hehe)

  • Victor

    Barato, vou comprar 3

  • Lucia C.

    POLO

  • Luccas Villela

    Consumo péssimo hein? Na primeira geração era econômico.

    • Djalma

      Na primeira, que usava CVT, era bem econômico mesmo, principalmente o motor 1.4; depois, com o câmbio de 4 M ficou muito beberrão e agora, com motor 1.5, voltou a melhorar o consumo, talvez porque tenha voltado ao CVT.

      • Luciano Lopes

        Mas era menor , mais leve , inferior , etc…

      • ViniciusVS

        Honda Fit nunca usou câmbio de 4 marchas.

        O primeiro era um câmbio CVT convencional, o segundo usava um automático de 5 marchas igual o Civic e o atual usa um CVT com marchas simuladas e paddle shift.

    • Luis Carlos K.

      Péssimo onde? Tem consumo de 1.0 4 cilindros. Só os mais novos 3 cilindros superam. Considerando sua potência é extremamente econômico.

      • ViniciusVS

        Para o mundo real é bem econômico mesmo… Na internet a galera exagera demais no consumo dos carros, eu de verdade não entendo o motivo do povo mentir tanto.

        Tem gente com Sedan médio 2.0 falando que faz 10 km/L na cidade com trânsito pesado, morro, ar ligado e a galera acredita… Na prática se entrar nesses carros e olhar o computador de bordo deles a grande maioria marca menos de 5,0 km/L.

        Não sei qual o motivo do povo mentir e exagerar nas médias, parece que precisa justificar a compra de um carro 2.0, o que na real é uma bobagem pois cada um compra aquilo que gosta sem precisar provar nada para ninguém.

        Tem um canal no Youtube que fez esse teste e tirou foto do computador de vários carros, enquanto na internet o povo fala que o carro faz 10km/L, na prática os carros estavam marcando 3,0 ~ 4,0 km/L…

      • Rafael Lima

        Tive Onix 4 cilindros que fazia 11 km/l, esse consumo tá nem perto de um 1.0 4 cilindros

        • Luis Carlos K.

          Fit 1.5 AT: 12,3 km/l cidade 14,1 km/l estrada
          Onix 1.0 Manual: 12,9 km/l cidade 15,3 km/l estrada

          Teste padronizado do INMETRO. Não tem logica comparar consumo em situações diferentes.

          • Rafael Lima

            Sim, mas a questão é que você comparou o consumo utilizado no teste, que foi criticado com o consumo do INMETRO, e na prática não tá nem perto de um 1.0 quatro cilindros

  • Filipe

    Excelente carro, não há dúvidas. Falo por experiência própria, mas sem dúvidas que é caro pelo que oferece. Por quê vende bem!? Porque a concorrência não oferece um produto com a qualidade (leia-se durabilidade, puder de revenda, pós-venda). E isso vale para a Toyota também. Tanto é que o Corolla é um fenômeno de vendas, que muito dificilmente uma montadora que não seja a Honda possa, um dia, sonhar em igualar.

    • Antonio

      É o básico bem feito. Pega o Polo 1.0 turbo, em 200mil km quantas trocas de correia dentada ele vai ter de fazer? O Honda Fit, nenhuma, Toyota Etios, nehuma. Se você for procurar peça do Fit de primeira geração ou do Toyota Corolla dos anos 2000 você acha Isso se chama projeto para durar, não é obsolescência programada como as outras fazem.

  • Leonel

    Jamais deixaria de levar um Polo por esse Fit. Tem que ser muito fan boy ou não entender nada de carro. Detalhe é que o Polo TOTALMENTE equipado (inclusive com o cockpit) custa R$75 mil…

    • Verdades sobre o mercado

      Eu também vou de Polo, mas há de se entender que são veículos com propostas e públicos diferentes. Polo é mais masculino e para uso de até 2 pessoas ou 4 adultos, Fit é mais feminino e para uso familiar.

    • Antonio

      Os únicos problemas do Polo é ter de trocar correia dentada e ter só AT na versão 1.0 turbo.

  • Luciano Lopes

    Não é o Fit , mas eu não compraria um carro com CVT. Acaba com a dinâmica , prazer em guiar , tem um delay horrível na estrada . Prefiro q gaste um pouco mais ( há controvérsias), mas me de um automático epiciclico com opções reais de troca . Ou um manual mesmo .

  • Ilbirs

    Só para avisar que a DAF já soltou teaser e foto da versão canavieira/florestal do XF:

    https://i1.wp.com/blogdocaminhoneiro.com/wp-content/uploads/2017/10/daf-xf-off-road.jpg

    https://www.facebook.com/DAFcaminhoes/videos/1598119860251485/

    Pelo que se fala aqui, a nova versão do XF vai ter escapamento vertical, novo para-choque que gera mais ângulo de ataque, proteção inferior, maior altura livre do solo, sistema de partida em rampa, bloqueio de diferencial e cubos redutores.

  • Verdades sobre o mercado

    Obviamente que é um bom carro, mas custo x beneficio e capacidade de carga são pontos bem negativos.

  • Dreidecker
    • ViniciusVS

      Realmente o 1.5 EarthDreams é muito bom e seria o ideal para o carro.

      Porém conhecendo o Brasileiro médio, é muito melhor o motor com injeção direta na atual realidade. Nosso combustível é muito ruim e o consumidor não vai rodar no Etanol ou na Pódium, a vida útil dos bicos será muito menor aumentando o custo de manutenção e ainda tem o risco dos carros começarem a quebrar por falta de cuidado e combustível ruim.

      • Ilbirs

        Atualmente não há obstáculo técnico para a adoção de injeção direta na produção nacional. O obstáculo que havia era a quantidade de enxofre na gasolina, mas foi superado quando o padrão nacional passou a ser de 50 partes por milhão.
        O ruim do combustível brasileiro está na gambiarra feita por decreto de Dilma Rousseff para que fosse aumentada a quantidade de etanol anidro adicionada à gasolina daqueles 20 a 25% que tivemos por muitos anos para os atuais 27%. O problema disso está no fato de que os carros monocombustíveis a gasolina que temos estarem preparados para qualquer coisa até E25, significando aí que E27 está acionando o os protocolos de emergência da central de combustível para além de uma simples eventualidade, como alguns já notaram com curvas de torque outrora planas tendo se desplanificado, compressores de ar-condicionado desligando em ultrapassagens quando não se desligavam, carros automáticos apelando ao kickdown como se não houvesse amanhã e por aí vai. Além disso, temos o óbvio fato de um combustível com 27% de etanol anidro ter ainda menos poder calorífico que o E25 e ainda menos que o E20 que tínhamos quando a produção de açúcar nas usinas compensava bem mais que a de etanol.

        Esse problema em si não impede o funcionamento da injeção direta, uma vez que este é ligado ao enxofre e a gasolina brasileira já se encontrava dessulfatizada muito antes de E27 ter passado a ser a norma nos postos. Temos também de enterrar alguns mitos em nossa mente que são oriundos do tempo em que de fato a gasolina brasileira tinha menos octanagem que a equivalente de outras partes do mundo. Essa memória persistindo nos dias de hoje acaba gerando uma percepção errônea sobre o combustível brasileiro que esteja em condições plenas de abastecer um veículo. Hoje em dia a gasolina comum na bomba tem mais octanagem do que a antiga gasolina azul dos tempos em que o combustível brasileiro de fato era mais fraco que o de outras partes do mundo.
        A mesma Honda que põe um 1.5 de injeção indireta no Fit é aquela que põe um 1.5 turbo com o mesmo bloco L e injeção direta, por ora monocombustível a gasolina e importado dos Estados Unidos, no cofre do Civic nacional de décima geração. Se não houvesse confiança no combustível brasileiro, você acredita mesmo que teríamos essa opção na décima geração do médio da marca?

        Em tempos, o fabricante vende um carro que está sim preparado para queimar E27, mas não tem como se responsabilizar com as pessoas que porventura abasteçam seus carros em lugares que fraudam a gasolina que vendem. A opção que há para o consumidor comum é a de sempre verificar aquela lista de estabelecimentos autuados por vender combustível fraudado que a ANP divulga, bem como também prestigiar aqueles postos que porventura participam de programas de qualidade do combustível que as empresas da bandeira que ele ostenta praticam.

        • Antonio

          E você acredita no que a Petrobrás diz?

      • Dreidecker

        Veja, na década de 90 também havia o receio em relação a introdução da injeção eletrônica em substituição ao carburador. Hoje esta tecnologia é padrão e sem mistério. Não se pode tentar evitar a evolução, é uma batalha infrutífera.

        • ViniciusVS

          Sem dúvidas injeção direta é melhor, o problema não é o carro e sim o Brasileiro.

          Aqui em São Paulo semana passada fecharam um posto que a gasolina tinha 70% de Etanol, isso sem contar outras porcarias que colocam no combustível. Aqui ainda é relativamente tranquilo pois muita gente usa Etanol, agora quero ver em lugar que o Etanol é caro… Ahhh isso sem contar quem coloca GNV no zé da esquina que cobra mais barato e eles fazem um monte de gambiarra no carro cortando chicote de injeção e outras bizarrices.

          Depois que da problema o dono NUNCA assume que esta errado, vai falar que o carro é uma porcaria, que a montadora não deu garantia ( porque ele fez gambiarra) vai reclamar de luz de injeção acesa sendo que ele vai usar gasolina comum de posto duvidoso… É complicado.

          É o mesmo caso de carro automatizado, 70% é erro de projeto e 30% é usuário cavalo que não sabe usar o sistema ou da na mão de manobrista irresponsável… o que acontece? 100% da culpa cai nas costas da montadora, falam que o carro é um lixo, etc… de fato precisam melhorar mas não é exclusivamente erro da montadora.

          A Honda vende uma falsa imagem de “carro inquebrável” e cobra mais caro por isso. Colocar um sistema com grande potencial de dar problema e queimar a imagem da marca é um risco que não vale apena, é o mesmo caso do Powershift, a Ford acabou com sua imagem, se tivesse colocado um AT6 a história seria completamente diferente, A Chevrolet colocou o Easytronic na Meriva e fracassou, se tivesse colocado o AT4 do Vectra naquela época venderia muito mais usando um câmbio de prateleira e não teria grandes problemas. São erros históricos onde uma montadora que vive de imagem precisa ter o pé no chão.

    • Daniel

      Um dos principais motivos de não termos comprado um Fit pra minha mãe foi a falta dos discos atras. Pode parecer frescura, mas é uma diferença enorme! Ainda mais pra quem já dirigiu fit com e sem disco traseiro!
      Acabamos indo de Corolla GLi (PCD), que, apesar de pelado, pelo menos tem freio a disco nas 4 rodas e mais airbags que o Fit na epoca.

  • Milton-GT

    Muito caro pelo que oferece, se bem que prefiro a versão mecânica, mais barata, pois não gosto de cambio CVT.

  • M7

    Um carro para custar no máximo R$ 50.000 na versão top, mas no Brasil as montadoras pedem o que querem é o povo paga, pois aqui, é bonito pagar mais por menos. Um povo que compra a preço de ouro e sem reclamar um Chevrolet Onix, carro mais vendido do país, um dos menos seguros e com o motor de projeto de no mínimo 35 anos atrás, pois é, não preciso dizer mais nada.

    • ViniciusVS

      Nosso dinheiro não vale nada M7…

      Se você acha justo pagar R$ 30.000 a menos no FIT com a atual inflação, então significa que você venderia seu carro atual por R$ 30.000 a menos também? Isso claro se o valor dele for superior a 30k né? O que é justo para uns é injusto para outros.

      É a nossa realidade.

      • M7

        Amigo, trabalhei com vendas de carros por 7 anos, falando do mercado automotivo, no Brasil não existe esse negócio de inflação, deflação, alta ou baixa do dólar. As empresas sobem os preços independente desses fatores citados, ainda nesta semana estava vendo o “desconto” que a Peugeot estava dando no 308 e 408, no caso do 308, nada muda nele, mas os preços foram “consideravelmente reduzidos”. Se antes chegava a R$ 98.590, agora chega no máximo, a R$ 84.990. A versão Griffe, a mais completa, agora custa R$ 84.990 – uma redução de R$ 13.600. Até aí nada de tão anormal, fora a gordura que pode ser queimada nos valores, mas, quando foi lançado a cerca de um ano, está mesma versão custava cerca de R$ 83.000, ou seja, que inflação é está que em um ano um carro sobe mais de R$ 14.000, nada muda e a empresa ainda consegue dar um “belo desconto”??? É o verdadeiro preço pega trouxa. Como eu disse antes, eles sobem quanto querem, independente de outros fatores, se colar colou!

  • Mancelmo

    Os jogadores de Super trunfo piram no FIT!!! KKK… Pena que vocês só existem no mundo virtual, porque no mundo real (onde quem tem grana não gasta atoa como sugerem) o mercado sempre demonstra o fluxo inverso aos seus sonhos! Acordem! vocês acham mesmos que o comprador do FIT olha só preço? não adianta comparar por exemplo com o polo, que parece ser um bom produto, mas coloca uma cadeirinha nele e veja se ainda existe espaço para as pernas da criança e dois adultos atrás? o Preço de aquisição é só um detalhe na compra, compara o gasto de manutenção e desvalorização e seguro? Daqui a dois anos vamos comparar o preço de mercado do FIT EXL e do POLO Highline…

    • Larissa

      rapaz, comprei um fit 2015 agora com 9 mil km e fui cotar o seguro. Digo pra você: preço de audi. Cuidado com os “dogmas”.

      • Mancelmo

        Minha esposa tem um, 2016, com franquia reduzida, carro reserva e vidros, bônus 10, 1.100,00 o seguro…achei barato…no BB.

  • haterXhater

    O carro mais satanizado pelos malditos haters. E sabe o que é mais engraçado? Quase não tem um motivo verdadeiro.
    O carro é caro sim, mas o carro é bom, robusto e confiável. O pós-venda é muito melhor que marcas lixo como VW, Ford e Fiat. Ninguém mais tem paciência em tomar chá de cadeira e ainda pagar caro…
    Ótimo valor de revenda, bom de dirigir, desempenho adequado, econômico, espaçoso…é um bom carro, cobra caro, mas quem tem é muito satisfeito.
    Agora os haters podem chorar em posição fetal. 😉

  • Larissa

    Se tem uma coisa que todos os donos de fit que moram em cidades com alta incidência de salinidade sabem é: a estamparia é fraca. Com 3 anos a ferrugem ataca bonitinho…

  • Antonio

    Simplesmente, o arroz com feijão bem feito. Por isso vende bem.

  • mjprio

    Praticidade que custa caro demais