Por Marlos Ney Vidal e Renato Passos

Quando se pensa em economia de combustível, muitos irão imaginar que o motor é o maior responsável. Entretanto, outros recursos são responsáveis por grande parte da economia. Uma simples troca de pneumáticos por outros de baixa rolagem pode representar uma economia de até 3%, por exemplo.

“É um trabalho de formiguinha”, diz Sandro Soares, Gerente de Engenharia do Produto da Fiat Chrysler Automobiles (FCA). “Não adianta uma área trabalhar isolada e chegar a uma economia de 4% com o uso de uma nova peça ou tecnologia. Como todos os sistemas do carro trabalham em conjunto, tem que se observar qual será o gasto de outros componentes para ver se a conta fecha” completa. Soares também explica que sempre tem que se observar a balança. “Se, para chegar aos 2% de economia, o sistema que trabalha em conjunto for gastar 3%, (o processo) será descartado”, ressalta.

Qualquer ganho, por menor que seja, deve ser comemorado. Um dos bons exemplos da Fiat é o Uno 2017 que, com a chegada dos motores 1.0 e 1.3 Firefly, passou por diversas melhorias para ficar mais eficientes energeticamente. No caso do Uno Way 1.3, o trabalho final de uso de novos recursos tecnológicos representou 9,5% do total de 16,7% da otimização energética. O motor 1.3 e o óleo geraram uma redução de 7,2%.


Fiat

O “trabalho de formiguinha” rendeu muito no Uno 2017. Entre as mudanças perceptíveis para o consumidor estão a nova grade, o novo motor e a direção elétrica. Porém, o trabalho envolveu recursos que o cliente nem imagina.

Um dos artifícios usados no compacto é o sistema Smart Charger – que carrega a bateria somente em condições ideais. Em relação ao alternador convencional, o Smart Charger consome 75% menos de carga. Com a mudança, houve melhora de 1,2% na eficiência energética.

Nos sistemas aplicados aos carros convencionais, o alternador sempre exerce trabalho de geração de corrente elétrica, convertendo potência mecânica – esta, por sua vez, é transmitida pela correia de acessórios, transformando-a em energia elétrica.

Já com o Smart Charger, a geração de energia se dá sob demanda de acordo com a necessidade do automóvel e o nível de carga da bateria. Logo, quando não se faz necessária a recarga do sistema elétrico, a polia motora do componente gira em falso, reduzindo assim o consumo de energia mecânica do motopropulsor.

A substituição da direção com assistência hidráulica por uma elétrica representou uma melhoria de 1% na eficiência energética. Assim como no alternador sob demanda, a assistência por motor elétrico no sistema de direção só ocorre quando o condutor aciona o volante para uma mudança de trajetória, ao contrário do sistema de auxílio hidráulico em que o trabalho de bombeamento de óleo do sistema dedicado é constante – e, novamente, consome mais energia do motor.

Outras mudanças imperceptíveis ao consumidor são as aerodinâmicas. O Uno 2017, por exemplo, recebeu novo spoiler dianteiro (DAM), convergedor de ar do radiador e revestimentos aerodinâmicos no assoalho. No final, as mudanças geraram uma melhoria de 0,8% na eficiência energética.

As fábricas usam softwares para o refinamento aerodinâmico dos automóveis. Segundo Sandro Soares, da FCA, o trabalho se dá a partir de várias iterações da engenharia de aerodinâmica com a área de Centro Estilo / Engenharia Body. O modelo virtual gerado é analisado pelas áreas buscando os objetivos do projeto e otimização das performances aerodinâmica (aeroacústica/aerothermal/consumo de combustível) e ergonômica, design, factibilidade de manufatura (funilaria e partes plásticas) e resistência estrutural do Body.

“A atividade de otimização aerodinâmica virtual parte de uma análise de pelo menos duas opções oriundas da área Centro Estilo, para que se aponte a forma externa de menor resistência com o ar. Além disso, o resultado é confrontado com uma tendência de mercado para o segmento desse modelo novo e necessidade de redução de consumo de combustível para o novo modelo. Para otimizar coeficiente aerodinâmico e área frontal são feitas sugestões técnicas aerodinâmicas aos designers, a partir de estudos virtuais aplicando dinâmica dos fluidos computacional e ferramentas de estudo estatístico que apontam as mais adequadas práticas e recursos aerodinâmicos para aquela forma externa  (hatch/ sedã/ SUV, etc.)”, afirma o Gerente de Engenharia do Produto da FCA.

Na corrida pela melhor eficiência energética, os pneus são importantes aliados. No caso do Uno 2017, os pneus verdes renderam uma melhoria de 1,1% por conta da menor resistência do rolamento, menor atrito com o solo e deformação reduzida.

Os pneus super verdes foram responsáveis pela melhora de 1,1% na eficiência energética do Uno 2017

Os pneumáticos em questão possuem elevado nível de sílica, o que os torna mais “duros” para o usuário comum em termos de sensibilidade. Entretanto, essa dureza extra reflete na menor dissipação energética pela deformação do componente, em um efeito conhecido como histerese.

Em qualquer componente, a aplicação de uma força gera uma deformação, por mínima que seja. A terceira lei de Newton – conhecida como lei da ação e reação – diz que “a toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade: as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em sentidos opostos”.

Se um elemento externo aplica um esforço sobre o pneumático, este último retribuirá a força em sentido oposto mas com a mesma intensidade. Ao menos na teoria: na prática, a “devolução” da força pode ser mais fraca, dada características de absorção de energia dos corpos – eis aí a histerese.

Por fim, o novo eletro-ventilador e a bomba com modulação por largura de pulso (MLP) renderam um 1% de eficiência energética. Em percurso urbano, a bomba com MLP consome menos de 50% de carga. Já o eletro-ventilador sem escovas com controle MLP consome 90% menos de carga que um eletro-ventilador convencional.

“A redução de consumo de combustível do veículo equipado com eletroventilador Brushless é proporcionada pela melhor gestão térmica do motor com um menor consumo de corrente, o Brushless permite manter a temperatura do líquido de arrefecimento mais constante com uma carga consumida até 90% inferior a consumida pelo eletro com resistor em situações uso do veículo de demanda de arrefecimento menores”, diz Sandro Soares, Gerente de Engenharia do Produto da FCA.

Chevrolet

Para deixar seus modelos com maior eficiência energética a Chevrolet lançou mão do pacote ECO que consiste em várias alterações no modelo além do conjunto motor/transmissão. A dupla Onix e Prisma Joy e a Spin são bons exemplos de como o uso de novas tecnologias deixaram os modelos mais econômicos. O Onix Joy está 31 quilos mais leve e até 14% mais eficiente energicamente. Já o Prisma ficou até 16% mais eficiente energeticamente e 25 quilos mais leve. A Spin teve 100 peças da carroceria retrabalhadas.

Direção elétrica foi um dos recursos do pacote ECO para deixar Onix e Prisma com melhor eficiência energética

Entre as alterações do Onix Joy estão à redução de altura em 10 mm, pneus verdes, ajustes na suspensão, direção elétrica e uso de materiais nobres para a redução de peso.

A redução de altura busca um aprimoramento aerodinâmico. Sabe-se que é possível obter um menor coeficiente aerodinâmico através de uma menor altura de rodagem – no começo dos anos 1990, tanto o Chevrolet Kadett quanto o Fiat Tempra apresentavam índices aerodinâmicos piores que seus semelhantes europeus dada a maior altura em relação ao solo dos veículos nacionais.

Isso ocorre, basicamente, graças a dois fatores combinados: a área frontal corrigida do veículo – que interfere na resistência exercida pelo ar no veículo em movimento – se torna menor, ao passo que o escoamento do fluido por debaixo do automóvel pode se tornar menos turbulento e mais amigável ao desempenho.

É uma analogia simples de ser feita: você já experimentou abrir a janela do veículo e colocar a mão aberta para fora? Refaça a operação com os dedos da mão fechados e apontado para a frente e veja o quão menor é a força exercida pelo ar no braço da “cobaia”.

Em termos numerários, o Prisma 2017 apresenta uma melhora de 8% nos índices aerodinâmicos frente ao modelo anterior graças a esse recurso combinado a outros implementos que auxiliam na melhora do desempenho do automóvel nesse aspecto.

A física também se faz presente na economia de peso. Uma das mais famosas equações da física moderna indica que a força é o resultado da massa pela aceleração medida. Ou seja:

F ⃗=m x a ⃗

Desta forma, para uma aceleração mantida constante, uma menor massa demanda menor força para ser movimentada. Transportando para o alívio de peso notado nos pequenos da Chevrolet, temos que o motor exerce um trabalho menor para movimentar o automóvel. Daí, obtemos uma sensível redução no consumo de combustível.

A dupla Onix e Prisma Joy ganharam novo módulo eletrônico que é responsável por controlar diversas funções do motor. O componente está 40% mais rápido e potente, fazendo com que a central de comando lide mais rápido e de forma mais racional com a demanda de combustível do motor . Ainda fazem parte do pacote novos sistemas de arrefecimento e de gerenciamento de cargas elétricas.

Já a Spin passou por várias melhorias para se tornar mais econômica além da atualização do motor 1.8. O câmbio de cinco velocidades foi trocado por uma transmissão manual de seis marchas e o câmbio automática de nova geração com calibração para maior eficiência energética e desempenho (Até 0,6 segundo mais rápido nas acelerações de 0 a 100 km/h).

Ainda fazem parte do pacote a direção elétrica, pneus verdes com novos compostos e nova construção interna e baixa resistência à rolagem.

A suspensão recebeu nova calibração: molas, amortecedores, batente, nova barra estabilizadora, menor oscilação e mais conforto em pisos irregulares e centro gravitacional cerca de 10 mm mais baixo. Assim, alia-se um ganho aerodinâmico com uma dirigibilidade apurada.

Já os freios de baixo arrasto têm menor quantidade de componentes, montagem simplificada, menos folgas no sistema e mais leve e eficiente

Na parte eletrônica, a Spin 2017 ganhou novo sistema de gerenciamento das cargas elétricas – monitoramento contínuo da bateria, utilização otimizada do alternador, novo alternador de alto rendimento, consumo de energia do motor minimizado e garantia de operação eficiente do sistema.

No quesito aerodinâmico a Spin recebeu defletores nas rodas e no eixo traseiro, carroceria 10 mm mais baixa, cobertura da bandeja do estepe, air dam dianteiro e a grade ativa do radiador – embora um efeito passivo era obtido na grade do Ford Corcel II em 1978, consoante a velocidade do automóvel. O fechamento ativo reduz o arrasto aerodinâmico, retém calor no compartimento do motor em ocasiões de partida fria, melhor desempenho do veículo, velocidade máxima e aceleração e menor consumo de combustível.

Renault

A Renault também usa em todos os seus carros peças desenvolvidas visando a redução do coeficiente aerodinâmico . Segundo Fabien Venchiarutti, engenheiro da Renault, no caso do recém-lançado Captur, há spoilers abaixo do para-choque dianteiro e próximos à caixa de rodas traseira. A grade do SUV também é otimizada para melhor escoamento do ar. Ainda de acordo com o engenheiro até as rodas do SUV têm desenho para reduzir o arrasto.

Para reduzir o coeficiente aerodinâmico, o Renault Captur recebeu spoilers abaixo do para-choque dianteiro e próximos à caixa de rodas traseira

Necessário ressaltar que toda e qualquer reentrância na superfície da carroceria ou mesmo os vãos entre as chapas interferem no desempenho aerodinâmico do automóvel. Assim, graças à crescente utilização dos softwares – muitos deles baseados em fluidodinâmica computacional, ou CFD em inglês – os mínimos arremates nos carros são estudados para a otimização (ou menor interferência) da resistência do ar durante o movimento.

O sistema Stop&Start que hoje equipa Sandero e Logan com o novo motor 1.6 SCe foi um grande aliado na melhoria de eficiência energética do modelo. O sistema reduz até 5% o consumo de combustível. Pode ser desligado por meio de um botão, caso o cliente prefira.

Já o sistema ESM (Energy Smart Management) de regeneração de energia é uma tecnologia da Fórmula 1 que agora ganha as ruas. O sistema presente nos motores 1.0, 1.6 e 2.0 contam contribui para reduzir o consumo em até 2%. O ESM funciona a partir da gestão da energia da bateria com pilotagem do alternador (mesmo princípio da tecnologia KERS da F1), semelhante ao sistema de gestão energética aplicado pela Fiat.

Outro recurso usado pelo fabricante francês na corrida pelo melhor rendimento energético foi a substituição da direção hidráulica por uma montagem com assistência eletro-hidráulica. Segundo Venchiarutti, o novo componente pode reduzir em até 2% o consumo . Neste sistema o fluxo de óleo é gerenciado por uma bomba elétrica, que atua de forma independente em relação à velocidade do motor. Quando a assistência não é necessária, a bomba elétrica é desativada temporariamente.

Entre as melhorias que a dupla Logan e Sandero receberam também está a bomba de óleo variável. A tecnologia também surgiu nas pistas e agora ganha as ruas em carros ‘comuns’. “Esse sistema ajusta automaticamente o fluxo de óleo enviado de acordo com a rotação e a carga do motor. Como resultado, o motor absorve menos energia e, consequentemente, fica mais econômico”, afirma o engenheiro da Renault.

Nissan

A parceira de negócios da Renault também embarcou na busca por menor peso e, consequentemente, consumo mais apropriado para os dias atuais. Sentra, Kicks e a recém-lançada Frontier de nova geração empregam, na construção da carroceria, aço de alta resistência à tensão (do inglês High Strength Steel, ou HSS). Com o emprego desse material, é possível a construção de uma carroceria mais leve sem afetar a segurança em caso de impactos e a dinâmica veicular como um todo.

Nissan usa aço de alta resistência à tensão (High Strength Steel) para deixar seus modelos mais leves

Nenhum automóvel é rígido de forma inflexível. Se os automóveis são cada dia mais rígidos para melhor desempenho dinâmico e absorção de esforços em caso de impactos, não é possível a simples retirada de componentes estruturais sob pena de perder os avanços nos campos acima relatados. Daí a necessidade de se empregar ligas metálicas modernas – aplicando cromo, cobalto e outros componentes químicos –  que consigam aliar baixa massa e resistência mecânica nos parâmetros exigidos pelo consumidor.

O HSS utilizado pela fabricante nipônica possui alta resistência às tensões aplicadas – 1,2 Gigapascal (GPa), para ser mais exato – e boa capacidade de moldagem. O material também apresenta um alto índice de elasticidade e maiores resistência e maleabilidade. Esses atributos permitem que ele seja utilizado na produção de componentes com formatos complexos, algo difícil de ser realizado até então com os processos de estamparia tradicionais.

Volkswagen

A despeito de ser um produto com alguns anos de mercado, os melhoramentos realizados pelo fabricante no veterano Fox são um claro exemplo de como as medidas para se obter um carro mais econômico não dependem apenas de um motor diferenciado. Na versão BlueMotion, que busca maior eficiência energética, os esforços para melhor consumo não se resumem à adoção do eficiente motor EA211 1.0, com três cilindros e construção de vanguarda.

De acordo com a Volkswagen, o modelo teve uma redução de consumo energético (MJ/km) de 17% com etanol em relação ao modelo anterior de série. Deste percentual, apenas 7,4% são referentes à adoção do novo propulsor, cabendo às alterações restantes o protagonismo pelo apetite mais moderado do compacto alemão.

Aos olhos do observador comum, as maiores modificações estão no campo da aerodinâmica. Grades frontais específicas da versão, defletor de ar na tampa traseira e na caixa de roda traseira levaram a uma melhora dos índices de escoamento de fluido: o Coeficiente de forma (Cx) reduziu de 0,353 para 0,330, além de menor área frontal (de 2,170 para 2,160).

Na suspensão e sistemas vizinhos, o fabricante também aplicou uma série de melhorias e novos recursos técnicos. Adotou-se uma nova calibração de amortecedores específica e molas visando o uso de pneus de baixa resistência ao rolamento – intervenções semelhantes às aplicadas pela Chevrolet no Onix.

Assistência elétrica do sistema de direção também foi adotada, sendo somente ela a responsável pela redução de 3% de consumo em relação ao sistema de assistência hidráulica. Com a adoção desses novos componentes, o Fox BlueMotion é 29kg mais leve do que seu semelhante sem o pacote de maior eficiência energética.

Infografias de Fabiano Barroso/Auto Papo
Fotos | Fiat/Divulgação, Renault/Divulgação e Nissan/Divulgação

  • Danilo

    Daqui a pouco vão vim os fanáticos por 3 cilindros e falar que os engenheiros e a matéria estão errados, que a única solução pra consumo e a paz mundial é fazer motor 3 cilindros e que, se uma marca lançou um motor novo, obrigatoriamente o motor da concorrência é obsoleto.

    • DoudleCow

      Para o consumo não, mas para a paz mundial sim.

    • Hater x Haters

      O Onix provou por A + B que seu motor relativamente antigo de 4 cilindros consegue uma eficiência similar ou até melhor que muitos 3 cilindros. Mas os haters que se masturbam pra motores de 3 cilindros nunca vão aceitar isso. 😉

      • Luís Carlos K.

        Esse motor usado no Onix existe há décadas e vem se aperfeiçoando aos poucos. Já os 3 cilindros são projetos relativamente recentes, imagine um 3 cilindros após décadas de melhorias. A própria Chevrolet disse que trará para o Brasil em breve motores 3 cilindros, só não o fez ainda por questões de custos.

        • Zigfrietz Tazogh

          MEDIÇÕES MOTOR1/CARPLACE [COM ETANOL]
          …………..Onix LT 1.0…….HB20 1.0………..Up! 1.0………..Mobi 1.0 Drive
          Aceleração
          0 a 60 km/h…5,7 s……………..6,1 s………………5,9 s…………….5,9 s
          0 a 80 km/h…9,6 s……………..10,2 s…………….9,8 s…………….9,6 s
          0 a 100 km/h.13,9 s……………15,3 s…………….14,8 s………….14,5 s
          Retomada
          40 a 100 km/h.12,6 s…………..13,7 s……………14,7 s………….13,2 s
          80 a 120 km/h.14,1 s…………..15,3 s……………17,0 s………….14,1 s
          Frenagem
          100 km/h a 0…39,2 m…………..44,9 m…………..41 m…………..41,5 m
          80 km/h a 0…..24,9 m…………..27,9 m…………..25,9 m………..25,4 m
          60 km/h a 0…..14,0 m…………..15,6 m…………..14,6 m………..14,3 m
          Consumo
          Ciclo cidade…..8,9 km/l………….8,4 km/l…………10,2 km/l…….10,1 km/l
          Ciclo estrada…12,8 km/l…………12,7 km/l……….14,0 km/l…….14,3 km/l

          O 4 cilindros SPE/4 estar dando conta do pesado Onix com certa folga.

        • ViniciusVS

          Tinha um Chevrolet 1.4 Econoflex e gostava pela simplicidade, não era econômico mas gostava do desempenho dele, não era um canhão porém andava bem.

          A Chevrolet está tirando leite de pedra desses motores, o 3 cilindros seria bem vindo.

        • Gu92

          Creio eu que o motor que a GM está preparando para o Brasil seja o mesmo 3 cilindros usado pelo Opel Karl na Europa,que foi lançado recentemente e é bem moderno diga-se de passagem, contando com corrente de comando e duplo comando variável inclusive! https://uploads.disquscdn.com/images/52f08a1bbb224334c6b1c108276ad84ba66bd1e2084dc712ab1376ad41f4fc6e.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/98e51eb95c6eb62700beff392dbeb3ed59159d7ae6a69d8ee1904f80dedfa34f.jpg

          • Ilbirs

            Depois da venda da Opel à PSA, muita coisa de Rüsselheim pode acabar vir parando aqui na qualidade de patentes que os novos donos não irão usar por preferir usar patentes próprias e evitar pagar royalties.

        • Caio Ferrari

          Você tem razão. Mas você sabe o que muda no bloco de um motor novo em relação a um antigo?
          Digo, o que tem de diferente?

        • Anderson SP®

          Só de Brasil são mais de 20 anos nas costas e lá fora sequer são mais vendidos, esse povo quer comparar com motores mais modernos, premiados e que são vendidos lá fora, chega a ser cômico o “conhecimento” da causa de alguns.

      • Milton-GT

        Economia não é tudo, a minha maior crítica ao motor da Chevrolet é seu fraco desempenho, comparado aos motores modernos.

        • Zigfrietz Tazogh

          MEDIÇÕES MOTOR1/CARPLACE [COM ETANOL]
          …………..Onix LT 1.0…….HB20 1.0………..Up! 1.0………..Mobi 1.0 Drive
          Aceleração
          0 a 60 km/h…5,7 s……………..6,1 s………………5,9 s…………….5,9 s
          0 a 80 km/h…9,6 s……………..10,2 s…………….9,8 s…………….9,6 s
          0 a 100 km/h.13,9 s……………15,3 s…………….14,8 s………….14,5 s
          Retomada
          40 a 100 km/h.12,6 s…………..13,7 s……………14,7 s………….13,2 s
          80 a 120 km/h.14,1 s…………..15,3 s……………17,0 s………….14,1 s
          Frenagem
          100 km/h a 0…39,2 m…………..44,9 m…………..41 m…………..41,5 m
          80 km/h a 0…..24,9 m…………..27,9 m…………..25,9 m………..25,4 m
          60 km/h a 0…..14,0 m…………..15,6 m…………..14,6 m………..14,3 m
          Consumo
          Ciclo cidade…..8,9 km/l………….8,4 km/l…………10,2 km/l…….10,1 km/l
          Ciclo estrada…12,8 km/l…………12,7 km/l……….14,0 km/l…….14,3 km/l

          • Paulo Thesis

            Cambio curto faz seus milagres em desempenho mas mata o consumo, ele bebe bem mais que a concorrência mais nova (Mobi e Up, com certeza que Uno também).

          • Fabio Teixeira

            Comparar Onix com Up e Mobi é uma excrecência! é obvio que estes carrinhos têm que ser mais econômicos, pois são muito menores e estão em uma categoria inferior.

          • Luccas Villela

            Eu sou a favor dos 3 cilindros, mas o Onix é, de fato, mais econômico que o HB20/Picanto, nunca vi um 3 cilindros tão beberrão. A primazia aqui (foi o primeiro 3c do BR), no caso, deu errado.

          • Milton-GT

            E você acreditou nesses números. Você deve acreditar também no coelhinho da páscoa e no Papai Noel, não é. kkkkkkkkkkkkkk

        • Fraco desempenho?

      • G.Alonso

        Onix pode até ser bem econômico pelas médias do Inmetro, mas, na realidade ele pode atingir e passar um pouco, mas, não chega a ser tão econômico quanto os 3 cilindros. Pode até fazer seus 16 km/l na estrada, mas, um Uno, Mobi ou up! com seus 3 cilindros chegam a fazer 20 km/l fácil.

        • Franco da Silva

          É “econômico” perto do que era antes, mas passar de 10 pra 12 na cidade não é como os 14 dos motores novos.

        • Danilo

          Faça uma viagem então, vc e mais 3 pessoas em um uno, mobi ou up e depois faz num ônix e veja se esses 4 km/L a mais q vc fala que o onix gasta não vale a pena. Nao estou falando sem conhecimento da causa não, fui consumidor Fiat a vida inteira, depois que comprei um prisma desse modelo novo, nunca mais quero saber de uno, mobi, ou até mesmo do up que já andei. Tem nada a ver essa comparação que vc fez. Onix concorre no mercado com palio, gol, Ka e HB20.

          • Lilly Chevette

            Gol, Ka e HB20 têm motor 1.0 3 cilindros. Compare-os com o Ônix 1.0 4 cilindros.

          • Danilo

            Isso aí. Independente da quantidade de cilindros, os 1.0 que concorrem com onix não são mobi, uno e up.

          • G.Alonso

            A sua que não tem nada a ver, eu falei de consumo, não falei do carro. E em consumo up!, Mobi e Uno continuam MUITO MAIS econômicos que o Onix. Sobre o Prisma, é um bom carro, a versão LTZ é um pouco equipada, as outras são capadas e com opções melhores no mercado.

      • Postpone

        Relativamente antigo? Esse motor é uma relíquia.

      • Gu92

        O projeto desse motor Família 1 da GM é de 1982, foi lançado no primeiro Opel Corsa e ainda usava carburador, depois foi sofrendo atualizações até chegar ao SPE/4 ECO que temos hoje, ou seja tem “apenas” 35 anos de existência https://uploads.disquscdn.com/images/2a5254237e8bfda6df0841af603eea2ec7a601362c4ad9fa2b0e449ff71eec25.jpg !!!

        • Fabio Teixeira

          E mesmo assim dá pau na concorrência! É a marca mais vendida e tem o carro mais vendido. Chevrolet muito na frente.

          • Lilly Chevette

            O que todos esquecem é o índice de emissões. Motores antigos tendem a poluir mais.

      • Franco da Silva

        Passar de 10 pra 12 na cidade não significa chegar nos 14 dos motores novos.

      • Marcos

        O grande problema dos 3 cilindros é que quando se exige mais dele ele gasta mais, a PSA por exemplo criou o puretech 1.2 para brigar com os 1.0 do mercado, ele foi projetado para trabalhar com faixa de cv igual ao dos concorrentes e com isso ele tem mais folga pro motor além de ter uma disposição de torque em baixa melhor que os concorrentes, o resultado foi que ele é um dos mais econômicos da categoria mostrando que a adequação do motor ao carro é algo mais importante para se ter um motor bom, durável e econômico.

    • Fabiano Schimithe

      Exatamente .

    • Anderson SP®

      Procure um motor de 4 cilindros de 8 válvulas e com mais 20 anos de existência em qualquer mercado de ponta (Europa, Japão, Coréia e EUA) que aí o seu argumento pode ter fundamento, mas a realidade parece ser totalmente diferente.

      • Danilo

        Eu não moro em EUA, Japão, Coréia ou Europa, nem tão pouco tenho as mesmas condições de vida desse povo, então eu e grande parte dos compradores de carros continuamos nos velhos e bons 4cilindros de manutenção barata e com consumo relativamente bom ( vide número de vendas do ônix, que vendeu quase a soma do segundo e terceiro colocados no ranking de vendas). Novamente falando, não sou contra novas tecnologias, sou contra o fanatismo e alegações dogmáticas de algumas pessoas: “se o motor 1.0 não for 3 cilindros e 4 válvulas por cilindro, não presta “. Tá aí a Fiat com um motor 2 válvulas por cilindro excelente, assim como a Ford e a VW com um 4 válvulas por cilindro excelente também e a GM tá matando a pau de vender com seu criticado porém bom ( minha opinião) 2 válvulas por cilindro de 4 cilindros. Cada um na sua e todo mundo feliz.

        • Anderson SP®

          Não precisa morar lá, a mesma internet que você usa pra escrever essas coisas, é a mesma que você pode usar pra pesquisar sobre o assunto, esse papo de velho e bom motor de 4 cilindros e manutenção barata é falácia, como se os motores modernos atuais vivessem quebrando e dando manutenção em tudo o que é canto, nosso atraso tecnológico em relação a outros países tem parte culpa do povo por acreditar nesses tipos de besteiras em pleno século 21 onde boa parte da população tem acesso a internet, mas parece não usar direito, se fossemos viver com a mente atrasada de alguns ainda estaríamos andando de motores AP, CHT ou ainda com estes teimosos e ultrapassados família 1 da GM, ela não adotou motores novos em cilindradas menores por puro e mero custo, lá fora já usam um motor 1.0 Turbo e aspirado de 3 cilindros no Opel Adam que pertencia ao mesmo grupo, se fosse pensar que temos algo bom em mãos nós estaríamos exportando motores a eles e não eles criando algo moderno para um mercado BEM mais exigente que o nosso, se pesquisasse sobre o motor 1.0 e 1.4 da GM retrabalhados viria que foram feitas diversas alterações para ficarem mais econômicos, como o uso de óleos mais finos que os demais 0w30 quando a concorrência usa 5w30 de mais atrito, isso é só uma coisa, tem diversas outras feitas e não adotadas nesses outros motores, que se forem implantas da mesma forma eles iriam ficar mais econômicos ainda.

          Você não gostar destes motores 3 cilindros está no seu direito, agora dizer quem pensa o contrário é fanático é um absurdo, ainda mais em um site sobre carros onde as pessoas (na maioria) se subtende por ser mais informada do que as que não acessam esses sites, a GM é a ÚNICA montadora que ainda insiste nestas velharias que chamam de motor, o resto das montadoras usam praticamente os mesmos motores que são premiados lá fora (Puretech, Ecoboost, TSi..), nenhum país SÉRIO do planeta vende mais esses motores datados da GM.

          Aqui um exemplo de motor de verdade, econômico e moderno da GM que é vendido para mercados exigentes.

          http://www.astonvauxhall.co.uk/upload/thumbcache/0x0/images/media-library/92/531de7ca402b7.jpeg

          https://images.cdn.autocar.co.uk/sites/autocar.co.uk/files/styles/gallery_slide/public/Vauxhall-engine2-140214.jpg?itok=FV_6z-Fd

          • Danilo

            É simples então resolver isso. Se você não gosta, continua comprando outras marcas. Quem gosta ( e é muita gente ) compra os “quatro cilindros”. A maioria dos consumidores não está nem aí pra idade de tecnologia, estes se importam em ter um bom produto que os atenda, gastando o mínimo possível, custando o mínimo possível e sendo o melhor possível. O mercado nos diz que o onix é o que melhor alia isso para grande parte dos consumidores. Vai lá então e revoluciona o mundo chamando todos de antiquados e lute para que estes passem a se tornar consumidores de motores ultra modernos em detrimento do restante do conjunto de coisas que o consumidor deseja, como carroceria, interior, design etc. Talvez está aí um filão de mercado pra você que se acha o Deus da sabedoria automotiva, monte uma fábrica de motores 1.0 3 cilindros pra onix/prisma, quem sabe você fique rico. E o exemplo que deu do motor ecotec, pelo que meu amigo teve no cruze dele, é um motor extremamente gastador comparando com o corolla, e anda quase a mesma coisa que o japones. Ser novo não quer dizer ser eficiente. São duas coisas que costumam andar juntas, mas uma não tem nada a ver com a outra.

          • Anderson SP®

            Cara, desculpe mas a maioria das coisas que vc fala não tem fundamento algum, única coisa que concordo com vc é quando fala que a quantidade maciça e ignorante dos consumidores não está nem aí pra tecnologia, isso é verdade, o fato do Onix vender bastante está longe de ser atrelado puro e meramente pelo motor dele, esquece isso, vende mais por ser um carro que agrada no visual e que acolheu bem quem comprava Corsa e Celta, como bem como há um numero grande de concessionárias comparadas as demais por exemplo (Hyundai), já o caso do Cruze é que o motor 1.8 dele move 1436kg contra 1265kg do Corolla 1.8, o fator peso x potência fala muito mais alto, só fazendo milagre que o GM teria um desempenho e consumo melhor que o Corolla puxando mais peso, deveria ter se atentado ao menos antes de escrever e botar a culpa no motor por isso.

          • Danilo

            Então pra vc a pessoa escolher o que ela quer comprar com o dinheiro dela, se não for o mais moderno, ela é ignorante? Vou falar mais nada com vc não. Ainda bem que estamos em um livre comércio e nos é ofertado vários produtos e podemos ESCOLHER o que comprar. Eu dou preferência ao carro como um todo, vc só quer motor, e assim vai. Um exemplo, eu detesto Opala, mas acho bacana os opaleiros e não os chamo de ignorantes por gostar de uma coisa q não gosto e acho legal a atitude de gostarem e cuidarem de alguma coisa. Mas blz, segue com seu motor moderno aí q sigo com minha opinião que o mercado é pra todos aqui e vamos que vamos. Forte abraço.

  • Lucas086

    Consumo depende de variáveis demais, percurso, combustível, arrasto, enfim, tudo depende.

  • Caio Ferrari

    Matéria muito legal! Parabéns!

  • Fagner Rafael.

    Matéria interessante! Bom para quem acredita que só o motor resolve tudo em termos de economia.

  • RKK

    Trecho inicial da reportagem muito elucidativo.
    Agora a grade ativa reduz o consumo da Spin em 30% ??? Tem alguma estória mal contada aí…
    https://uploads.disquscdn.com/images/aa217386a257bb35cf8d007fa2526088788e406b6274a57ff389bdb75c3c3e52.jpg

    • G.Alonso

      “…e AJUDA a reduzir o consumo do Spin em cerca de 30%”

      É só ler.

      • RKK

        Basta ler e ser enganado, não reduz em até 30% nem fodendo.

        • G.Alonso

          Bom, para leigos a gente explica, então eu explico. O texto diz que a grade do radiador ativa AJUDA, viu, AJUDA, ela AJUDA a reduzir o consumo em até 30%, mas, os 30% foram conseguidos também com as melhorias feitas no motor, com a redução de peso e outros métodos aplicados pela Chevrolet, é por isso que está escrito no texto AJUDA, AJUDA, AJUDA, AJUDA. Entendeu ou quer que desenha?

          • RKK

            Então vamos ensinar para jumentos: a Spin não tem tecnologia nenhuma que reduza o consumo em 30%, exceto se estiver em queda livre como sua pouca inteligência.

          • Milton-GT

            O impressionante nisso é como esse pessoal não sabe interpretar texto.Frases bem estruturadas de marketing se tornam mantras para eles e não respeitam a logica tampouco. Pergunto como que um motor 1.8 de tecnologia antiga pode se tornar 30% mais econômico? Se isso fosse possível, todas as montadoras estariam investindo em motores velhos ao invés de projetar novos. Acho incrível que exista tanta gente ignorante.

          • G.Alonso

            Se sou ignorante por saber interpretar fatores e textos, você é um ignorante por não saber interpretar os mesmos e por achar que não é um. É possível sim o motor 1.8 ter ficado mais econômico. Ele já era beberrão, 30% perto do que ele bebe é pouco, então, diminuiu uma miséria em peso, colocou-se novas tecnologias (eletrônica 40 vezes mais rápida), aplicou uma altura mais baixa, grade ativa, pneus verdes e melhorias no próprio motor. Quem não sabe interpretar textos e o que lê, e é ignorante sou eu não.

          • Milton-GT

            Só que você interpreta texto de propaganda e se ilude pois é fã da marca.

          • G.Alonso

            Fã de qual marca? Chevrolet? Iludido aqui é você.

          • Milton-GT

            Se você não é fã da Chevrolet, então seu caso é grave.

          • Verdades sobre o mercado

            Se você pegar os resultados do Inmetro e comparar o consumo da Spin 2017 com a 2016 verá que dependendo da situação (versão, transmissão, combustível, estrada/cidade) o consumo melhorou até 32%(versão LT, câmbio manual, utilizando gasolina na cidade), sendo sua pior melhoria 12% na versão Activ câmbio manual, utilizando álcool na estrada. Você pode perceber que os motores 1.0 e 1.4 do Ônix (que você tanto critíca) também tiveram melhorias significativas.

          • Milton-GT

            Melhorias essas insuficientes para equipará-los aos motores mais modernos dos concorrentes.

          • Verdades sobre o mercado

            Em termos de consumo se equipara sim. Veja os números do Inmetro:
            Consumo cidade alcool:
            Onix 1.0: 8,8 km/l
            Uno 1.0: 9,2 km/l
            Ka 1.0: 9,2 km/l
            HB20 1.0: 8,5 km/l
            Gol 1.0: 8,8 km/l
            Consumo estrada alcool
            Onix 1.0: 10,5 km/l
            Uno 1.0: 10,4 km/l
            Ka 1.0: 10,8 km/l
            HB20 1.0: 9,9 km/l
            Gol 1.0: 10,3 km/l
            Consumo cidade gasolina
            Onix 1.0: 12,9 km/l
            Uno 1.0: 13,1 km/l
            Ka 1.0: 13,5 km/l
            HB20 1.0: 12,5 km/l
            Gol 1.0: 12,9 km/l
            Consumo estrada gasolina
            Onix 1.0: 15,3 km/l
            Uno 1.0: 15,1 km/l
            Ka 1.0: 15,7 km/l
            HB20 1.0: 14,1 km/l
            Gol 1.0: 14,5 km/l
            Em desempenho também fica próximo aos concorrentes. Busque os diversos testes disponíveis na internet e verá que o Onix 2017 anda bem próximo dos concorrentes com motores mais modernos. A engenharia da GM fez um excelente trabalho.

          • Danilo

            O que essas pessoas não conseguem entender é que onix não concorre com uno, mobi e up. Onix tem que ter seus números comparados com os números de palio, gol, ka e HB20. Se tivesse hoje um celta com esse motor sp4 aí sim seria passível de comparação com up, mobi e uno.

          • Lilly Chevette

            O Inmetro não “testa” os consumos. Apenas aplica um fator de correção sobre o resultado obtido em teste laboratorial de acordo com normas da ABNT que as montadoras já seguiam.

          • Verdades sobre o mercado

            ok, mas é uma referência válida. Além disso no caso citado, os testes feitos pela imprensa especializada e outros institutos, atestam a proximidade do consumo entre os modelos citados em meu comentário.

          • Claudio Abreu

            Exato. Entendi que a grade é responsável por 30% da economia que conseguiram – e não como gatunamente o texto sugere.

          • Luis_Zo

            Milto-GT escreveu: Pergunto como que um motor 1.8 de tecnologia antiga pode se tornar 30% mais econômico?

            Luis_Zo responde:

            olha o titulo da matéria:

            “Economia de combustível vai muito além da evolução do motor”

          • Milton-GT

            Lui_Zo escreveu: “Economia de combustível vai muito além da evolução do motor”

            Milton-GT responde:

            Pois eu acho que essa estória de 30% mais econômico é papo-furado do marketing da GM.

          • Luis_Zo

            O ponto não é esse Miltao. Consumo não é só motor.

            O que ta errado é a tua concepção de que consumo é SÓ motor. Como a matéria explica, tem todo o resto: aerodinâmica, resistência de rolamento de pneus, tecnologias de gerenciamento térmico de vão motor e alimentação, etc etc etc.

            Dados do Inmetro:

            MINIVAN CHEVROLET Spin 1.8-8V LTZ (7L) A-6 2,32MJ/km
            MINIVAN CHEVROLET Spin 1.8-8V LTZ (7L) M-5 2,22MJ/km

            MINIVAN CHEVROLET Spin (2017) 1.8-8V LTZ (7L) M-6 1,73MJ/km
            MINIVAN CHEVROLET Spin (2017) 1.8-8V LTZ (7L) A-6 1,85MJ/km

            Carro manual: 1 – (1,73/2,22) = 0,22 – 22% mais econômico
            Carro AT: 1 – (1,85/2,32) = 0,20 – 20% mais econômico.

            É “só” 20-22% no ciclo de homologação, isso com um “motor 1.8 de tecnologia antiga”.

            Sai 30% mais economico sim, dependendo o ciclo de teste que o “marketing” usar. Nenhuma mentira ai, só alguma omissão de condições de teste. Do razão pra tu desconfiar do marketing da Chevrolet nesse ponto.

            Edit: Reli o texto e refiz uma contas. Em ciclo urbano, com gasolina, o veiculo ficou 27% mais econômico segundo os dados do inmetro. Ou seja, ele realmente ficou CERCA de 30% mais econômico.

  • Cristiano Arruda

    Belíssima matéria.

  • nãotemjornalistajapa.

    so se for o Prius

  • Paulo Thesis

    No Tempra também é importante destacar os retrovisores maiores, vindos do Saab 9000.

    • Ilbirs

      https://abrilquatrorodas.files.wordpress.com/2016/11/57842b7b0e216345751efa54tempra-ouro-16v.jpeg?quality=70&strip=all&strip=all

      https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/84/Fiat_Tempra_berlina_2.JPG/1920px-Fiat_Tempra_berlina_2.JPG

      Esses retrovisores faziam parte do pacote de mudanças que o Tempra teve aqui para o Brasil, parte delas como uma tropicalização (até exagerada se considerarmos mudança de suspensão traseira de braço arrastado para braço transversal) e outra como forma de tornar o carro mais palatável a um público acostumado com Santana e Monza. Pelo que me lembro, não existiam no mercado brasileiro retrovisores dobráveis e elétricos naquele tempo e, se caso existissem, talvez alguém associasse o desenho que vemos no Tempra italiano a alguma pobreza qualquer por parecerem com aqueles que veríamos na linha Uno daqueles tempos.
      Como também tínhamos a penalidade aerodinâmica gerada pela elevação da suspensão na especificação brasileira, provavelmente esses retrovisores vazados aqui adotados também foram uma forma de ganhar uns 0,000……(insira uma dízima periódica) de ganho no Cx.

      • Paulo Thesis

        Não foi bem um pacote de mudanças, na real era outro carro mesmo, tanto que na época pensou-se que haveriam 3 sedans, o Premio como pequeno, o Regata reestilizado como intermediário e o Tempra como medio (resumindo, Siena, Grand Siena e Linea), na real veio um Regata espichado, por isso a suspensão traseira McPherson. As mudanças são tão evidentes que até o cofre de ambos são diferentes, só comparar um Tempra com a SW, o reservatório de expansão, e a tomada de ar são bem diferentes. Fora que nosso Tempra não espaço para o V6, coisa que a SW e o Tipo tem.

        Sou-te bem sincero, prefiro o sedan com esses retrovisores maiores, mas não acho que cairiam bem na SW, assim como a frente com farois baixos (ainda que a dupla parábola fosse muito bem vinda).

      • Jean Lehn

        A Tampa do porta malas tambem foi alterada no Tempra Brasileiro que ficou muito mais belo que o Europeu abolindo ate o impador de vidros traseiros https://uploads.disquscdn.com/images/6aee2f84c76b93b1bdc8a398d02c54600aa64599baeb18a836a5b3c4d20e9699.jpg

        • Paulo Thesis

          Nunca entendi porque aboliram limpador traseiro, deveria ser de série em todo carro.

  • Luis_Zo

    Cade a galera contra Inovar Auto?

    Claro que o programa não é perfeito, mas os avanços acima descritos só vieram com o “empurrãozinho” do Inovar.

    Aposto que sem ele nenhuma montadora iria investir tanto em eficiência energética como aconteceu.

  • Victor

    Eu estou muito satisfeito com o Uno 1.3 FireFly.

    Quando eu comprei, 3 meses atrás, achei que ele não era tão econômico como eu imaginava, fazendo 10 km/l na cidade e 16 km/l na estrada, mas o carro estava 0km, logo o motor poderia estar “amarrado”.

    Agora, 3500 kms depois, o carro está outro. Muito mais econômico, cheguei a fazer 18,9 km/l numa viagem de 90 kms que eu fiz recentemente, fora o desempenho, que é muito, mas muito melhor que o antigo 1.4.

    • Caio Ferrari

      Eu rodei MUITO com o Uno FireFly 1,0. Achei o motor uma faca de dois gumes. Se provocado, desenvolve bem até os 4000 RPM, depois ele amarra. Porém, se você segue o indicador de troca de marcha, ele faz o ruído característico de um carro que está rodando em marcha alta demais. Estranho, mas econômico.
      Depois, fiz um Test Drive num 1,3 WAY e o carro é outro. Motor macio, desenvolve bem sem ser nervoso e também pelo que dizem as revistas é tão econômico quanto o 1,0 (tchau, INMETRO!). Não adianta, o comportamento do 4 cilindros é demais.

      Parabéns pelo carro.

  • Bruno@BRN.CS

    Matéria completinha hein. Parabéns!

  • rafael y3

    Tive uma imensa prazer de ler, matéria decente é isso aí, Meus parabéns!

  • tiago

    Matéria de altíssima qualidade, meus parabéns!